A Visão Humanista de Abraham Maslow

Saúde e Espiritualidade Holística

Você já se perguntou qual é o verdadeiro potencial da humanidade? Em um mundo muitas vezes marcado por conflitos e divisões, a visão de Abraham Maslow, um renomado psicólogo humanista, nos oferece uma perspectiva inspiradora. Neste artigo, exploraremos a profundidade do pensamento de Maslow, que acreditava firmemente que os seres humanos são capazes de algo muito maior do que guerra, preconceito e ódio. Descubra como sua abordagem otimista pode influenciar sua jornada de saúde e espiritualidade holística.

Abraham Maslow: Um Pioneiro da Psicologia Humanista 

Abraham Maslow revolucionou a psicologia ao desafiar as abordagens tradicionais. Ele não se concentrou apenas nos problemas e nas patologias, mas sim no potencial inato de cada ser humano para o crescimento e a autorrealização. Sua teoria da hierarquia das necessidades, que explora desde as necessidades fisiológicas até a busca pela transcendência, é um marco na compreensão da motivação humana. A Crença no Potencial Humano: A citação inspiradora de Maslow que diz: "Queria provar que humanos são capazes de algo maior que guerra, preconceito e ódio." resume sua visão otimista sobre a natureza humana. Ele acreditava que, em sua essência, as pessoas são movidas pelo desejo de amor, conexão e significado. Maslow defendia que, ao nos elevarmos acima das emoções negativas, como ódio e preconceito, podemos desbloquear um potencial imenso para o bem.

Relevância para a Saúde e Espiritualidade Holística

Como essa visão se conecta com a saúde e a espiritualidade holística? Simples: ao adotarmos a perspectiva de Maslow, cultivamos uma abordagem mais positiva e esperançosa em relação a nós mesmos e ao mundo. Isso significa: Cultivar o Autoconhecimento: A hierarquia das necessidades de Maslow nos incentiva a compreender nossas necessidades básicas e a avançar em direção à autorrealização. Buscar Significado e Propósito: A busca por significado, um aspecto central da visão de Maslow, está no coração da espiritualidade holística. Ao nos conectarmos com um propósito maior, encontramos motivação e direção. Praticar a Compaixão: A crença de Maslow no potencial humano nos inspira a cultivar a empatia e a compaixão, qualidades essenciais para o bem-estar e para relacionamentos saudáveis. 

Fomentar a Esperança

A visão de Maslow nos lembra que, mesmo em tempos difíceis, somos capazes de superar a negatividade e construir um futuro melhor. Como Aplicar a Visão de Maslow em sua Vida: Pratique a Autocompaixão: Reconheça suas qualidades e seus desafios com gentileza e aceitação. Explore seus Valores e Propósito: Dedique tempo para refletir sobre o que é realmente importante para você e como pode contribuir para o bem comum. Conecte-se com sua Comunidade: Cultive relacionamentos positivos e busque apoio em pessoas que compartilham seus valores e aspirações. 

Pratique a Gratidão

Reconheça as bênçãos em sua vida, mesmo em momentos desafiadores. Busque o Crescimento Contínuo: Invista em seu desenvolvimento pessoal e espiritual, buscando sempre se tornar uma versão melhor de si mesmo. Conclusão: A visão humanista de Abraham Maslow nos convida a elevar nosso olhar para o potencial positivo da humanidade. Ao abraçarmos sua crença no bem inato e na capacidade de superarmos a negatividade, podemos trilhar um caminho mais saudável, espiritual e significativo. Lembre-se: você é capaz de algo maior!

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A Aventura da Transformação: Desvende o Poder da Mudança

Saúde & Espiritualidade Holística

Já parou para pensar no que te move? É a vontade de manter tudo como está ou a coragem de abraçar o novo? A mudança é como um convite para uma aventura épica, onde a cada curva surge uma nova paisagem. Mas, e você? Prefere se acomodar na zona de conforto ou embarcar nessa jornada rumo à sua melhor versão?

A vida é um eterno movimento. E a cada mudança, uma oportunidade de renascer. Quer descobrir como transformar seus medos em combustível para decolar?

O Medo da Mudança: Um Obstáculo a Ser Superado

  • É natural sentir medo da mudança. Afinal, o desconhecido pode ser assustador. Mas é justamente ao sair da nossa zona de conforto que encontramos oportunidades de crescimento e desenvolvimento.
  • Identifique seus medos: Qual é o maior medo que te impede de mudar? Ao reconhecê-lo, você já dá o primeiro passo para superá-lo.
  • Questione suas crenças: Muitas vezes, nossos medos são alimentados por crenças limitantes. Desafie essas crenças e abra-se para novas possibilidades.
  • Visualize o futuro: Imagine como será sua vida após a mudança. Essa visualização positiva pode te motivar a seguir em frente.

A Jornada da Transformação: Um Passo de Cada Vez

  • A transformação é um processo gradual. Não espere resultados da noite para o dia. Celebre cada pequena conquista e aprenda com os desafios.
  • Estabeleça metas claras: Defina o que você deseja alcançar e crie um plano de ação.
  • Busque apoio: Conte com a ajuda de amigos, familiares ou um profissional para te acompanhar nessa jornada.
  • Cuide de si mesmo: Uma mente sã em um corpo são. Pratique atividades físicas, medite e alimente-se de forma saudável.

Os Benefícios da Mudança

  • A mudança pode ser assustadora, mas os benefícios são inúmeros. Ao abraçar a transformação, você:
  • Aumenta sua autoestima: Ao superar desafios, você se sente mais capaz e confiante.
  • Expande seus horizontes: A mudança te permite conhecer novas pessoas, lugares e experiências.
  • Encontra seu propósito de vida: Ao se conectar com seus valores e paixões, você descobre o que te faz verdadeiramente feliz.

A mudança é a única constante em nossas vidas. E ela pode ser a chave para uma vida mais plena e feliz. Ao invés de resistir à mudança, abrace-a como uma oportunidade de crescimento e desenvolvimento.

E você, está pronto para embarcar nessa aventura? Compartilhe nos comentários quais são os seus maiores desafios e como você tem lidado com as mudanças em sua vida. Juntos, podemos inspirar e transformar o m

O Conceito de Body Horror e a Psicanálise

Saúde e Espiritualidade Holística

O filme A Substância (The Substance) é um exemplo marcante do gênero body horror, que explora a transformação e deterioração física do corpo humano. Ao analisá-lo à luz da psicanálise, podemos compreender como essas imagens perturbadoras refletem ansiedades e conflitos profundos relacionados à identidade, ao inconsciente e à relação com o próprio corpo.

O body horror se caracteriza pela desconstrução dos limites do corpo, com mutações grotescas que provocam terror e repulsa. Na psicanálise, essa violação física do corpo pode ser interpretada como uma manifestação de angústias psíquicas e simbólicas. 

O filme A Substância traz à tona esse medo profundo da perda de controle sobre o corpo, evocando uma série de conceitos psicanalíticos que nos ajudam a compreender o impacto psicológico e emocional do gênero.

O Estranho ("Das Unheimliche") de Freud

Sigmund Freud desenvolveu o conceito de “Das Unheimliche”, traduzido como "o estranho", para explicar a sensação de inquietação e desconforto quando algo familiar se torna assustador. No body horror, o corpo humano, que normalmente representa um lugar de segurança e controle, é transformado em algo terrível e desconhecido. No filme A Substância, essa transformação física evoca medos inconscientes sobre a integridade e controle do corpo, expondo vulnerabilidades profundas.

O Real Lacaniano

De acordo com Jacques Lacan, o Real é uma dimensão da experiência que não pode ser simbolizada ou compreendida completamente. No body horror, as mutações corporais são uma forma de o Real invadir a vida dos personagens, representando algo incontrolável e incompreensível. O corpo, que deveria ser um espaço de identificação e controle, torna-se um território de caos. No caso de A Substância, a mutilação física representa essa ruptura entre o simbólico e o Real, revelando a impossibilidade de controle completo sobre a própria existência.

Angústia de Castração e a Destruição do Corpo

A destruição do corpo, um elemento chave no body horror, pode ser vista como uma representação simbólica da angústia de castração, um medo profundo de perda de controle e integridade física. O filme ilustra esse medo primal, ao retratar o corpo em processo de desintegração e perda de sua forma original. Isso conecta o espectador a uma ansiedade universal: a fragilidade e vulnerabilidade do corpo humano.

Abjeção: O Corpo como Lixo

A filósofa e psicanalista Julia Kristeva desenvolveu o conceito de abjeção para descrever a repulsa gerada por aquilo que transgride as fronteiras entre o eu e o que é considerado “não-eu”. No body horror, o corpo é mostrado de forma abjeta, violando a ordem e o que é socialmente aceito. Sangue, carne e fluidos corporais expostos tornam-se um lembrete da fragilidade humana. No filme, o abjeto é explorado de maneira visceral, criando uma experiência psicológica e emocional de desconforto e horror.

Escolas Psicanalíticas e o Body Horror

As diferentes escolas da psicanálise oferecem visões valiosas para entender o body horror, mas é a escola lacaniana e as teorias pós-estruturalistas que melhor explicam os fenômenos retratados em A Substância. Lacan, com sua ênfase na relação entre o simbólico, o imaginário e o Real, ajuda a interpretar como a mutação do corpo revela aspectos do inconsciente e do trauma.

Julia Kristeva, com sua teoria da abjeção, também fornece uma leitura poderosa para entender o terror causado pela violação dos limites do corpo. A repulsa e o desconforto gerados pelo filme estão diretamente ligados à ideia de que o corpo pode se tornar algo “não humano”, rompendo as fronteiras da identidade e da ordem social.

O filme A Substância nos oferece uma reflexão profunda sobre o medo do corpo, da perda de controle e da vulnerabilidade humana. A partir das lentes da psicanálise, especialmente pelas contribuições de Freud, Lacan e Kristeva, podemos interpretar o body horror como uma forma de externalizar ansiedades inconscientes sobre a identidade, a integridade física e a mortalidade. A transformação grotesca do corpo, retratada no filme, simboliza medos profundos e universais, sendo o body horror uma metáfora poderosa para o terror existencial que todos nós enfrentamos.

Coringa 2 e a explicação da piada que o público não queria, mas deveria ouvir

1. Abordagem sobre a Loucura de Arthur Fleck

Saúde e Espiritualidade Holistica

O filme "Coringa 2" explora de forma profunda a fragilidade de Arthur Fleck, representando sua psicose de maneira mais crua e desglamourizada. Sob a luz da psicanálise lacaniana, a narrativa reflete o conceito de "sujeito dividido", onde a loucura de Arthur se desenvolve como um processo de perda de controle do Real. Fleck está em busca de uma unidade que nunca será alcançada, simbolizando a falha na estruturação do Grande Outro, levando-o à apatia.

2. A Relação com Arlequina

A relação entre Fleck e Arlequina, interpretada por Lady Gaga, é retratada como um exemplo do conceito de "Folie à Deux" – um delírio compartilhado. No entanto, Lacan oferece uma perspectiva onde o desejo do sujeito só se realiza no campo do desejo do Outro, e assim, o vínculo entre eles se torna um reflexo de suas próprias projeções e necessidades inconscientes. A dualidade entre os personagens evidencia a falha de comunicação psíquica, onde ambos compartilham uma alienação que se alimenta mutuamente, mas que é incapaz de promover a integração.

3. Musicalidade e Subjetividade

A escolha de transformar o filme em um musical também pode ser analisada através do conceito de "lalíngua" de Lacan – a musicalidade da linguagem que transcende o significado literal e entra no domínio do inconsciente. As canções e danças que permeiam a trama evocam o jogo de significantes que Lacan descreve, onde o sujeito se perde no caos da linguagem e busca, através da performance, dar forma ao inominável.

4. Decepção do Público e a Dialética do Desejo

A frustração de parte do público com o novo tom do filme pode ser vista como um reflexo do desejo inconsciente de uma continuidade do primeiro "Coringa". A apatia de Fleck e sua busca infrutífera por controle colide com o imaginário do público, que esperava um retorno ao caos carismático. No entanto, Lacan nos lembra que o desejo é, por natureza, insatisfeito – e "Coringa 2" entrega justamente essa insatisfação como parte de sua mensagem.

Em "Coringa 2", a psicanálise lacaniana ilumina as complexidades da subjetividade de Arthur Fleck, sua relação com o Outro (Arlequina) e a forma como o filme usa a música para acessar o inconsciente. A trama desafia o público a confrontar a impossibilidade de satisfazer completamente o desejo, tanto no personagem quanto em si mesmos.


A Morte, o Suicídio e a Esperança: Prevenção no Setembro Amarelo

Saúde e Espiritualidade Holística

Vivemos tempos desafiadores. A sociedade moderna, marcada por pressões intensas, solidão e desafios emocionais, tem enfrentado um aumento significativo de tendências depressivas. O suicídio, tema muitas vezes silenciado, tem se tornado uma preocupação crescente. O Setembro Amarelo, uma campanha global de conscientização e prevenção ao suicídio, nos lembra da importância de falar sobre essa questão com clareza, empatia e compaixão. Neste artigo, vamos unir os ensinamentos de Elisabeth Kübler-Ross sobre a morte e o morrer com a necessidade urgente de cuidar da saúde mental, trazendo uma mensagem de esperança, consolo e motivação.

Um Reflexo das Dores da Sociedade Atual

A sociedade contemporânea, apesar de todo o avanço tecnológico e material, enfrenta um grande paradoxo: nunca estivemos tão conectados, mas, ao mesmo tempo, tão solitários. As pressões sociais, o estresse no trabalho, a busca incessante por sucesso e a sobrecarga de informações têm impactado profundamente a saúde mental das pessoas. Como resultado, as taxas de depressão e ansiedade têm aumentado de maneira alarmante, e o suicídio, tragicamente, tem sido uma solução desesperada para muitos que se sentem sem saída.

O Setembro Amarelo: Luz em Meio à Escuridão

O Setembro Amarelo surgiu como um movimento global de conscientização e prevenção ao suicídio. Ele nos convida a quebrar o silêncio e a falar abertamente sobre a dor emocional, oferecendo suporte a quem precisa. Essa campanha busca mostrar que, por mais sombria que a situação possa parecer, há sempre ajuda disponível. O suicídio nunca deve ser uma opção, pois há esperança, tratamentos e soluções para a dor.

As 5 Fases do Luto e a Relação com a Depressão

Os ensinamentos de Elisabeth Kübler-Ross, que identificou as cinco fases do luto (Negação, Raiva, Barganha, Depressão e Aceitação), também podem ser aplicados às tendências depressivas que levam ao suicídio. A fase da Depressão, em particular, representa um estágio profundo de dor e desesperança. Muitas pessoas que enfrentam a depressão sentem-se presas nessa fase, incapazes de enxergar a aceitação ou a cura.

No entanto, Kübler-Ross nos lembra que a depressão é uma fase – algo que pode ser superado com apoio e tratamento adequados. É fundamental que aqueles que estão sofrendo não se sintam sozinhos ou desamparados. O Setembro Amarelo nos convida a estender a mão e oferecer acolhimento, mostrando que é possível sair dessa escuridão.

A Importância de Falar e Ouvir

Uma das maiores barreiras para a prevenção do suicídio é o silêncio. A vergonha e o estigma social em torno da saúde mental impedem que muitas pessoas busquem ajuda. Kübler-Ross, em seus estudos sobre o luto, sempre enfatizou a importância do diálogo aberto sobre as emoções. Da mesma forma, precisamos criar espaços seguros onde as pessoas possam expressar sua dor sem medo de julgamento. Ouvir é um dos atos mais poderosos de apoio que podemos oferecer.

Prevenção ao Suicídio: Ações que Salvam Vidas

A prevenção ao suicídio não depende apenas de campanhas e conscientização; ela começa no dia a dia, em nossas relações pessoais. Algumas atitudes essenciais incluem:

Oferecer Apoio Emocional: Esteja presente para aqueles que você ama. Às vezes, uma simples conversa pode ser o que alguém precisa para se sentir visto e ouvido.

Incentivar a Busca por Ajuda Profissional: Psicólogos e psiquiatras são essenciais no tratamento da depressão e na prevenção ao suicídio. Encaminhar alguém para profissionais qualificados pode salvar vidas.

Estar Atento aos Sinais: Mudanças bruscas de comportamento, isolamento e falas que expressam desesperança podem ser sinais de que alguém está sofrendo profundamente. Não tenha medo de perguntar como essa pessoa está se sentindo.

Desmistificar o Suicídio: É preciso falar sobre o suicídio de maneira responsável. O Setembro Amarelo nos ensina que o suicídio é uma questão de saúde mental e que, com o tratamento adequado, a vida pode ser renovada.

Encontrando Esperança: A Luz Depois da Escuridão

Nos momentos mais difíceis, pode parecer impossível encontrar esperança. A dor emocional pode ser avassaladora, mas é importante lembrar que ela não define o futuro. Assim como o processo de luto descrito por Kübler-Ross, a dor profunda que muitos sentem pode ser transformada com tempo, suporte e cuidado.

Para quem está sofrendo, a mensagem mais importante é: não desista. Por mais desolador que o presente pareça, existe um caminho de cura. Há sempre alguém disposto a ouvir, a oferecer um ombro e a ajudar a encontrar soluções. O Setembro Amarelo nos lembra que a vida é preciosa e que a dor não precisa ser vivida sozinha.

A Vida Vale a Pena

No coração da campanha Setembro Amarelo está a ideia de que a vida, apesar de suas dificuldades, sempre vale a pena. Não importa o quão sombria a jornada possa parecer, sempre há luz à frente. Elisabeth Kübler-Ross nos ensinou que até mesmo diante da morte, há beleza, transformação e significado. Da mesma forma, até nos momentos de maior dor, podemos encontrar motivos para continuar.

Unindo Esperança e Ação

Neste Setembro Amarelo, somos convidados a refletir sobre a importância de cuidar da saúde mental, de falar sobre o suicídio e, acima de tudo, de oferecer esperança. As tendências depressivas podem ser avassaladoras, mas não são definitivas. Com diálogo, empatia e apoio, podemos ajudar a salvar vidas.

A dor do luto, da depressão ou da perda pode ser intensa, mas, como nos ensinou Kübler-Ross, a aceitação e a cura são possíveis. O suicídio não é a resposta, e o amor, a escuta e o apoio são caminhos para uma vida renovada. Juntos, podemos transformar o medo e a dor em esperança e luz.

Setembro no Rio Grande do Sul: Um Mês de Tradição, História e Orgulho Gaúcho

Saúde e Espiritualidade Holistica

Setembro é um mês que carrega um significado especial para todos os gaúchos. Mais do que apenas o início da primavera, este mês simboliza um período de celebração, reflexão e conexão profunda com as raízes culturais do Rio Grande do Sul. Para quem vive neste estado ou tem suas origens nele, setembro é um mês de reafirmação da identidade gaúcha, principalmente por conta da emblemática Semana Farroupilha.


A Importância da Semana Farroupilha

A Semana Farroupilha, celebrada de 14 a 20 de setembro, é o ponto alto do calendário cultural gaúcho. Este evento anual é uma homenagem à Revolução Farroupilha, um movimento separatista que ocorreu entre 1835 e 1845 e é considerado um marco de coragem e resistência na história do estado. Durante essa semana, cada canto do Rio Grande do Sul se enche de festividades que celebram a cultura gaúcha com desfiles, danças típicas, música tradicional e, claro, o famoso churrasco gaúcho.


Tradições e Costumes que Definem o Povo Gaúcho

Para os gaúchos, setembro é o mês de vestir a pilcha, a tradicional vestimenta gaúcha, e participar ativamente das atividades culturais. Os Centros de Tradições Gaúchas (CTGs) desempenham um papel fundamental na preservação e promoção dessas tradições, organizando eventos que incluem desde danças tradicionais, como o fandango, até oficinas de artesanato e culinária típica. Beber chimarrão em roda de amigos, ao som de uma boa gaita e com o fogo de chão crepitando ao lado, é uma cena comum e carrega consigo um profundo sentimento de pertença e orgulho.


A Celebração da Identidade Gaúcha

A Semana Farroupilha é muito mais do que uma festa; é um momento de reflexão sobre os valores e a história do Rio Grande do Sul. O orgulho de ser gaúcho está enraizado na resistência e na luta dos antepassados que buscaram autonomia e liberdade. As tradições gaúchas, passadas de geração em geração, são celebradas com entusiasmo e respeito, mantendo viva a cultura do estado. É também uma oportunidade para os jovens aprenderem e se conectarem com suas raízes, garantindo que o legado gaúcho continue forte e vibrante.


Eventos e Atividades Imperdíveis em Setembro

Durante todo o mês, mas especialmente na Semana Farroupilha, o Rio Grande do Sul se transforma em um grande palco de eventos culturais. Desfiles temáticos, como o Desfile Farroupilha, são realizados nas principais cidades, reunindo cavalarianos, grupos folclóricos e escolas. As churrascadas ao ar livre e as rodas de chimarrão se multiplicam, promovendo a integração entre os participantes e reforçando o espírito de união e solidariedade que caracteriza o povo gaúcho.

Além disso, há a realização de concursos de poesias, festivais de música nativista, e exposições que mostram o talento e a criatividade dos artistas locais. Esses eventos não só atraem turistas, mas também reforçam o orgulho dos gaúchos em suas tradições e história.


O Impacto Cultural e Econômico das Festividades de Setembro

As celebrações de setembro também têm um impacto significativo na economia local. O turismo cultural cresce nesse período, com visitantes de todas as partes do Brasil e até do exterior, interessados em vivenciar de perto a rica cultura gaúcha. Hotéis, restaurantes e lojas locais experimentam um aumento no movimento, o que gera empregos temporários e aquece a economia do estado.

Setembro no Rio Grande do Sul é mais do que um simples mês; é um símbolo de resistência, tradição e orgulho. Cada atividade, desde o desfile até a mais simples roda de chimarrão, carrega um significado profundo e reflete o amor dos gaúchos pela sua terra e suas tradições. Celebrar setembro é reafirmar o que significa ser gaúcho e manter viva uma cultura rica e vibrante que continua a inspirar gerações.


A fé e a meditação, segundo Carl Gustav Jung

Saúde e Espiritualidade

Carl Gustav Jung, o renomado psiquiatra e psicoterapeuta suíço, tinha uma perspectiva única sobre a fé e a meditação, alinhada com suas teorias psicológicas e interesse pela espiritualidade.

Para Jung, a fé não era apenas uma crença cega, mas um componente essencial da psique humana. Ele acreditava que a fé desempenhava um papel crucial na saúde mental e espiritual das pessoas. A fé, segundo Jung, podia ser vista como uma expressão do inconsciente coletivo, um conjunto de arquétipos e símbolos universais que influenciam a psique humana. Jung argumentava que a fé podia ajudar os indivíduos a encontrar um sentido de propósito e significado na vida, proporcionando um caminho para integrar diferentes aspectos da personalidade.

Além disso, Jung considerava que as tradições religiosas e espirituais forneciam uma estrutura para a experiência da fé, ajudando as pessoas a lidarem com as incertezas e dificuldades da vida. Ele não via a fé como contraditória à ciência ou à psicologia, mas sim como um complemento que poderia enriquecer a compreensão da mente humana.

Meditação

A meditação, na visão de Jung, era uma prática que podia ajudar na autoexploração e no crescimento pessoal. Ele acreditava que a meditação poderia facilitar o processo de individuação, o desenvolvimento do "self" ou "si-mesmo". A individuação é um conceito central na psicologia junguiana, referindo-se ao processo de integração de todos os aspectos da personalidade, consciente e inconsciente, para alcançar a totalidade e a realização pessoal.

Jung estava particularmente interessado nas práticas meditativas orientais, como o Ioga e o Zen-Budismo, reconhecendo nelas métodos eficazes para acessar o inconsciente e promover a integração psíquica. Ele viu a meditação como uma maneira de silenciar a mente consciente, permitindo que conteúdos do inconsciente emergissem e fossem integrados na consciência.

Em resumo, para Jung, a fé e a meditação eram componentes importantes do desenvolvimento psicológico e espiritual. Ele via a fé como uma força que pode dar sentido e propósito à vida, enquanto a meditação era uma ferramenta para a auto exploração e a integração dos diferentes aspectos da personalidade. Ambas práticas, segundo ele, poderiam contribuir significativamente para o bem-estar e a realização pessoal.

Como Gramado, na Serra Gaúcha, Se Tornou a Meca do Cinema Brasileiro

Cinema e História

Descubra como Gramado, na Serra Gaúcha, se tornou a meca do cinema brasileiro, abrigando o prestigiado Festival de Cinema de Gramado, que atrai cineastas e entusiastas do cinema de todo o país.

Gramado, uma charmosa cidade localizada na Serra Gaúcha, é conhecida por suas paisagens deslumbrantes, clima europeu e arquitetura encantadora. No entanto, além de ser um destino turístico popular, Gramado também se destacou no cenário cultural brasileiro ao se tornar a sede do Festival de Cinema de Gramado, consolidando-se como a meca do cinema brasileiro. Mas como essa cidade pitoresca conquistou esse título? Vamos explorar a fascinante jornada de Gramado no mundo do cinema.

A Origem do Festival de Cinema de Gramado

O Festival de Cinema de Gramado teve sua primeira edição em 1973, inicialmente como uma extensão do Festival de Cinema de Canela. A ideia era criar um evento que celebrasse a produção cinematográfica brasileira, proporcionando um espaço para o encontro entre cineastas, críticos e o público. Desde então, o festival cresceu e se consolidou como um dos mais importantes eventos de cinema da América Latina.

O Palácio dos Festivais: O Coração do Evento


Inaugurado em 1975, o Palácio dos Festivais é o local onde ocorrem as principais exibições e a cerimônia de premiação do Festival de Cinema de Gramado. O prédio, localizado na Avenida Borges de Medeiros, é o símbolo do festival e um ponto turístico imperdível para os amantes da sétima arte. É aqui que o famoso Kikito, troféu concedido aos vencedores, é entregue aos cineastas de destaque.

Gramado e a Consolidação do Cinema Brasileiro

Ao longo dos anos, o Festival de Cinema de Gramado desempenhou um papel crucial na valorização e promoção do cinema nacional. O evento não apenas oferece visibilidade para produções brasileiras, mas também incentiva novos talentos e promove o intercâmbio cultural entre profissionais do cinema de todo o mundo. Gramado se tornou um verdadeiro polo cultural, atraindo turistas e profissionais do cinema, além de consolidar sua imagem como destino cinematográfico.

O Impacto Cultural e Econômico do Festival

O Festival de Cinema de Gramado não é apenas um evento de prestígio cultural, mas também um motor econômico para a cidade e a região. Durante o festival, Gramado recebe milhares de visitantes, o que impulsiona a economia local, especialmente nos setores de hospedagem, gastronomia e comércio. Além disso, a presença de grandes nomes do cinema nacional e internacional aumenta a visibilidade da cidade, consolidando-a como um destino de referência para o turismo cultural no Brasil.

A Experiência de Visitar Gramado Durante o Festival

Visitar Gramado durante o Festival de Cinema é uma experiência única. A cidade se transforma em um verdadeiro reduto de cultura, com eventos paralelos, mostras de filmes, debates e encontros entre cineastas e o público. A Rua Coberta, o Palácio dos Festivais e outros pontos turísticos se tornam o epicentro de atividades culturais, criando uma atmosfera vibrante e envolvente.

Gramado, na Serra Gaúcha, não se tornou a meca do cinema brasileiro por acaso. A combinação de seu charme natural com a excelência do Festival de Cinema de Gramado fez da cidade um ícone cultural e um destino indispensável para os amantes do cinema. Se você é apaixonado por cinema ou simplesmente busca uma experiência cultural enriquecedora, visitar Gramado durante o festival é uma oportunidade imperdível.

Já visitou Gramado durante o Festival de Cinema? Compartilhe sua experiência nos comentários abaixo e conte-nos o que mais gostou desse evento cinematográfico único!


Pinhão, Bergamota e Chimarrão: Sabores do Inverno Gaúcho


O inverno no Rio Grande do Sul é uma estação que traz consigo uma série de tradições e costumes culinários que aquecem os corações dos gaúchos. Entre esses costumes, destacam-se o pinhão, a bergamota e o chimarrão, três elementos que são a cara do inverno no estado. Vamos explorar a preferência do gaúcho por esses sabores tão característicos.

Pinhão: Um Tesouro da Araucária


O pinhão é a semente da Araucária, árvore símbolo do sul do Brasil. Com a chegada do frio, os pinhões começam a cair, anunciando a temporada de um dos alimentos mais apreciados pelos gaúchos. Rico em nutrientes como proteínas, fibras e vitaminas, o pinhão pode ser consumido de diversas maneiras: cozido, assado, ou até mesmo em pratos mais elaborados como sopas e farofas.
Curiosidade: A colheita do pinhão é regulada por lei para garantir a preservação das araucárias e o equilíbrio ecológico da região.

Bergamota: A Fruta do Inverno


A bergamota, também conhecida como tangerina ou mexerica em outras regiões do Brasil, é outra grande protagonista do inverno gaúcho. Seu sabor doce e levemente ácido, combinado com o aroma cítrico, faz dela uma fruta refrescante e revigorante, ideal para os dias frios.
Benefícios para a saúde: Além de ser deliciosa, a bergamota é rica em vitamina C, que fortalece o sistema imunológico, ajudando a prevenir gripes e resfriados comuns nessa época do ano.

Chimarrão: A Bebida que Une


Nenhuma conversa sobre tradições gaúchas estaria completa sem mencionar o chimarrão. Esta bebida, feita com erva-mate e água quente, é um símbolo de hospitalidade e amizade no sul do Brasil. No inverno, o chimarrão ganha um papel ainda mais especial, pois ajuda a espantar o frio e reúne as pessoas em torno de uma roda de mate.
Cultura e tradição: Preparar e compartilhar o chimarrão é um ritual que envolve respeito e tradição. A roda de chimarrão é um momento de confraternização, onde as pessoas compartilham histórias e fortalecem seus laços.

A Conexão com a Identidade Gaúcha


Pinhão, bergamota e chimarrão são mais do que apenas alimentos ou bebidas; eles são parte integrante da identidade cultural do Rio Grande do Sul. No inverno, esses elementos se destacam ainda mais, trazendo à tona memórias afetivas e fortalecendo a sensação de pertencimento e tradição.


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Vento Minuano: A Alma do Pampa Gaúcho

Saúde e Espiritualidade Holística


Vento Minuano: A Alma do Pampa Gaúcho

A música representa uma das mais potentes formas de expressão cultural de um povo. No Rio Grande do Sul, sul do Brasil, a música gaúcha tradicional é particularmente proeminente. O grupo Os Serranos, destacado representante deste estilo, captura em suas músicas a alma do pampa gaúcho. "Vento Minuano" é uma dessas obras-primas. Este artigo visa explorar a riqueza cultural e poética desta canção, enfatizando sua relevância para a identidade do povo gaúcho.

A canção "Vento Minuano" presta tributo ao vento gelado e distintivo que sopra no sul do Brasil, particularmente durante o inverno. A letra é um poema que louva a beleza e o vigor da natureza do Rio Grande do Sul. Analisaremos alguns versos para apreciar mais profundamente essa obra-prima:

Verso 1:
"Vento minuano que corta a coxilha, traz a saudade de um tempo que foi."

Verso 2:

"Sopra no campo, retalha a paisagem, leva com ele lembranças de amor."

Refrão:

"Vento minuano, companheiro do sol, testemunha das histórias do meu pampa."

Significado Cultural

O vento Minuano transcende um mero fenômeno climático; ele simboliza a resistência e a tenacidade do povo gaúcho. A música encapsula essa essência, personificando o vento como um ente que dialoga com a paisagem e com o cotidiano dos gaúchos. Tal personificação estabelece uma conexão emocional entre a melodia e quem a escuta, consolidando a identidade cultural da região.

Importância para a Identidade Gaúcha

A música "Vento Minuano" vai além de ser apenas uma bela melodia. Ela é um reflexo da alma gaúcha, representando a dureza e a beleza do pampa. A canção reforça a ligação dos gaúchos com sua terra, suas tradições e seu modo de vida. Em um mundo cada vez mais globalizado, onde as identidades regionais podem se diluir, músicas como esta são essenciais para manter viva a cultura local.

"Vento Minuano" de Os Serranos é uma celebração da cultura gaúcha em forma de música. Sua letra poética e sua melodia envolvente capturam a essência do pampa e a força do povo gaúcho. Ao ouvir essa canção, somos transportados para as coxilhas, sentindo o vento frio e admirando a paisagem única do sul do Brasil. É uma lembrança constante da riqueza cultural que define a identidade do Rio Grande do Sul.

Se você é apaixonado pela cultura gaúcha ou está interessado em conhecer mais sobre ela, "Vento Minuano" é uma música que não pode faltar na sua playlist.

Afinal, Guaíba é rio ou lago?

Saúde e Espiritualidade

Não existe consenso científico em torno da definição do Guaíba como rio ou lago, porque este tem comportamento dual, afirmou nesta quinta-feira (16) o professor Joel Avruch Goldenfum, diretor do Instituto de Pesquisas Hidráulicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFGRS). "As margens se comportam bem como lago, principalmente envolvendo questões de recirculação, baixa profundidade, sendo basicamente bidimensional, ou seja, não existe direção predominante. O rio tem uma direção como se fosse uma linha.

No lago, a água fica girando", exemplifica. De acordo com Goldenfum, no meio do Guaíba passa um canal grande, de onde vêm águas do Rio Jacuí, que drena 80 mil quilômetros quadrados, ou um terço das águas do estado. "É muita água; então, tem uma corrente importante. Por isso, pessoas argumentam que um lago pode ter um rio passando por ali. Só que, muitas vezes, o comportamento é predominante como rio e, outras vezes, pode ser predominante como um lago", detalha. 

Para ele, em termos de modelagem, de variação de níveis, de como o Guaíba enche ou esvazia, pouco importa se vão chamá-lo de lago ou de rio. O que importa é modelar os processos. "Porque, na verdade, vou modelar o sistema considerando todas as influências que ele tem, considerando o que acontece quando ele sobe, onde ele recircula etc", disse Goldenfum que também ressaltou, contudo, que existem outras questões envolvidas que são mais de questão legal e que mudam o problema.

Interpretações


De acordo com a legislação, se o Guaíba for um rio, tem de ter um recuo não edificado muito grande que, dependendo do local, pode variar de 100 metros a 500 metros. Ninguém tiraria o que já existe, mas não poderia edificar novas construções. Se for considerado lago, a área não edificada varia entre 10 metros e 30 metros, dependendo das interpretações. "Existem interpretações distintas sob o ponto de vista científico, sem se preocupar com a questão legal, e pessoas que dizem que o Guaíba se comporta predominantemente como rio, ou predominantemente como lago. Quem chega primeiro dá o nome", afirma o professor. Goldenfum lembrou que o nome dos biomas aquáticos é dado pela população. "A população sempre chamou de rio Guaíba. De repente, houve essa movimentação, que pode ter tido motivação técnica, no sentido de que o Guaíba seria predominantemente lago, ou pode ter outras motivações. O consenso não existe, por isto Guaíba tem comportamento dual", reafirmou o professor.

Por outro lado, existe um movimento legal, capitaneado pela Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural e o Instituto Gaúcho de Estudos Ambientais, para que o Guaíba tenha uma faixa de proteção permanente. Há também uma ação civil pública questionando a definição do Guaíba como lago. "Quem vai decidir isso, no final das contas, vai ser a Justiça, e não a ciência", disse Goldenfum. Até os anos de 1990, o Guaíba foi considerado rio. A partir daí, passou a ser definido como lago.

Oficialmente, a prefeitura de Porto Alegre assumiu recentemente o Guaíba como lago. Inclusive, existe o Comitê da Bacia do Lago Guaíba. O coordenador-geral do Atlas Ambiental de Porto Alegre e também da UFRGS, Rualdo Menegat, afirma que a polêmica geográfica em torno do rio ou lago Guaíba e da lagoa ou laguna dos Patos não se justifica. Menegat afirmou que, do ponto de vista da ciência, o correto é chamar de lago Guaíba. "Não temos dúvida sobre isso. Mas há também o nome mais popular, que é rio Guaíba", contextualiza.

Segundo o geólogo, nos últimos 20 anos, o nome lago Guaíba tem sido mais usado porque as pessoas foram se convencendo que ele, na verdade, funciona como um lago. "Também é importante que as pessoas se conscientizem pelo nome correto, porque aquilo que a gente joga em um lago fica ali. Aquilo que se joga no rio, as pessoas pensam que é um problema do vizinho de baixo", relata. Por isso, insistiu que do ponto de vista da gestão ambiental, é importante que se usem conceitos corretos porque estes são os que os professores vão ensinar na sala de aula. O Guaíba é definido como um lago aberto que recebe água da rede fluvial, formada por quatro rios [Jacuí, do Sinos, Caí e Gravataí] que afluem para o lago Guaíba, que, por sua vez, também escoa essa água para a laguna dos Patos, pois está conectado com ela.

Fonte: Amanhã


Quebra de Padrões Familiares: Um Caminho para a Saúde Holística

Saúde e Espiritualidade Holística

No universo da saúde holística, a conexão entre padrões familiares, hereditariedade e evolução espiritual desempenha um papel fundamental. Neste artigo, exploraremos como a quebra de padrões familiares pode ser um caminho para a cura e o bem-estar integral.

Padrões Familiares e Hereditariedade:

Os padrões familiares são padrões de comportamento, crenças e até mesmo doenças que tendem a se repetir ao longo das gerações. Muitas vezes, esses padrões são transmitidos geneticamente, resultando em predisposições para certas condições de saúde dentro da família.

Karma e Reencarnação:

Na visão holística, os padrões familiares podem estar relacionados ao karma e às experiências de vidas passadas. Acredita-se que as almas reencarnem em grupos familiares específicos para resolver questões não resolvidas e evoluir espiritualmente.

Quebra de Padrões e Cura Espiritual:

Ao quebrar os padrões familiares negativos, um membro da família não só promove sua própria cura, mas também contribui para a cura do grupo como um todo. Isso ocorre porque há uma interconexão energética entre os membros da família.

Laços Emocionais e Saúde Integral:

Os laços emocionais dentro da família desempenham um papel crucial na saúde integral. A compreensão, aceitação e amor mútuo podem facilitar a quebra de padrões e promover um ambiente de cura e crescimento espiritual.

Em resumo, a quebra de padrões familiares é um aspecto importante da jornada de cura holística. Ao compreendermos as interações entre padrões familiares, hereditariedade, karma e laços emocionais, podemos trilhar um caminho de saúde e espiritualidade mais pleno e equilibrado.


Panem et Circenses: Entretenimento e Controle Social na Sociedade Moderna

Saúde e Espiritualidade Holística

No turbilhão da vida moderna, somos frequentemente envolvidos por uma enxurrada de entretenimento e distrações. Mas será que isso é apenas uma forma inofensiva de passar o tempo, ou há algo mais profundo em jogo? Neste artigo, exploraremos o conceito de "panem et circenses" (pão e circo) da Roma Antiga sob uma perspectiva psicanalítica, destacando como o entretenimento pode ser usado como uma ferramenta de controle social. Vamos mergulhar nas análises das escolas psicanalíticas freudiana e lacaniana para entender melhor esse fenômeno.

A Análise Freudiana: A psicanálise freudiana, desenvolvida por Sigmund Freud, oferece insights profundos sobre as dinâmicas sociais por trás de "panem et circenses". Freud argumenta que as sociedades civilizadas frequentemente reprimem os impulsos individuais em prol da ordem social. Nesse contexto, o entretenimento pode funcionar como uma válvula de escape, permitindo que as pessoas canalizem seus desejos reprimidos de forma segura, mas também mantendo-as apáticas em relação às questões sociais mais amplas.

A Perspectiva Lacaniana: Por outro lado, a psicanálise lacaniana, inspirada nas ideias de Jacques Lacan, enfoca a forma como a cultura dominante molda a subjetividade dos indivíduos. Sob essa luz, "panem et circenses" pode ser interpretado como um exemplo de como o "Outro" - a autoridade cultural e social - manipula e controla os desejos e necessidades das pessoas para perpetuar seu poder. O entretenimento torna-se, então, uma ferramenta de alienação, mantendo as massas afastadas de uma verdadeira reflexão sobre suas condições de vida.

Em suma, a análise psicanalítica nos leva a refletir sobre o papel do entretenimento na sociedade contemporânea. Por trás das camadas superficiais de diversão, há dinâmicas profundas de controle social em jogo. Reconhecer esses mecanismos é o primeiro passo para uma conscientização mais ampla e uma possível resistência a esse ciclo de distração e apatia. Ao compreender o que está por trás do "panem et circenses", podemos buscar formas mais autênticas de expressão e conexão, promovendo tanto a saúde mental quanto a espiritualidade holística.


Oração pela paz no mundo


"Que a paz prevaleça na Terra, que a paz prevaleça em nossos lares e em nossos países. Possam nossas missões ser cumpridas. Agradecemos a ti, Deus, aos espíritos guardiões e às deidades protetoras pela paz. Enquanto a febre do dia se acalma em direção ao crepúsculo, que tudo o que está tenso em nós encontre alívio. Oramos por todos que sofrem. Que essa prece pela paz ecoe como uma canção suave. Amém." por Eimear Burke, chefe da Ordem dos Bardos, Ovates e Druidas.

Bate-papo Fireside com Eimear 134

Meme musical

Quando estamos inseridos em uma rede social, acabamos criando vínculos que acabam por gerar divertidas brincadeiras, como esta do Meme Musical.

Recebi este do Diego  e as regras estão abaixo relacionadas:

1) Indique apenas quatro Amigos dihittianos, (link a pagina dele em seu blog),

2) A cada um, dedique a música que melhor o identifica, (linkando um vídeo musical de sua escolha)

3) Coloque o "link" do blog de quem o indicou

4) Através do dihitt, não deixe de comentar as postagens dos amigos com referência a este "meme"

5) Envie um recado a seu Amigo reportando sua indicação para que ele também participe,

Não custa nada, diverte, e o principal memoriza cada um dos participantes, fazendo com que todos interajam demonstrando assim que amizades virtuais de fato existem.

Meus escolhidos são:

1. Marina Canfield -  Preserva as raízes alemãs, então esta música Liechtensteiner Polka
não poderia ser mais alegre e dançante como ela.  

2 - Lison Costa  - Nada identifica mais este bravo e valoroso amazonense que o canto do Uirapuru

3 - Eninha Campos - Com a inconfundível música Layla do Eric Clapton

4 - João Poeta  - Nosso Poeta de Uberaba, a Música na Lagoa, de Hermeto Pascoal

A violência e o desrespeito contra as mulheres

Nos últimos anos, a sociedade brasileira entrou no grupo das sociedades mais violentas do mundo. Hoje, o país tem altíssimos índices de violência urbana (violências praticadas nas ruas, como assaltos, seqüestros, extermínios, etc.); violência doméstica (praticadas no próprio lar); violência familiar e violência contra a mulher, que, em geral, é praticada pelo marido, namorado, ex-companheiro, etc...

Mas a violência contra a mulher, seja no contexto domiciliar ou público reveste de amplo espaço de tempo. Vamos tentar colocar alguns casos históricos e atuais.

Alguns casos históricos logo abaixo:

Sóror Joana Angélica de Jesus (Salvador, 12 de dezembro de 1761 — 19 de fevereiro de 1822) foi uma religiosa concepcionista baiana, nascida no Brasil colônia, que morreu defendendo o Convento da Lapa em Salvador (Bahia) contra soldados portugueses.


Joana Angélica era filha de José Tavares de Almeida e sua esposa, Catarina Maria da Silva. Aos vinte anos de idade, a 21 de abril de 1782, entrou para o noviciado no Convento de Nossa Senhora da Conceição da Lapa, na capital baiana.

Ali foi escrivã, mestra de noviças, conselheira, vigária e, finalmente, abadessa.

Ocupava a direção do Convento, em fevereiro de 1822, quando a cidade ardia de agitação contra as tropas portuguesas do brigadeiro Inácio Luís Madeira de Melo - que tinham vindo para Salvador desde o Dia do Fico.

Grande resistência opunham os nativos baianos: no ano anterior (1821) a cidade já tinha sido palco de revoltas. A posse de Madeira de Melo tinha sido obstada, em 18 de fevereiro, mas a superioridade das forças do Brigadeiro impingiram a derrota dos nativos.

Soldados e marinheiros portugueses se embriagam e cometem excessos pela cidade, comemorando e, a pretexto de perseguir eventuais "revoltosos" atacam casas particulares e, continuando a sanha desenfreada pelo dia seguinte, tomam as ruas e dirigem-se ao Convento da Lapa.


Sólida construção colonial, ainda hoje existente na Capital Baiana, o Convento da Lapa compõe-se de uma clausura, cuja principal entrada é guarnecida por um portão de ferro.

Os gritos da soldadesca são ouvidos no interior. Imediatamente a Abadessa, pressentindo certamente objetivos da profanação da castidade de suas internas, ordena que as monjas fujam pelo quintal.

O portão é derrubado e, num gesto heróico, Joana Angélica abre a segunda porta, postando-se como último empeço à inusitada invasão.

Conta a tradição, reproduzida por diversos historiadores, que então exclamou:
Cquote1.svgPara trás, bárbaros. Respeitai a Casa de Deus. Antes de Conseguis-tes os vossos perfidos desiguinos passareis por sobre o meu cadáver.Cquote2.svg
Joana Angélica

Abrindo os braços, num gesto comovente, tenta impedir que os invasores passem. É, então, assassinada a golpes de baioneta - penetrando no sagrado recinto, onde encontram apenas o velho capelão, Padre Daniel da Silva Lisboa - a quem espancam a golpes de coronhas, deixando-o como morto.
Joana Angélica tornou-se, assim, a primeira mártir da grande luta que continuaria, até a definitiva libertação da Bahia, no ano seguinte, a 2 de julho, data efetiva da Independência da Bahia.

Jacobina e João Jorge Maurer se conheceram em Hamburgo Velho, na metade do século XIX. Casaram-se e mudaram-se para Leoner-Hof (como era denominada Sapiranga). Jacobina sofria de ataques epilépticos, desde criança, o que fazia com que ela fosse vista como vítima de um transtorno do sistema nervoso, agravados por leituras de natureza religiosa.

Além disso, Jacobina auxiliava o marido no curandeirismo. Naquela época, os médicos eram escassos. Então, as pessoas apelavam para os curandeiros. Aos poucos, Jacobina misturava a religião com o atendimento aos doentes, através de leituras de passagens bíblicas para os pacientes. Logo, ela tornava-se famosa por suas meditações milagrosas.

Os adversários de Jacobina, preocupados com os acontecimentos no Ferrabraz, realizaram um abaixo-assinado, levando a imprensa da época a tomar partido contra Jacobina.

Em pouco tempo surgiram diversos conflitos entre esses dois grupos, acarretando em violência e mortes. Em 28 de junho de 1874, forças policiais atacaram os muckers, que venceram o conflito. Isso contribuiu para a crença da divindade de Jacobina. Após outro ataque falho, Jacobina conseguiu fugir e se esconder no Ferrabraz. O fim do conflito se deu em 2 de agosto do mesmo ano, quando um traidor levou as forças policiais até o esconderijo de Jacobina Mentz, que foi morta junto da maioria dos muckers.
Em 1976, Ângela se apaixonou por Raul Fernandes do Amaral Street, o Doca Street. Ela o conheceu durante uma festa na casa da mulher de Doca. Três meses depois de conhecer Ângela, Doca mudou-se para o apartamento dela e assumiu o romance.
Em 30 de dezembro do mesmo ano, dia do crime, o casal estava em Búzios para passar o réveillon. Segundo amigos de Ângela, a paixão dela por Doca já não existia mais. Depois de passar toda a tarde bebendo, Ângela, completamente embriagada, discutiu violentamente com Doca.
Durante a briga, disse que não queria mais viver com ele, segundo afirmou Doca na época. Doca então foi embora. Mas voltou. E implorou para que Ângela ficasse com ele. Ângela concordou. Mas, ainda segundo Doca, impôs uma condição: ele teria que aceitar relacionamentos dela com outros homens. Nesse instante, Doca sacou uma arma e matou Ângela com quatro tiros. Depois de passar por dois julgamentos, ele acabou condenado a 15 anos de prisão em regime fechado.

Este caso ficou famoso pela defesa alegada pelo réu: "Legítima defesa da Honra"! Que honra teria sido ofendida para que o assassino cometesse tamanho desatino?
O último caso que será tratado neste artigo é bem atual e revoltante, o relato está publicado no blog Uma Mulher :
Peço um favor, que você leia está carta até o final e deixe o seu coração tomar a decisão.

Nessa carta exponho uma parte da minha vida: Meu nome é Maria de Fátima Jacinto, tenho 49 anos, sou mãe de três filhos, dos quais um faleceu em janeiro de 2009. Somos meus filhos e eu, vitimas de violência doméstica.

 

Momento de rara beleza na Natureza


Colibris bebês crescendo no ninho, de "ovos" para o atual momento que saem do ninho!  

Excelente vídeo com linha do tempo, acompanhe e emocione-se com este belo vídeo

Curiosidades sobre os beija-flores

Os indígenas deram nomes muito sugestivos para os beija-flores, que descreviam com perfeição esses pássaros encantadores:
 

Para os índios caraíbas, eles eram os “colibris”, que significa “área resplandecente”;

Os tupis os batizaram de “guainumbis”, ou seja, “pássaros cintilantes”;
 


Já para os índios guaranis, os beija-flores eram os “mainumbis”, isto é, “aqueles que
encantam, junto à flor, com sua luz e esplendor”.

Seu enorme coração, que representa de 19 a 22% do peso total do corpo, facilita a rápida circulação do sangue;
Num único dia, eles são capazes de ingerir, em substâncias nutritivas, até 8 vezes o peso do seu corpo;
Alguns beija-flores desenvolvem velocidades médias que vão de 30 a 70 Km por hora e a vibração das asas pode atingir 50 a 70 batidas por segundo;

São as únicas aves que conseguem ficar literalmente paradas no ar, decolar e aterrissar verticalmente, e até dar marcha à ré em pleno vôo;

O espetacular colorido dos beija-flores origina-se do fenômeno da refração da luz, através da microestrutura das penas. As mudanças de cores, observadas numa mesma ave, variam de acordo com o ângulo de incidência da luz solar ou com a movimentação do corpo;

Dizem que Igor Sirkorski, que inventou o helicóptero, baseou suas idéias na observação contínua do vôo dos beija-flores. No entanto, o helicóptero não pode voar de cabeça para baixo. Os beija-flores podem.







Fonte de pesquisa: The Hummingbird Garden, de Johan Dalgas Frisch e Christian Dalgas Frisch, Editora Dalgas-Ecoltec Ltda.

O Risco de usar Vick VapoRub

Produto pode causar até inflamação da via respiratória; empresa traz aviso na embalagem

O Vick VapoRub, unguento muito utilizado para aliviar sintomas de resfriado e congestão nasal, pode causar problemas respiratórios graves em crianças com menos de 2 anos. Pesquisa publicada hoje na revista científica americana Chest afirma que o produto pode estimular a produção de muco e inflamar as vias aéreas, cenário perigoso para crianças pequenas.

A embalagem traz a informação de que o "medicamento não deve ser utilizado em crianças menores de 2 anos". E acrescenta: "Para crianças entre 2 e 6 anos, consulte um médico." Mas muitos pais não leem a indicação. A dona de casa Elizangela Spada Torres, mãe de uma menina de 3 anos, aplica o produto na filha desde 1 ano de idade. "Costumo passar no peito, pescoço e costas sempre que ela fica resfriada. Não sabia que era contraindicado para crianças dessa idade." Elizangela conta que começou a usar o produto por costume familiar.

Também é comum a utilização do unguento embaixo ou dentro do nariz, prática contraindicada na embalagem - "não ingira nem coloque dentro das narinas" -, embora em letras pequenas.

A Procter & Gamble, empresa responsável pelo Vick VapoRub, divulgou nota à imprensa em que "enfatiza a importância de seguir as instruções de uso do produto conforme descritas na rotulagem" e afirmou que "trabalha globalmente com agências reguladoras e entidades pediátricas para se certificar de que os pais sigam corretamente as orientações de uso".

Especialistas ouvidos pelo Estado afirmam que o Vick VapoRub pode causar irritação das vias respiratórias e aumentar a produção de muco em pessoas de qualquer idade, mas que as consequências são potencialmente mais graves em crianças menores de 2 anos.

"Vick VapoRub não faz bem para ninguém. Ele irrita as vias aéreas, o que causa um alívio imediato, mas o uso frequente pode levar o paciente a desenvolver rinite crônica", afirma o médico Fabrízio Romano, da Academia Brasileira de Rinologia.

Segundo o alergista João Bosco Magalhães, da Associação Brasileira de Asmáticos, o maior perigo é quando os pais colocam o unguento dentro do nariz da criança. "O produto se liquefaz com o calor do corpo e pode ser aspirado pela criança, levando a um quadro de pneumonia", explica. Magalhães desaconselha também o uso sobre a pele de crianças pequenas, por causa do risco de causar dermatite.

COBAIAS

O principal autor da pesquisa, Bruce K. Rubin, professor da Universidade Wake Forest, nos Estados Unidos, conta que a ideia do estudo surgiu depois de atender uma menina de 18 meses com Vick VapoRub nas narinas e desconforto respiratório grave. Rubin realizou testes com furões - pequenos mamíferos de corpo longo e delgado - e identificou um aumento significativo na produção de muco com o produto.

A Procter & Gamble sublinha que o artigo "descreve resultados de estudos em animais", mas sua relevância clínica "não foi comprovada". Rubin afirma que "furões são o modelo estabelecido para o estudo de secreção de muco e inflamação das vias aéreas, pois, diferentemente de outros animais, suas vias respiratórias são parecidas com as humanas".


RECOMENDAÇÕES

Nariz: a aplicação de Vick VapoRub dentro do nariz é contraindicada em qualquer idade, pois, além de irritar a mucosa, o produto pode se liquefazer com o calor do corpo e ser aspirado, levando a um quadro de pneumonia

Pele: Em crianças pequenas, mesmo o uso sobre a pele não é recomendado, pois o risco de causar dermatite é maior

Uso frequente: Médicos ouvidos pelo Estado afirmam que o unguento aumenta a quantidade de muco nas vias respiratórias em pacientes de qualquer idade. Seu uso frequente, portanto, pode agravar o quadro de congestão nasal

Sem restrições: Para aliviar os sintomas do resfriado, a inalação e a lavagem do nariz com soro fisiológico é a única prática sem restrições para qualquer idade

Fonte: Estadao