O perfectivo de Platão

Esta semana, naqueles momentos em que as lembranças batem mais forte, recordei de minha formação no curriculo básico do curso de Administração de Empresas na PUC/RS, desconheço como está estruturado hoje já que conclui o curso há mais de 20 anos. Na época tinhamos  aulas de Sociologia e Filosofia em dois semestres, foi lá que conheci um grego chamado Sócrates e também um discípulo chamado Platão.

Qual seria a importância deles para mim? o conceito do perfectivo nunca saiu do meu pensamento e talvez por isto nunca tenha esquecido de tão precioso ensinamento.  

Platão
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A famosa "teoria das formas" — com frequência erradamente traduzida por teoria das idéias — é a mais importante contribuição platônica à filosofia. Segundo Platão, o mundo sensível (o que se apreende pelos sentidos), variado e mutável, é apenas um aspecto do mundo real, constituído por formas puras, fixas e imutáveis que só podem ser conhecidas intelectualmente, através da razão pura.      

Platão, como os pitagóricos, acreditava que a alma já existia antes do corpo, continuava a existir após a morte e posteriormente entrava em novo corpo prestes a nascer. Em estado puro, era a alma capaz de contemplar sem obstáculos o Mundo das Formas; ao adentrar um novo corpo, porém, ocorria um choque e produzia-se o esquecimento. Mas, traços dessa contemplação permaneciam no espírito e podiam ser eventualmente reativados. Para conhecer, portanto, era preciso relembrar.

Platão foi um dos principais difusores do pensamento de Sócrates que, como Jesus, nada escreveu. O que sabemos hoje do pensamento socrático foi aqueles transcritos por Platão.  

Em de seus pensamentos Sócrates o bem e a virtude eram consequências naturais do saber. Assim, se o conhecimento levava à sabedoria, a prática da injustiça e da maldade era apenas o resultado da ignorância; o mal nada mais era que a falta de conhecimento do bem...     


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