Pinhão, Bergamota e Chimarrão: Sabores do Inverno Gaúcho


O inverno no Rio Grande do Sul é uma estação que traz consigo uma série de tradições e costumes culinários que aquecem os corações dos gaúchos. Entre esses costumes, destacam-se o pinhão, a bergamota e o chimarrão, três elementos que são a cara do inverno no estado. Vamos explorar a preferência do gaúcho por esses sabores tão característicos.

Pinhão: Um Tesouro da Araucária


O pinhão é a semente da Araucária, árvore símbolo do sul do Brasil. Com a chegada do frio, os pinhões começam a cair, anunciando a temporada de um dos alimentos mais apreciados pelos gaúchos. Rico em nutrientes como proteínas, fibras e vitaminas, o pinhão pode ser consumido de diversas maneiras: cozido, assado, ou até mesmo em pratos mais elaborados como sopas e farofas.
Curiosidade: A colheita do pinhão é regulada por lei para garantir a preservação das araucárias e o equilíbrio ecológico da região.

Bergamota: A Fruta do Inverno


A bergamota, também conhecida como tangerina ou mexerica em outras regiões do Brasil, é outra grande protagonista do inverno gaúcho. Seu sabor doce e levemente ácido, combinado com o aroma cítrico, faz dela uma fruta refrescante e revigorante, ideal para os dias frios.
Benefícios para a saúde: Além de ser deliciosa, a bergamota é rica em vitamina C, que fortalece o sistema imunológico, ajudando a prevenir gripes e resfriados comuns nessa época do ano.

Chimarrão: A Bebida que Une


Nenhuma conversa sobre tradições gaúchas estaria completa sem mencionar o chimarrão. Esta bebida, feita com erva-mate e água quente, é um símbolo de hospitalidade e amizade no sul do Brasil. No inverno, o chimarrão ganha um papel ainda mais especial, pois ajuda a espantar o frio e reúne as pessoas em torno de uma roda de mate.
Cultura e tradição: Preparar e compartilhar o chimarrão é um ritual que envolve respeito e tradição. A roda de chimarrão é um momento de confraternização, onde as pessoas compartilham histórias e fortalecem seus laços.

A Conexão com a Identidade Gaúcha


Pinhão, bergamota e chimarrão são mais do que apenas alimentos ou bebidas; eles são parte integrante da identidade cultural do Rio Grande do Sul. No inverno, esses elementos se destacam ainda mais, trazendo à tona memórias afetivas e fortalecendo a sensação de pertencimento e tradição.


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Comportamento dissociativo e falsos personagens

Eu sei que, nas sextas-feiras, eu sempre publico aqui no blog, uma história de Romance Forense do site Espaço Vital. Mas hoje excepcionalmente, irei indicar um livro, ilustrando melhor a minha idéias e opinião sobre o assunto que fascina-me há muito. Porém este assunto só foi possivel quando uma amiga minha, profissional da área de saúde mental e professora universitária, falou  e emprestou um livro emblemático, polêmico e com uma história impressionante. 

Sybil conta a história verídica da paciente psiquiátrica Sybil Isabel Dorsett, que sofria de Transtorno Dissociativo de Identidade (também conhecido como MPD – Multiple Personality Disorder ou Transtorno de Múltiplas Personalidades, e que passou a ser oficialmente chamado de DID - Dissociative Identity Disorder a partir de 1994). Ao longo do tratamento, foram identificadas 16 personalidades de Sybil (incluindo a personalidade atuante, e várias personalidades femininas e masculinas, de diversas idades).





Após a morte de Sybil em 1998, sua verdadeira identidade foi revelada; ela era Shirley Ardell Mason, (foto) uma artista e professora de arte; o pseudônimo Sybil foi criado pela escritora Flora Schreiber e pela Dra Cornelia Wilbur para proteger a privacidade da paciente. Muito talentosa, Sybil pintava e desenhava em vários estilos diferentes; na verdade, cada personalidade tinha um estilo artístico próprio.

Sua história foi contada em livro, escrito por Flora Rheta Schreiber e lançado em 1973; a autora foi convidada a escrever o livro pela Dra Wilbur, a psiquiatra de Sybil. Flora e Sybil conviveram por três anos durante o tratamento, e por muitos anos, como amigas, até a morte da escritora, em 1988. O livro foi aprovado pela paciente e pela psiquiatra, e tornou-se um sucesso de vendas logo após o lançamento.

Generalidades


Estes transtornos são os mais explorados pela indústria cinematográfica, dada sua curiosa forma de apresentação. O aspecto central dos transtornos dissociativos (ou também chamados conversivos) é a perda total ou parcial de uma função mental ou neurológica. As funções comumente afetadas são a memória, a consciência da própria identidade, sensações corporais, controle dos movimentos corporais. Esses acometimentos estão por definição ligados a algum evento psicologicamente estressante na vida do paciente cuja ligação o paciente costuma negar e conseqüentemente o psiquiatra precisa de auxílio para detectar
.
Dada a comprovação da inexistência de um fator físico detectável, sua rápida instalação e a preservação das demais funções mentais e neurológicas, as pessoas diretamente prejudicadas pelo distúrbio do paciente consideram simuladores. Esses casos ainda não foram inteiramente compreendidos o que não significa que sejam simulações. Reconhecemos nossa ignorância e justamente por ela não temos como negar sua existência. Por enquanto admite-se a existência da paralisia neurológica e psiquiátrica, uma de bases definidas, outra de bases indefinidas justamente como foi no passado com a neurologia.

Vamos tentar levar este comportamento para o mundo virtual, twitter, redes sociais e grupos virtuais. Conheço um caso no grupo virtual que participei, um homem confessou que além da identidade dele tinha mais quatro identidades falsas ou "fakes" sendo que duas eram mulheres. O que leva uma pessoa a ter estes comportamentos? Bom acho que o artigo acima é bem explicativo, utilizar consciente ou inconscientmente perfis falsos não pode e nem devem ser considerado ditamente "normal". Utilizar personagens de sexo diferente também deve ser um comportamento que denota uma pessoa que necessita urgentemente procurar um profissional da área de saúde mental.  

(Com informações dos sites Psicosite , Rato de Biblioteca)