Desvendando o Eu Interior com a Mandala na Filosofia Junguiana


Saúde e Espiritualidade Holísticva

Descubra como a prática da Mandala, segundo a filosofia de Carl Jung, pode ser uma poderosa ferramenta para explorar seu eu interior e promover a saúde emocional e espiritual.

Na abordagem holística da Saúde e Espiritualidade, a filosofia junguiana oferece insights valiosos sobre o autoconhecimento, e uma ferramenta chave nesse processo é a Mandala. Criada por Carl Jung, a Mandala vai além de uma simples expressão artística; é uma jornada visual para compreender os aspectos mais profundos da psique.

A Importância da Mandala na Psicologia Junguiana

Jung via a Mandala como um símbolo universal de integração, totalidade e autodescoberta. Esta prática não apenas permite a expressão criativa, mas também revela padrões e simbolismos significativos relacionados ao eu interior. A Mandala é um convite para explorar a complexidade da mente e encontrar equilíbrio.

Analisando os Elementos na Mandala

Cada componente da Mandala possui um significado único. O centro representa o núcleo do eu, a essência fundamental da personalidade, enquanto os setores ao redor conectam o mundo exterior e interior. Ao desenhar e analisar esses elementos, é possível compreender melhor as dinâmicas psicológicas e emocionais que moldam a experiência de vida.

Exemplo Prático de Interpretação: A Evolução das Mandalas

Um exemplo prático envolve um paciente desenhando três Mandalas em momentos distintos. A transformação na composição das Mandalas reflete mudanças na relação entre o eu e o ambiente, proporcionando insights profundos sobre o estado psicológico do indivíduo. Esta prática regular é uma jornada visual que revela a evolução do eu interior.

Mandala como Ferramenta Terapêutica para o Autoconhecimento

Além de ser uma forma de expressão artística, a Mandala é uma ferramenta terapêutica valiosa. Cores específicas, como amarelo para intuição, azul para a mente e vermelho para sentimentos, revelam nuances psicológicas. O desenho consciente de Mandala proporciona um diálogo visual com o inconsciente, facilitando a descoberta de padrões e emoções reprimidas.

Despertando a Consciência com a Mandala

Em conclusão, a Mandala na filosofia junguiana não é apenas uma arte visual; é uma exploração profunda do eu interior. Integrando esta prática à jornada de autoconhecimento promove não apenas a saúde emocional, mas também a espiritualidade holística. Permita-se desvendar os mistérios do seu eu interior por meio da Mandala, uma experiência visual que transcende as fronteiras da psique e da espiritualidade. Comece hoje essa jornada única em direção à totalidade do ser.

Desvendando os Filamentos do DNA: Uma Jornada de Cura e Consciência

Explorando as Profundezas do Inconsciente Coletivo e a Transformação Planetária


Saúde e Espiritualidade Holística

No cenário atual de transformações, observamos um intrigante diálogo entre a espiritualidade e a ciência. Em um mergulho profundo nos ensinamentos de Márcia Vasques, somos guiados a desvendar os mistérios contidos nos filamentos do DNA, revelando não apenas aspectos físicos, mas também insights cruciais para a cura e evolução pessoal.

Manifestação do Inconsciente Coletivo:


A autora nos conduz por uma reflexão sobre como a boca, olhos e ouvidos se tornam os instrumentos de manifestação do inconsciente coletivo. Cada ação, cada grito, ecoa as dores individuais que ainda não foram curadas. Essa percepção aguçada nos convida a compreender o papel das experiências pessoais no grande teatro das relações humanas.

Desafios e Oportunidades da Atualidade:


A narrativa destaca os desafios evidentes, como a vingança, exclusão e oportunismo, que emergem quando o ego se sente ameaçado. No entanto, sugere-se que, paradoxalmente, esses desafios são oportunidades para a transformação e cura. Cada ruptura, cada desconforto, torna-se um chamado para reconhecermos o que não serve mais em nosso campo individual.

Desiquilíbrio Emocional e Limpeza Planetária:


Uma análise profunda revela um desequilíbrio emocional generalizado na sociedade, destacado pela intolerância e julgamento. Essa observação ressoa como um sinal de limpeza planetária, uma fase necessária para transcender as energias densas acumuladas ao longo de eras. O texto sugere que, se não fosse por esse propósito de separação por vibração, o cenário atual teria desencadeado conflitos de maior escala.

Transformação Pessoal e Coletiva:


O cerne da mensagem reside na compreensão de que o processo atual é uma jornada de transformação tanto individual quanto coletiva. Cada um de nós, ao reconhecer as energias antigas e ultrapassadas, desempenha um papel fundamental na unificação, liberação e manifestação do amor. A ciência é desafiada em seu paradigma, pois as respostas que busca estão nos filamentos do DNA que ela muitas vezes considera "lixo".

Uma Nova Rota para a Consciência:


Encerramos esta jornada reafirmando a importância da autopercepção diante dos acontecimentos. A confiança no processo de despertar é ressaltada, destacando que a verdadeira cura reside na aceitação de nossa natureza divina. A ciência é convidada a transcender suas fronteiras, reconhecendo que as respostas que procura podem não estar apenas no campo físico, mas nas memórias divinas contidas nos filamentos do DNA.

Saúde e Espiritualidade Holística: Integrando o Consciente e o Inconsciente

Saúde e Espiritualidade Holística

A busca por uma saúde verdadeiramente holística vai além do físico, adentrando as dimensões mental e espiritual. Neste artigo, exploraremos os ensinamentos do renomado psicanalista suíço, Carl Jung, para entender como a integração do consciente e inconsciente pode contribuir para um bem-estar total. Descubra como a filosofia de Jung oferece insights valiosos para aqueles que buscam uma abordagem holística à saúde.

1. Filosofia Única de Carl Jung: Carl Jung propôs uma visão única sobre a psicologia humana, destacando que a diferença entre os humanos e outros animais reside no software psicológico. Sua abordagem enfatiza a importância do inconsciente coletivo, um reservatório de memórias compartilhadas costuradas em nosso DNA. Isso implica que nossa psicologia é moldada por histórias e mitos comuns, transcendentais às fronteiras culturais.

2. Vida e Influências de Jung: Explorando a vida de Jung, percebemos como suas experiências familiares e sua exposição a rituais religiosos e atividades ocultas influenciaram suas teorias. Sua infância, marcada por contrastes, contribuiu para o desenvolvimento do conceito de individuação, onde a consciência emerge do caos do inconsciente.

3. Arquétipos e Memórias Coletivas: Os arquétipos, padrões universais presentes em mitos e histórias, são fundamentais na visão de Jung. Esses elementos são parte de nossa biologia evolutiva, fornecendo estruturas mentais que dão sentido às nossas experiências. A compreensão desses arquétipos pode ser crucial para alcançar um equilíbrio psicológico e espiritual.

4. Relação com Freud e Teoria do Inconsciente Coletivo: A parceria inicial de Jung com Sigmund Freud é abordada, destacando a separação devido às divergências na teoria do inconsciente. Jung propôs o inconsciente coletivo, indo além das experiências individuais, e isso influenciou profundamente sua visão holística da psicologia.

5. Integração de Persona e Sombra: A filosofia de Jung enfatiza a importância de integrar a persona, a máscara social, com a sombra, os aspectos ocultos e reprimidos. Essa integração é essencial para um bem-estar total, permitindo aceitar nossas dualidades e encontrar autenticidade.

Conclusão sobre a importância da Saúde e Espiritualidade Holística: Em um mundo em constante busca por abordagens de saúde mais abrangentes, as ideias de Carl Jung oferecem uma perspectiva única. Integrar o consciente e o inconsciente, compreender os arquétipos e buscar a harmonia entre persona e sombra são passos cruciais para um bem-estar total. A saúde holística, alinhada com a espiritualidade, não apenas promove o equilíbrio mental e físico, mas também fortalece a conexão profunda com nossa própria essência. Ao adotar esses princípios, podemos trilhar o caminho para uma vida mais plena e saudável.

Navegando nas Águas Turbulentas do Amor Líquido

Saúde e Espiritualidade Holística

Vivemos em uma era marcada pela fluidez, tanto nas relações quanto nas experiências. O renomado psicanalista Christian Dunker, mergulha nas complexidades do "amor líquido," uma metáfora cunhada por Sigmund Bauman. Neste artigo, exploraremos os insights de Dunker, e destacando os aspectos de saúde e espiritualidade holística presentes nas reflexões.

O Conceito de Amor Líquido

A expressão "amor líquido" remete à volatilidade das relações modernas, uma metáfora que descreve a fluidez e a falta de solidez nas conexões humanas. Dunker, ao abordar essa temática, destaca a fragilidade dos amores contemporâneos e como a liquidez impacta as relações interpessoais.

Sigmund Bauman e a Sociologia em Declínio

A análise de Dunker situa Sigmund Bauman entre sociólogos em declínio, destacando a transição de pensamento universalista para perspectivas mais fragmentadas. Bauman, através de suas obras, oferece uma visão crítica das transformações culturais e sociais, fundamentais para compreender a contemporaneidade.

Ética Pós-Moderna e a Busca por Identidade

Bauman propõe uma ética pós-moderna que reflete sobre a ambivalência entre autonomia e heteronomia. refletindo a importância da reflexão sobre os valores que norteiam nossas vidas. Dunker aborda o impacto do mundo digital e eventos globais na virada ética proposta por Bauman. Esta discussão ressalta a necessidade de compreendermos as influências digitais e os desafios éticos inerentes à nossa sociedade líquida.

Desafios Individuais na Era Líquida

A fluidez nas relações afeta a individualidade, transformando o ego em um sistema de aparências. Dunker destaca os desafios enfrentados por indivíduos na recomposição de suas identidades em um mundo líquido, ressoando com as preocupações contemporâneas sobre a saúde mental.

Conclusão

Em resumo, este artigo mergulhou nas reflexões de Christian Dunker sobre o "amor líquido" e sua conexão com as ideias de Sigmund Bauman. A fluidez das relações, a ética pós-moderna e os desafios individuais na era líquida são aspectos cruciais explorados. Este diálogo entre saúde mental, espiritualidade holística e as análises sociológicas de Bauman proporciona uma compreensão mais profunda do nosso mundo em constante transformação. Ao refletirmos sobre essas questões, podemos encontrar caminhos para uma existência mais equilibrada e consciente.


Explorando o Significado Psicológico do Natal: Uma Visão Holística

Natal a luz da Logoterapia

O Natal, uma celebração conhecida por sua importância cultural e religiosa, carrega consigo uma aura de significado profundo e, no entanto, seu ponto de origem exato permanece obscuro. Esta investigação aprofundada, mergulhando nas relações entre o Natal e os princípios da Logoterapia, uma teoria psicológica focada na busca por sentido e propósito na vida, revela aspectos fascinantes dessa data tão emblemática.

Iniciamos nossa jornada com um olhar crítico sobre a falta de referências explícitas na Bíblia sobre a data específica do nascimento de Jesus. Essa lacuna histórica nos convida a explorar como essa celebração ganhou proeminência ao longo dos séculos, apesar da ausência de registros precisos.

Aprofundando-nos na história do Natal, desvendamos a origem intrigante do Papai Noel e das árvores de Natal, descobrindo suas raízes em tradições diversas que se mesclaram ao longo do tempo. Essas práticas, hoje comuns em muitas culturas, têm um passado multifacetado que remonta a várias influências históricas.

Um dos pontos mais marcantes dessa análise é a história emocionante de Maria, mãe de Jesus, examinada sob a lente da Logoterapia. Sua experiência única como uma jovem confrontada com a responsabilidade divina da maternidade nos inspira a refletir sobre como ela encontrou propósito e sentido no desafio extraordinário que enfrentou.

Da mesma forma, exploramos os princípios fundamentais da Logoterapia: autotranscendência e otimismo. Esses conceitos, intrínsecos à busca humana por significado, ressoam como pilares essenciais para a compreensão mais profunda do Natal além das tradições superficiais.

À medida que mergulhamos nas passagens bíblicas do Evangelho de São Lucas, especificamente nos versículos 2:10-14, somos lembrados das palavras proclamadas pelos anjos na noite do nascimento de Jesus. A mensagem de "glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens de boa vontade" ressoa como um convite perene para adotarmos uma postura positiva e compassiva diante da vida.

Concluímos este estudo com a sugestão de aulas que aprofundam a interseção entre a Bíblia e os princípios da Logoterapia. Essa oportunidade oferece uma imersão mais profunda nessa fascinante exploração, uma jornada que promete trazer clareza sobre a riqueza de significados entrelaçados no contexto do Natal.

Em resumo, essa investigação detalhada ressalta não apenas a importância cultural do Natal, mas sua profundidade emocional e espiritual, convidando-nos a buscar além das convenções superficiais para encontrar significado, esperança e propósito em nossas próprias vidas, independentemente de crenças ou tradições.

Como Jung via a natureza como uma expressão dos arquétipos


Carl Jung via a natureza como uma expressão dos arquétipos em seu contexto de psicologia analítica, uma abordagem que se concentra na exploração do inconsciente coletivo e dos processos individuais de individuação. Para entender como Jung relacionava a natureza aos arquétipos, é importante primeiro definir alguns conceitos-chave:

1. Inconsciente coletivo: Jung acreditava que o inconsciente consiste em várias camadas, sendo uma delas o inconsciente coletivo. Esta camada contém elementos compartilhados por toda a humanidade, como padrões de pensamento, imagens e símbolos universais. Os arquétipos são considerados parte do inconsciente coletivo.

2. Arquétipos: Os arquétipos são estruturas inatas e universais do inconsciente coletivo. São padrões primordiais, imagens e conceitos que se repetem ao longo da história da humanidade, independentemente da cultura. Exemplos de arquétipos incluem o herói, a mãe, o pai, o anima/animus e muitos outros.

A partir desses conceitos, Jung via a natureza como uma manifestação dos arquétipos de várias maneiras:

1. Símbolos naturais: Jung argumentava que muitos símbolos e imagens presentes na natureza, como o sol, a lua, as árvores, animais e elementos naturais, eram expressões de arquétipos. Esses símbolos desempenham um papel significativo na mitologia, religião e na psicologia individual, refletindo aspectos profundos do inconsciente coletivo.

2. Experiências de conexão com a natureza: Jung observou que as pessoas muitas vezes experimentam sentimentos de conexão profunda e transcendência ao interagir com a natureza. Ele via essa conexão como uma expressão da relação entre o eu individual e os arquétipos da natureza, como a anima e o animus, que podem ser projetados nas experiências naturais.

3. Metáforas para processos psicológicos: Jung usou frequentemente a natureza como metáfora para processos psicológicos. Por exemplo, ele comparava a água a emoções profundas e o sol a uma representação do eu central. Essas metáforas ajudavam a ilustrar conceitos complexos da psicologia analítica.

No entanto, é importante destacar que a interpretação dos símbolos naturais e sua relação com os arquétipos é altamente subjetiva e depende da perspectiva individual de cada pessoa.


Alquimia da Alma de Jung e o Druidismo

Elaborado com auxilio de IA

É possível combinar os conceitos de Jung sobre a "Alquimia da Alma" com os ensinamentos do Druidismo, especialmente se você estiver interessado em uma abordagem espiritual que integre elementos psicológicos e naturais. O Druidismo é uma tradição espiritual que valoriza a conexão com a natureza, a autoconsciência e o crescimento pessoal, o que pode se alinhar com a jornada de autodescoberta e individuação proposta por Jung.

Ao integrar esses conceitos, você pode considerar a natureza como um espelho para a psique humana, buscando paralelos entre os ciclos naturais e os processos de transformação interior. Por exemplo, assim como a natureza passa por ciclos de renovação, crescimento e transformação, a jornada da alma humana também envolve esses elementos.

No entanto, é importante lembrar que a combinação de diferentes tradições espirituais requer cuidado e respeito pela autenticidade de cada uma delas. É aconselhável estudar profundamente tanto a psicologia de Jung quanto os ensinamentos do Druidismo para entender melhor como eles podem se complementar e enriquecer sua jornada espiritual pessoal.

Aaqui estão alguns pontos-chave que podem ser considerados ao combinar os conceitos de "Alquimia da Alma" de Carl Jung com os ensinamentos do Druidismo, bem como sugestões sobre como ampliar as conexões e sinergias entre eles:

Pontos Combinantes:


1. Natureza como Metáfora Psicológica: Ambas as tradições reconhecem a natureza como uma metáfora para processos psicológicos. Jung usa símbolos e mitos naturais em sua psicologia, enquanto o Druidismo vê a natureza como uma fonte de ensinamentos espirituais.

2. Jornada de Autodescoberta: Tanto Jung quanto o Druidismo enfatizam a importância da jornada de autodescoberta e crescimento pessoal.

3. Integração de Polaridades: Jung fala sobre a integração de polaridades na psique (anima/animus, sombra, etc.), enquanto o Druidismo valoriza o equilíbrio entre polaridades na natureza.

4. Rituais e Práticas: Ambas as tradições usam rituais e práticas para facilitar a transformação interior e a conexão com o divino/natural.

Ampliando Conexões e Sinergias:


1. Estudo Profundo: Dedique tempo para estudar profundamente tanto a psicologia de Jung quanto os ensinamentos do Druidismo para compreender suas nuances e simbolismos.

2. Práticas de Conexão com a Natureza: Realize práticas de conexão com a natureza de acordo com o Druidismo, como rituais sazonais, meditações ao ar livre e observação da vida selvagem, incorporando elementos psicológicos e de autodescoberta.

3. Trabalho com Símbolos: Explore símbolos naturais presentes nas tradições de ambas as áreas e veja como eles se relacionam com sua própria jornada psicológica.

4. Consulte Profissionais: Se você estiver explorando essas conexões de forma mais profunda, considere consultar um psicoterapeuta junguiano experiente e/ou um líder espiritual do Druidismo para orientação.

5. Compartilhe Experiências: Participe de grupos ou comunidades que compartilham interesses semelhantes para trocar experiências e insights.

6. Desenvolva um Diário Espiritual: Mantenha um diário espiritual onde você possa registrar seus sonhos, experiências na natureza e reflexões psicológicas, criando um registro pessoal de sua jornada combinada.

A chave para combinar essas tradições é encontrar maneiras significativas de integrar a psicologia de Jung com a espiritualidade do Druidismo, criando um caminho de autodescoberta e crescimento que seja autêntico para você.

Aqui está uma bibliografia de livros e recursos relacionados aos tópicos de "Alquimia da Alma" de Carl Jung e Druidismo que você pode consultar para aprofundar seu entendimento:

Sobre Carl Jung e Alquimia da Alma:

"Memórias, Sonhos, Reflexões" - Carl Gustav Jung

Neste livro, Jung explora sua própria jornada psicológica e espiritual, oferecendo insights sobre sua compreensão da psicologia analítica, que inclui a Alquimia da Alma.

"Psicologia e Alquimia" - Carl Gustav Jung

Um livro seminal de Jung que explora a relação entre a alquimia medieval e a psicologia profunda, revelando como os processos alquímicos são metáforas para processos psicológicos.

"O Livro Vermelho" - Carl Gustav Jung

Também conhecido como "Liber Novus", este é um registro do próprio processo de autodescoberta de Jung e contém muitos insights relacionados à Alquimia da Alma.

Sobre o Druidismo:

"O Caminho do Druida: Um Manual Moderno Baseado na Antiga Sabedoria Celta" - Penny Billington e Ian Rees

Este livro oferece uma introdução acessível ao Druidismo moderno, incluindo suas práticas espirituais e conexão com a natureza.

"A Prática Druida: Inspirando a Sabedoria Ancestral" - Philip Carr-Gomm

Explora a filosofia e práticas espirituais do Druidismo, bem como sua relação com a natureza e a espiritualidade pessoal.

"Druidry Handbook: Spiritual Practice Rooted in the Living Earth" - John Michael Greer

Um guia prático que aborda rituais, meditações e exercícios espirituais do Druidismo contemporâneo.

"The Druidry Handbook: Spiritual Practice Rooted in the Living Earth" - Emma Restall Orr

Oferece uma visão profunda das práticas e filosofia do Druidismo e explora a conexão íntima com a natureza.

Sobre a Integração de Jung e Druidismo:

"Sacred Land, Sacred Sex: Rapture of the Deep: Concerning Deep Ecology and Celebrating Life" - Dolores LaChapelle

Este livro explora a interseção entre a psicologia de Jung, o Druidismo e a ecologia profunda, fornecendo insights sobre a conexão entre a psique humana e a natureza.

"Soulcraft: Crossing into the Mysteries of Nature and Psyche" - Bill Plotkin

Embora não seja especificamente sobre o Druidismo, este livro explora a jornada da alma e a conexão com a natureza, integrando elementos psicológicos e espirituais.

Esses livros oferecem uma ampla gama de informações sobre a Alquimia da Alma de Carl Jung e o Druidismo, bem como insights sobre como integrar esses dois campos em sua jornada pessoal. Certifique-se de verificar a disponibilidade desses recursos em bibliotecas locais, livrarias ou lojas online.

Mais de 15% dos brasileiros se sentem infelizes, mas só 5% fazem terapia

Sem auxilio de terapia

Renda, situação profissional, orientação sexual, gênero e relações familiares são os fatores que mais influenciam a saúde mental dos brasileiros, de acordo com uma pesquisa inédita divulgada em 04 de Agosto de 2023.  
O estudo, realizado pelo Instituto Cactus e pela Atlas Intel, contou com a participação de 2.248 indivíduos acima de 16 anos, de todas as regiões do país. Os participantes responderam questionários online entre janeiro e fevereiro de 2023.

Do total, 62% não usam serviços de apoio à saúde mental e só 5% fazem psicoterapia. Entretanto, cerca de 16% da população relatou estar tomando medicação para problemas emocionais, comportamentais ou relacionado ao uso de substâncias. A grande maioria (77,7%) faz esse uso há mais de um ano. O trabalho apresenta um novo índice de saúde mental, o iCASM. É uma espécie de nota, que vai de zero a 1.000 pontos, considerando diversos aspectos que influenciam na saúde mental e na qualidade de vida de uma pessoa.

Em sua primeira edição, o resultado geral ficou em 635 pontos. Entre os públicos com piores notas, estão os desempregados (com 494 pontos), mulheres (600), jovens (534), pessoas trans (445), gays (576).

Método para medir a saúde mental

O novo indicador, batizado de Índice Instituto Cactus-Atlas de Saúde Mental (iCASM), analisa aspectos, hábitos e situações da vida, como renda, nível de atividade física, relacionamentos interpessoais, entre outros.Para calculá-lo, os especialistas aplicaram um questionário usado internacionalmente em avaliações de saúde mental, em uma amostra da sociedade considerada representativa.

As respostas foram então agrupadas em três dimensões: confiança, vitalidade e foco.

Confiança reflete a autoestima e a segurança do indivíduo sobre seu papel na sociedade. Vitalidade diz respeito à disposição e à capacidade de ação para superar desafios e adversidades. Por fim, foco consiste na habilidade de se relacionar com o entorno de forma produtiva: conseguir se concentrar, tomar decisões e realizar as atividades rotineiras.

O novo índice considera uma escala que vai de zero a 1.000 pontos, sendo calculado a partir da média dos resultados obtidos em cada uma das três dimensões anteriores.

Por exemplo: um participante ou um segmento de avaliados que tenham recebido um resultado próximo a mil seria associado ao máximo de foco, vitalidade e confiança possível de se declarar no contexto do questionário de saúde geral. Na outra ponta, um indicador próximo a zero, por exemplo, descreveria um abalo muito significativo na saúde mental e na qualide de vida.

A gerente-executiva do Instituto Cactus, Luciana Barrancos, explica que a nova metodologia permite um acompanhamento sistemático e global da saúde mental da população.

“O número representa um ponto de referência para acompanhar e comparar diferentes demografias e hábitos de vida ao longo do tempo. O iCASM não é um diagnóstico, não é um índice de felicidade e não substitui uma avaliação clínica. A ideia é usar esses três eixos para conseguir chegar a um número único, como o da inflação, por exemplo, que seja simples e fácil de entender”, diz Luciana. Os pesquisadores estabeleceram estes primeiros resultados como o início de uma série histórica inédita, que será reproduzida a cada seis meses.

Brasileiros sob tensão

Em sua primeira edição, o resultado do iCASM ficou em 635 pontos para o 1º trimestre de 2023.  Em geral, os brasileiros se declaram confiantes, com 60% afirmando ter segurança em si mesmo. No entanto, uma parcela significativa da população relata ter perdido a confiança em si (17%) e até se considera uma pessoa inútil (17%).

Quase um quarto dos respondentes se sentem constantemente esgotado e sob pressão acima do costume. Um quinto deles (21%) afirmou perder o sono frequentemente e ter a sensação de que não podem superar suas dificuldades.

Enquanto isso, 17% disseram ter se sentido muito mais infeliz e deprimido do que usualmente. Um quarto dos participantes acima de 16 anos relatou perda de concentração nas semanas anteriores ao levantamento.

Indivíduos que afirmaram ter relações saudáveis com familiares e amigos se saíram melhor no índice. Por outro lado, aqueles que relataram brigas nas semanas anteriores à pesquisa tiveram uma das piores pontuações (370 pontos) entre todas as categorias analisadas.

Outro fator observado foi a prática de esportes. O índice de quem não pratica atividade física ficou em 580, chegando até 722 para o grupo que se exercita três ou mais vezes por semana.

No recorte por faixa etária, os mais jovens têm pontuações mais baixas, sendo que os indivíduos até 24 anos apresentam um iCASM de 534 pontos, 105 pontos abaixo da média entre as faixas etárias.

Desigualdade social

Quase 9 em cada 10 respondentes se preocuparam com a sua situação financeira ao longo das últimas duas semanas à pesquisa. A análise mostrou ainda pontuações mais baixas entre desempregados (494 pontos), 186 pontos abaixo dos assalariados. Da mesma forma, a renda fez diferença. Indivíduos com rendimentos acima de R$10 mil ao mês alcançam 737 pontos, enquanto aqueles que ganham até R$2 mil marcam 576 pontos.
Questões de gênero e orientação sexual

Os homens tiveram um desempenho melhor do que o das mulheres no levantamento, com iCASM médio de 672 pontos, frente aos 600 pontos delas. Contudo, a psicóloga Karen Scavacini, da Associação Brasileira de Estudos e Prevenção do Suicídio (ABEPS), pontua que a comparação entre gêneros deve ser feita com cautela.

Segundo a especialista, os achados não necessariamente indicam que os homens tenham mais saúde mental, mas que, em grande parte dos casos, eles deixam de manifestar ou de buscar ajuda especializada devido a questões culturais.  “O resultado pode apontar questões sobre o cuidado masculino com a saúde como um todo e também sobre a consciência do próprio sofrimento emocional”, diz Karen.

Por outro lado, a psicóloga enfatiza que a forma como a sociedade brasileira se estrutura favorece o desenvolvimento de transtornos mentais, como depressão e ansiedade, por mulheres. “Os homens recebem salários maiores e não vivem a tripla jornada da mulher. Além disso, eles têm mais acesso a empregos e uma série de facilidades. São menos expostos à violência marital e têm uma menor consciência sobre a saúde mental”, afirma.

A opinião é compartilhada pelo diretor regional sudeste da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), Eduardo Birman. “Por mais que nós tenhamos avançado muito na questão da igualdade de gênero, o Brasil ainda é um país de características bastante machistas”, afirma o psiquiatra, que também atua como diretor técnico na Clínica Revitalis.

“Mulheres tendem a ser mais sinceras quando falam das suas emoções e problemas. Os homens tentam resistir mais às questões psíquicas, achando que não devem compartilhá-las”, completa Birman. O estudo apontou ainda que pessoas trans, gays e bissexuais apresentam pontuam menos em fatores ligados à qualidade de vida quando comparadas a indivíduos cisgêneros e heterossexuais.

O indicador da população trans ficou em 445 — um dos mais baixos entre todos os grupos demográficos — frente aos 638 pontos do grupo cis (que se identifica com o sexo designado no nascimento). Os que se declaram heterossexuais alcançaram 665 pontos frente a 576 do grupo que se identifica como homossexual. Pessoas identificadas com outras orientações sexuais tiveram pontuações ainda mais baixas.

“Diversos fatores influenciam a saúde mental dessa população, como a violência, o espaço de trabalho, os relacionamentos sociais, o local de pertencimento dentro de uma sociedade e o acesso aos serviços de saúde, incluindo os de saúde mental”, diz Karen.

Só 5% fazem terapia

Chama a atenção dos especialistas o dado de que, apesar de 16% dos respondentes tomarem medicação psiquiátricas de uso contínuo, sendo a grande maioria há mais de um ano (77,7%), somente 5% relatem fazer fazer psicoterapia.

“O índice é baixo. Existe ainda na sociedade um preconceito sobre o sofrimento psíquico. A sociedade ainda olha para os profissionais de saúde mental como pessoas às quais só vamos recorrer se estivermos doentes, com fraqueza de caráter ou pouca força de vontade”, diz Birman.  O psiquiatra destaca que os riscos do negligenciamento do cuidado com a saúde mental incluem o agravamento de condições que podem ser tratadas e o desenvolvimento de novos transtornos.

“Ninguém tem problema de fazer check-up clínico. Eu me pergunto por que as pessoas, em um momento de dificuldade emocional, não buscam uma avaliação para saber o que podem fazer para melhorar aquela situação antes que aconteça a doença em si”, afirma o psiquiatra.

Estudo contínuo

A expectativa dos pesquisadores é de que os dados sejam utilizados como referência para a formulação de políticas públicas em busca de melhorias para a área da saúde mental. E que os dados sejam atualizados com edições periódicas, permitindo o acompanhamento de longo prazo dos brasileiros.

“Desde o início do projeto, fiquei entusiasmado com a possibilidade de iniciarmos um monitoramento periódico, sistemático e exaustivo da saúde mental dos brasileiros, que possa ancorar políticas públicas e o trabalho das autoridades e do terceiro setor em dados e evidências científicas com atualização semestral”, diz Andrei Roman, CEO da AtlasIntel.

O estudo contou com a supervisão de um comitê científico independente e a aprovação de um comitê de ética.

Perdoar os outros para ajudar a melhorar sua saúde

Guardar rancor é como beber veneno e esperar a outra pessoa morrer. 

De certa forma, isso não está longe da verdade. Como uma história da Stanford Magazine explica, deixar de lado as mágoas e sentimentos vingativos causados ​​por outras pessoas (ou até por você) pode beneficiar sua saúde mental e física.

Fred Luskin , PhD, estuda o perdão e como isso afeta a saúde humana há décadas. Como ele explica na história de Charity Ferreira, quando uma mágoa passada não é resolvida, pensar nela desencadeia substâncias químicas de estresse que causam sofrimento físico.

"Quando você se lembra com frequência, está estressando seu corpo de forma crônica", diz Luskin. "Isso tem um custo físico", que se multiplica quanto mais você pensar nele.

O perdão é essencial em relacionamentos de longo prazo, como casamentos, famílias, relacionamentos comerciais e amizades, diz Luskin. Aqui estão algumas das oito dicas de Luskin para promover o perdão nos relacionamentos com os outros.

Não se preocupe, você não está dizendo que o "crime" foi bom. O perdão não tolera ou dá a alguém um passe por mau comportamento.

"Você não dá desculpas pelo comportamento", diz Luskin. "Você simplesmente aceita e faz as pazes. Isso é muito diferente."

Lembre-se de por que você quer essa pessoa em sua vida. Isso se aplica apenas a relacionamentos saudáveis, enfatiza Luskin. Para relacionamentos saudáveis ​​em que você deseja permanecer, tempere a mágoa que uma pessoa lhe causou, lembrando-se das coisas boas que elas fizeram.

Definir limites. Aprenda a dizer gentilmente, mas com firmeza: "O que você fez não está bem", diz Luskin.

Reconheça que você está contando a si mesmo uma história que pode ser alterada. Considere explicações alternativas. Se você está dizendo a si mesmo que seu amigo, parceiro, parente ou colega o machucou deliberadamente, pergunte se isso é verdade. Talvez eles estivessem fazendo o melhor que podiam na época.

Faça de você o herói. O perdão pode capacitá-lo. "Quando você diz a si mesmo: 'O único que vai me resgatar sou eu', isso cria um tipo de eficácia heróica", diz Luskin. "Em vez de ser limitado ou com medo, você tem uma sensação de 'eu sei que posso lidar com as dificuldades'".

É importante lembrar que "as pessoas não são substituíveis", diz Luskin. "Praticamente todo relacionamento em que você já conheceu exige perdão para se manter."

Fonte: Scope

A queda do mito do antidepressivos

Antidepressivos funcionam, indica estudo para solucionar um dos maiores debates da medicina

a queda do mito
Cientistas dizem que chegaram a uma conclusão sobre um tema que é alvo de um dos maiores debates da medicina: a eficácia de antidepressivos.

Segundo um estudo de peso liderado pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, afirma que esse tipo de droga é, sim, eficiente no combate à depressão.

A pesquisa considerou 522 testes clínicos envolvendo tratamento de curto prazo de depressão em adultos. Mais de 116.477 pacientes tiveram seus casos analisados.

Segundo os pesquisadores, todos os 21 antidepressivos usados se mostraram significativamente mais eficazes na redução de sintomas da doença que as pílulas de placebo, também usadas nos testes. O estudo foi publicado na publicação médica The Lancet.

No Reino Unido, a prescrição de antidepressivos dobrou em dez anos, passando de 31 milhões em 2006, para 64 milhões em 2016. No Brasil, 5,8% da população - 11,5 milhões de pessoas - sofre de depressão, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Havia um debate sobre a eficiência de medicamentos usados para combater esse problema, com alguns testes indicando que antidepressivos teriam o mesmo resultado que placebos.

O Royal College of Psychiatrists, a principal organização de psiquiatras no Reino Unido, disse que o estudo "finalmente coloca um ponto final à controvérsia sobre antidepressivos".

"Essa pesquisa mostra claramente que essas drogas funcionam para melhorar o humor e ajudar pessoas com depressão", disse o psiquiatra Carmine Pariante, um dos dirigentes da instituição.

Fonte: The Lancet

A culpa por emoções negativas

Aceitar é a solução
Um estudo no Jornal de Personalidade e Psicologia Social de julho de 2017 analisou a saúde psicológica das pessoas que aceitam, ao invés de julgar negativamente, suas experiências emocionais. Os pesquisadores descobriram que aceitar essas experiências levou a menos emoções negativas quando confrontadas com estressores diários.
O artigo relatou três estudos separados, mas relacionados, que exploraram como aceitar emoções negativas, ao invés de reagir a elas, afeta a saúde psicológica de uma pessoa.
O primeiro estudo teve como objetivo ver se a aceitação de emoções estava associada a maior saúde psicológica e se essa associação foi moderada por várias variáveis ​​demográficas. Estudantes de graduação na Universidade da Califórnia em Berkeley completaram avaliações para avaliar aceitação, nível de estresse e saúde psicológica. 
Os pesquisadores descobriram que aceitar experiências de saúde mental foi associado a uma maior saúde psicológica em diversas variáveis ​​demográficas, incluindo gênero, etnia e status socioeconômico. Além disso, os resultados indicaram que os benefícios para a saúde psicológica foram associados à aceitação das emoções associadas a um evento negativo, ao invés da situação que provocou essas emoções.
No segundo estudo, os autores examinaram uma possível explicação de como a tendência de aceitar emoções negativas está relacionada à saúde psicológica. Eles exploraram se a aceitação das experiências mentais ajuda a diminuir as emoções negativas ao enfrentar estressores. Uma redução consistente das emoções negativas deve, com o tempo, melhorar a saúde psicológica geral.
Mais uma vez, um grupo de graduados completou questionários relacionados à aceitação e às suas respostas emocionais a uma tarefa estressante concluída no laboratório. Os resultados indicaram que, ao aceitar habitualmente emoções e pensamentos, as pessoas experimentaram um menor grau de emoção negativa quando em situações estressantes.
Finalmente, os autores queriam ver se esses resultados eram necessários para pessoas que não eram estudantes universitários. Eles seguiram pessoas em uma comunidade de Denver por um período de seis meses. Esses voluntários de estudo completaram medidas de aceitação, saúde psicológica e estresse, e mantiveram diários noturnos durante duas semanas identificando o grau de emoção negativa sentida ao experimentar estressores naquele dia.
Os resultados indicaram que as pessoas que habitualmente aceitam suas experiências emocionais eram mais propensas a reportar maior saúde psicológica seis meses depois. Isso era verdade, independentemente de gênero, etnia ou status socioeconômico. 
Além disso, as pessoas que aceitaram essas emoções eram menos propensas a responder negativamente aos estressores. Ou seja, as pessoas que rotineiramente aceitam suas emoções e pensamentos quando sob estresse, experimentam menos emoção negativa diária durante esses tempos. Isso, por sua vez, está associado ao aumento da saúde psicológica seis meses depois.
Em conjunto, esses três estudos destacam os benefícios de aceitar emoções e pensamentos, em vez de julgá-los, na saúde psicológica. Parece um senso comum. Quando uma situação estressante causa emoções negativas, aceitando sentimentos de frustração ou aborrecimento - ao invés de tentar fingir que não está chateado, ou bater-se para se sentir assim - reduz a culpa e a auto-imagem negativa. 
Ao longo do tempo, isso irá, por sua vez, levar ao aumento da saúde psicológica.
Fonte: HHP

Por que a respiração profunda pode nos manter calmos


efeito benéfico
Por gerações, as mães têm incentivado as crianças a respirações lentas para combater a ansiedade. Uma longa tradição de meditação também usa respiração controlada para induzir a tranqüilidade.

Agora cientistas da Universidade de Stanford podem ter descoberto pela primeira vez por que respirar fundo pode ser tão calmante. A pesquisa, em um grupo minúsculo de neurônios profundamente dentro dos cérebros de ratos, igualmente sublinha como intrincado e penetrante as ligações estão dentro de nosso corpo entre respirar, pensar, comportar-se e sentir.

A respiração é um dos processos mais essenciais e elásticos do corpo. Nossas respirações ocorrem constantemente e ritmicamente, muito parecido com o batimento constante de nossos corações. Mas, embora geralmente não possamos mudar o ritmo dos nossos corações por escolha, podemos alterar como respiramos, em alguns casos conscientemente, como segurando a respiração, ou com pouca volição, como suspirar, ofegar ou bocejar.

Mas como a mente eo corpo regulam a respiração e vice-versa no nível celular permaneceu em grande parte misterioso. Mais de 25 anos atrás, pesquisadores da Universidade da Califórnia em Los Angeles descobriram pela primeira vez um pequeno pacote de cerca de 3.000 neurônios interligados dentro dos troncos dos animais, incluindo pessoas, que parecem controlar a maioria dos aspectos da respiração. Eles apelidaram esses neurônios do pacemaker respiratório.

Nos anos que se seguiram, porém, poucos progressos foram feitos para entender com precisão como essas células funcionam.

Mas recentemente, um grupo de cientistas de Stanford e de outras universidades, incluindo alguns dos pesquisadores da UCLA, começou a usar técnicas genéticas sofisticadas para estudar neurônios individuais no pacemaker. Ao monitorar microscopicamente diferentes proteínas produzidas pelos genes em cada célula, os cientistas poderiam agrupar os neurônios em "tipos".

Eles eventualmente identificaram cerca de 65 tipos diferentes de neurônios no pacemaker, cada um presumivelmente com uma responsabilidade única para regular algum aspecto da respiração.

Os cientistas confirmaram essa idéia em um notável estudo publicado no ano passado na Nature , no qual eles criaram ratos com um único tipo de célula de marcapasso que poderia ser desabilitada. Quando eles injetaram os animais com um vírus que matou apenas as células, os ratos pararam de suspirar, descobriram os pesquisadores. Ratos, como as pessoas, normalmente suspiram a cada poucos minutos, mesmo se nós e eles não estão cientes de fazê-lo. Sem instruções dessas células, o suspiro parou.

Mas esse estudo, embora literalmente de tirar o fôlego, levantou novas questões sobre as capacidades de outros neurônios no pacemaker.

Assim, para o mais novo estudo, que foi publicado recentemente na Science , os pesquisadores desativaram cuidadosamente outro tipo de neurônio relacionado à respiração em camundongos. Depois, os animais pareciam inalterados. Eles suspiraram, bocejaram e de outra forma respiraram como antes.

Fonte: NYT