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O homem é um animal social – Aristóteles


Aristóteles fundamenta a tese que “o homem é um animal social” dizendo que a união entre os homens é natural, porque o homem é um ser naturalmente carente, que necessita de coisas e de outras pessoas para alcançar a sua plenitude. Aristóteles afirma:


“As primeiras uniões entre pessoas, oriundas de uma necessidade natural, são aquelas entre seres incapazes de existir um sem o outro, ou seja, a união da mulher e do homem para perpetuação da espécie (isto não é resultado de uma escolha, mas nas criaturas humanas, tal como no outros animais e nas plantas, há um impulso natural no sentido de querer deixar depois de individuo um outro ser da mesma espécie).” (Política, I, 1252a e 1252b, 13-4)

Negar esta realidade tão bem descrita e fundamentada por Aristóteles, parece ser heresia. 
Robinson crusoe rescues friday-1868
Image via Wikipedia

Nem todos pensam assim

A Vida e as Estranhas Aventuras de Robinson Crusoé (em inglês Robinson Crusoe) é a mais célebre aventura de Daniel Defoe, escrito em 1719.

Defoe inspirou-se na história verídica de um marinheiro escocês, Alexander Selkirk, abandonado, a seu pedido, numa ilha do arquipélago Juan Fernández, onde viveu só de 1704  a 1709. Robinson Crusoe herda desta história o mito da solidão, na medida em que, depois de um naufrágio de que é o único sobrevivente, vive sozinho durante vinte e oito anos, antes de encontrar o personagem Sexta-Feira. O romance simboliza a luta do homem só contra a natureza, a reconstituição dos primeiros rudimentos da civilização humana, testemunhada apenas por uma consciência e dependente de uma energia própria. 

A realidade é que estamos inseridos em grupos sociais desde que nascemos, já que a familia é nosso primeiro meio social que somos inseridos, depois temos a escola, o meio profissional e os grupos de afinidades.

Nem sempre as relações nos grupos sociais são pacificos e por isto o meu título, inspirado no filme de Sérgio Leone (1966), leva-nos acreditar que a história de uma fortuna escondida em uma "mina" de relacionamentos e influências sobre nossos pares. 

Conflitos fazem parte desta convivência as vezes passando do real para o mundo virtual e vice-versa. Pacificação não parece ser palavras que mobilizem muito os seus integrantes, já que uma vez unidos em grupos ou "panelas", procuram defender suas opiniões, alguns com violência, outros com sutileza. 

As regras escritas e "principalmente" as não escritas regulam os relacionamentos entre os grupos, até porque com afinidades não existem regras legais e sim comportamentos tácitos. 

Queremos um objetivo, seja ele qual for e para isto estamos sempre indo em busca dele, cada vez mais. Achar que a idéia de Robinson Crusoé vingue em nosso dias, é no mínimo, ingênuo.

(Com informações da Wikipédia  )
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