A Aventura da Transformação: Desvende o Poder da Mudança

Saúde & Espiritualidade Holística

Já parou para pensar no que te move? É a vontade de manter tudo como está ou a coragem de abraçar o novo? A mudança é como um convite para uma aventura épica, onde a cada curva surge uma nova paisagem. Mas, e você? Prefere se acomodar na zona de conforto ou embarcar nessa jornada rumo à sua melhor versão?

A vida é um eterno movimento. E a cada mudança, uma oportunidade de renascer. Quer descobrir como transformar seus medos em combustível para decolar?

O Medo da Mudança: Um Obstáculo a Ser Superado

  • É natural sentir medo da mudança. Afinal, o desconhecido pode ser assustador. Mas é justamente ao sair da nossa zona de conforto que encontramos oportunidades de crescimento e desenvolvimento.
  • Identifique seus medos: Qual é o maior medo que te impede de mudar? Ao reconhecê-lo, você já dá o primeiro passo para superá-lo.
  • Questione suas crenças: Muitas vezes, nossos medos são alimentados por crenças limitantes. Desafie essas crenças e abra-se para novas possibilidades.
  • Visualize o futuro: Imagine como será sua vida após a mudança. Essa visualização positiva pode te motivar a seguir em frente.

A Jornada da Transformação: Um Passo de Cada Vez

  • A transformação é um processo gradual. Não espere resultados da noite para o dia. Celebre cada pequena conquista e aprenda com os desafios.
  • Estabeleça metas claras: Defina o que você deseja alcançar e crie um plano de ação.
  • Busque apoio: Conte com a ajuda de amigos, familiares ou um profissional para te acompanhar nessa jornada.
  • Cuide de si mesmo: Uma mente sã em um corpo são. Pratique atividades físicas, medite e alimente-se de forma saudável.

Os Benefícios da Mudança

  • A mudança pode ser assustadora, mas os benefícios são inúmeros. Ao abraçar a transformação, você:
  • Aumenta sua autoestima: Ao superar desafios, você se sente mais capaz e confiante.
  • Expande seus horizontes: A mudança te permite conhecer novas pessoas, lugares e experiências.
  • Encontra seu propósito de vida: Ao se conectar com seus valores e paixões, você descobre o que te faz verdadeiramente feliz.

A mudança é a única constante em nossas vidas. E ela pode ser a chave para uma vida mais plena e feliz. Ao invés de resistir à mudança, abrace-a como uma oportunidade de crescimento e desenvolvimento.

E você, está pronto para embarcar nessa aventura? Compartilhe nos comentários quais são os seus maiores desafios e como você tem lidado com as mudanças em sua vida. Juntos, podemos inspirar e transformar o m

A Morte, o Suicídio e a Esperança: Prevenção no Setembro Amarelo

Saúde e Espiritualidade Holística

Vivemos tempos desafiadores. A sociedade moderna, marcada por pressões intensas, solidão e desafios emocionais, tem enfrentado um aumento significativo de tendências depressivas. O suicídio, tema muitas vezes silenciado, tem se tornado uma preocupação crescente. O Setembro Amarelo, uma campanha global de conscientização e prevenção ao suicídio, nos lembra da importância de falar sobre essa questão com clareza, empatia e compaixão. Neste artigo, vamos unir os ensinamentos de Elisabeth Kübler-Ross sobre a morte e o morrer com a necessidade urgente de cuidar da saúde mental, trazendo uma mensagem de esperança, consolo e motivação.

Um Reflexo das Dores da Sociedade Atual

A sociedade contemporânea, apesar de todo o avanço tecnológico e material, enfrenta um grande paradoxo: nunca estivemos tão conectados, mas, ao mesmo tempo, tão solitários. As pressões sociais, o estresse no trabalho, a busca incessante por sucesso e a sobrecarga de informações têm impactado profundamente a saúde mental das pessoas. Como resultado, as taxas de depressão e ansiedade têm aumentado de maneira alarmante, e o suicídio, tragicamente, tem sido uma solução desesperada para muitos que se sentem sem saída.

O Setembro Amarelo: Luz em Meio à Escuridão

O Setembro Amarelo surgiu como um movimento global de conscientização e prevenção ao suicídio. Ele nos convida a quebrar o silêncio e a falar abertamente sobre a dor emocional, oferecendo suporte a quem precisa. Essa campanha busca mostrar que, por mais sombria que a situação possa parecer, há sempre ajuda disponível. O suicídio nunca deve ser uma opção, pois há esperança, tratamentos e soluções para a dor.

As 5 Fases do Luto e a Relação com a Depressão

Os ensinamentos de Elisabeth Kübler-Ross, que identificou as cinco fases do luto (Negação, Raiva, Barganha, Depressão e Aceitação), também podem ser aplicados às tendências depressivas que levam ao suicídio. A fase da Depressão, em particular, representa um estágio profundo de dor e desesperança. Muitas pessoas que enfrentam a depressão sentem-se presas nessa fase, incapazes de enxergar a aceitação ou a cura.

No entanto, Kübler-Ross nos lembra que a depressão é uma fase – algo que pode ser superado com apoio e tratamento adequados. É fundamental que aqueles que estão sofrendo não se sintam sozinhos ou desamparados. O Setembro Amarelo nos convida a estender a mão e oferecer acolhimento, mostrando que é possível sair dessa escuridão.

A Importância de Falar e Ouvir

Uma das maiores barreiras para a prevenção do suicídio é o silêncio. A vergonha e o estigma social em torno da saúde mental impedem que muitas pessoas busquem ajuda. Kübler-Ross, em seus estudos sobre o luto, sempre enfatizou a importância do diálogo aberto sobre as emoções. Da mesma forma, precisamos criar espaços seguros onde as pessoas possam expressar sua dor sem medo de julgamento. Ouvir é um dos atos mais poderosos de apoio que podemos oferecer.

Prevenção ao Suicídio: Ações que Salvam Vidas

A prevenção ao suicídio não depende apenas de campanhas e conscientização; ela começa no dia a dia, em nossas relações pessoais. Algumas atitudes essenciais incluem:

Oferecer Apoio Emocional: Esteja presente para aqueles que você ama. Às vezes, uma simples conversa pode ser o que alguém precisa para se sentir visto e ouvido.

Incentivar a Busca por Ajuda Profissional: Psicólogos e psiquiatras são essenciais no tratamento da depressão e na prevenção ao suicídio. Encaminhar alguém para profissionais qualificados pode salvar vidas.

Estar Atento aos Sinais: Mudanças bruscas de comportamento, isolamento e falas que expressam desesperança podem ser sinais de que alguém está sofrendo profundamente. Não tenha medo de perguntar como essa pessoa está se sentindo.

Desmistificar o Suicídio: É preciso falar sobre o suicídio de maneira responsável. O Setembro Amarelo nos ensina que o suicídio é uma questão de saúde mental e que, com o tratamento adequado, a vida pode ser renovada.

Encontrando Esperança: A Luz Depois da Escuridão

Nos momentos mais difíceis, pode parecer impossível encontrar esperança. A dor emocional pode ser avassaladora, mas é importante lembrar que ela não define o futuro. Assim como o processo de luto descrito por Kübler-Ross, a dor profunda que muitos sentem pode ser transformada com tempo, suporte e cuidado.

Para quem está sofrendo, a mensagem mais importante é: não desista. Por mais desolador que o presente pareça, existe um caminho de cura. Há sempre alguém disposto a ouvir, a oferecer um ombro e a ajudar a encontrar soluções. O Setembro Amarelo nos lembra que a vida é preciosa e que a dor não precisa ser vivida sozinha.

A Vida Vale a Pena

No coração da campanha Setembro Amarelo está a ideia de que a vida, apesar de suas dificuldades, sempre vale a pena. Não importa o quão sombria a jornada possa parecer, sempre há luz à frente. Elisabeth Kübler-Ross nos ensinou que até mesmo diante da morte, há beleza, transformação e significado. Da mesma forma, até nos momentos de maior dor, podemos encontrar motivos para continuar.

Unindo Esperança e Ação

Neste Setembro Amarelo, somos convidados a refletir sobre a importância de cuidar da saúde mental, de falar sobre o suicídio e, acima de tudo, de oferecer esperança. As tendências depressivas podem ser avassaladoras, mas não são definitivas. Com diálogo, empatia e apoio, podemos ajudar a salvar vidas.

A dor do luto, da depressão ou da perda pode ser intensa, mas, como nos ensinou Kübler-Ross, a aceitação e a cura são possíveis. O suicídio não é a resposta, e o amor, a escuta e o apoio são caminhos para uma vida renovada. Juntos, podemos transformar o medo e a dor em esperança e luz.

Adicione mais fator de proteção ao seu verão



Com a campanha do Dezembro Laranja, a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) espera contribuir com a conscientização sobre os riscos do câncer de pele, a importância da fotoproteção e a necessidade de respeitar as orientações das autoridades sobre os cuidados com a covid-19.

Como neste verão, diante da queda nos indicadores de morbidade e de mortalidade relacionados à covid-19, as praias e os espaços abertos voltarão a ser ocupados com mais intensidade, a SBD lembra que a retomada da normalidade deve ser feita com respeito às recomendações das autoridades sanitárias. Além desse cuidado, afirmam, a população deve agregar à sua rotina as medidas de prevenção contra o câncer de pele.

“Adicione mais fator de proteção ao seu verão”: esta é mensagem central da campanha do Dezembro Laranja 2021. Esse mote estará presente em uma série de conteúdos desenvolvidos pela SBD especialmente para a ação. Serão peças para redes sociais, com dicas de cuidados; vídeos com orientações de médicos dermatologistas; e gravações feitas por personalidades estimulando os brasileiros à aderirem aos cuidados preconizados; entre outras abordagens que buscam a conscientização.

Adesão - Em 2021, entre as celebridades que participam voluntariamente da iniciativa estão os atores Tony Ramos e Carmo Dalla Vecchia, as cantoras Kelly Key e Karol Conká, a modelo Claúdia Liz, e os jornalistas Tom Borges (TV Record) e Eliane Cantanhede (TV Globo).

Além deles, dezenas de outras artistas, intelectuais e influenciadores também aderiram à iniciativa. Também declararam apoio ao Dezembro Laranja 2021 inúmeras instituições públicas e privadas. Todas essas entidades ajudaram a montar uma rede nacional de apoio à causa. Isso ocorreu de duas formas: com a iluminação de sedes e monumentos na cor laranja e com a replicação em seus canais de comunicação do material produzido pela SBD incentivando a população a incorporar à sua rotina alguns cuidados.

Fonte: SBD

Câncer de mama no Brasil: mortalidade está abaixo da média mundial

Durante cerimônia do lançamento da Campanha Nacional Outubro Rosa, Instituto Nacional de Câncer (INCA) apresentou análise da doença no Brasil em comparação ao resto do mundo

A mortalidade do câncer de mama no país é baixa em relação a outros países. O Brasil está situado na segunda faixa mais baixa com uma taxa de 13 por 100 mil, ao lado de países desenvolvidos como EUA, Canadá e Austrália, e melhor do que alguns deles, como a França e o Reino Unido. Por outro lado, figura também na segunda faixa mais alta de incidência de câncer de mama entre todos os países. Nesse caso, a taxa de incidência é de 62,9 casos por 100 mil habitantes (taxa padrão utilizada mundialmente). A análise da situação do câncer de mama no Brasil, 2018, foi apresentada pelo Instituto Nacional de Câncer (INCA) durante cerimônia de celebração do Outubro Rosa, nesta segunda-feira (07), no Rio de Janeiro.

“O fato de a taxa de incidência ser relativamente alta e a de mortalidade ser relativamente baixa mostra que o nosso sistema de saúde, apesar de todos os problemas, está salvando muitas vidas. Mas temos imensos desafios pela frente”, afirma Liz Almeida, chefe da Divisão de Pesquisa Populacional do INCA.

A mortalidade por câncer de mama está ligada principalmente ao acesso a diagnóstico e tratamento adequado no tempo oportuno. O objetivo é diagnosticar o câncer o mais precocemente possível, ainda nos estágios iniciais da doença, quando o tratamento é mais efetivo. Ano a ano, o Brasil vem conseguindo aumentar o percentual de casos diagnosticados nos estágios in situ (considerado zero) e I de 17,3% em 2000 para 27,6% em 2015. Mas essa proporção continua muita baixa na região Norte (12,7%), em contraste com as regiões Sul (29,2%) e Sudeste (30,8%). Mas é necessário avançar na prevenção e diminuição das desigualdades regionais e socioeconômicas.

SUS NO CONTROLE DO CÂNCER DE MAMA


O câncer de mama é segundo tipo que mais acomete mulheres no Brasil, representando em torno de 25% de todos os cânceres que afetam o sexo feminino.

O SUS oferta atenção integral à prevenção e ao tratamento para as mulheres acometidas pela doença. Nessa linha, os profissionais de saúde, fundamentais em todas as etapas e ações de controle e cuidados relacionados ao câncer de mama, são orientados a atualizarem-se em relação às condutas relacionadas aos laudos da mamografia.

O Ministério da Saúde recomenda que a mamografia de rotina em mulheres sem sintomas ou sinais de doença em suas mamas (rastreamento), seja feita na faixa etária entre 50 e 69 anos, uma vez a cada dois anos. No ano de 2018 foram realizados 2.465.101 exames de mamografia (tipo bilateral para rastreamento), exclusivamente pelo SUS.

CAMPANHA OUTUBRO ROSA


Segundo o INCA, são estimados 59.700 casos novos de câncer de mama em 2019. Diante deste cenário, é importante que as informações sobre riscos e possíveis benefícios dos exames de rotina sejam amplamente divulgadas para toda a sociedade.

Ainda durante a cerimônia do Outubro Rosa, Ministério da Saúde e INCA reforçaram a mensagem da campanha Outubro Rosa 2019, que destaca os três pilares estratégicos de controle da doença: prevenção primária, diagnóstico precoce e mamografia.

A campanha, criada para divulgação não apenas em outubro, mas sim ao longo do ano inteiro, inclui cartazes, folders, banners e cards para impressão e utilização nas redes sociais. As mensagens chamam atenção ao cuidado com as mamas, que deve ser uma preocupação permanente. Os motes são: “Cada corpo tem uma história. O cuidado com as mamas faz parte dela” e “Embora diferentes, temos algo em comum: o cuidado com o nosso corpo”.

Fonte:  MS

Todos podemos evitar o agravamento das estatísticas de suicídio.



Setembro Amarelo

Todos somos responsáveis pela saúde dos que estão à nossa volta. Todos podemos evitar o agravamento das estatísticas de suicídio

Por que reservar um mês do ano — pelo menos — para falar de prevenção do suicídio? A resposta mais óbvia é que o autoextermínio é caso de saúde pública no Brasil e no mundo, e o silêncio em torno do assunto agrava a situação. O silêncio das escolas de Medicina, que formam profissionais despreparados para lidar com os “sobreviventes de si mesmo”. O silêncio das mídias, que deveriam reportar com maior frequência os fatores de risco associados ao suicídio e os serviços de apoio e assistência aos que padecem de um sofrimento difícil de descrever.

O suicídio é um problema complexo, multifatorial, que não se presta a generalizações apressadas e sem fundamento. Nem sempre é possível perceber os sinais que podem desencadear o ato suicida. Mas quando alguém se isola, se afasta do convívio social, demonstra desinteresse e desalento acentuados, vale checar o que está acontecendo. Frases soltas (numa conversa ou por escrito) do tipo “se não der certo eu desisto de tudo” ou “não suporto mais nada” — ainda que se revelem um blefe — merecem atenção. Em se confirmando a ideação suicida, é preciso procurar ajuda especializada para que se defina a melhor rota terapêutica. Na rede pública, os CAPs (Centros de Atenção Psicossociais) foram criados para também atender a essa demanda .

Algumas pesquisas indicam que, em pelo menos 90% dos casos confirmados de suicídio, há relação com patologias de ordem mental, principalmente a depressão. Importa não confundir estado depressivo (a tristeza inerente às situações da vida) com depressão (tristeza persistente que demandará cuidados especiais), e resistir às consultas grátis pela internet com o “Dr. Google”. Pesquisas recentes do Instituto de Ciência, Tecnologia e Qualidade (ICTQ) indicam que 40% dos brasileiros fazem autodiagnóstico pela internet, e mais de 72% se automedicam.

Outro dado preocupante é que a venda de antidepressivos e estabilizadores de humor no Brasil deu um salto de 52% de 2013 para cá. Na avaliação da Associação Brasileira de Psiquiatria, esse rápido crescimento só pode ser explicado pela venda irregular — sem prescrição médica ou com falsificação de receitas — nas farmácias. Dependendo da substância ou da dosagem ingerida, a farra da automedicação pode causar dependência ou até mesmo a morte.

Quando o assunto é suicídio, o único aumento a ser festejado é o do número de atendimentos realizados pelo Centro de Valorização da Vida . Fundado em 1962 em São Paulo, o CVV realiza um serviço voluntário de apoio emocional e prevenção do suicídio por telefone ou pela internet. Este ano, por iniciativa do Ministério da Saúde, as ligações feitas para o número 188 passaram a ser gratuitas em todo o território nacional. Resultado: de aproximadamente um milhão de atendimentos por ano, o serviço deverá alcançar a marca de três milhões até o fim deste ano, mesmo não tendo nenhuma grande divulgação nas mídias.

Cabe lembrar que a instituição vem operando com sucesso um chat que abre um canal de comunicação direta com os mais jovens, segmento onde o suicídio vem crescendo com mais intensidade em boa parte do mundo. De acordo com a OMS, o suicídio já seria a segunda principal causa de morte de pessoas entre 15 e 29 anos. No Brasil, o número de casos aumentou 65% entre pessoas de 10 a 14 anos e 45% no grupo que vai dos 15 aos 19 anos (entre 2000 e 2015), enquanto, na média geral da população, o aumento neste período foi de 40%. Não é possível determinar com exatidão o que explicaria esse fenômeno, mas os suicidólogos que investigam o assunto costumam apontar como fatores de risco a ausência dos pais, dificuldade de lidar com frustrações e decepções, acesso facilitado às drogas, individualismo, consumismo, impulsividade, entre outras questões.

Câncer de mama metastático, por mais tempo

Você pode ajudar a dar mais tempo de vida às mulheres com câncer de mama metastático, aquele em que o tumor atinge outros órgãos. Hoje, graças aos avanços científicos, existem novos tratamentos que podem aumentar a expectativa de vida das pacientes que convivem com câncer de mama metastático com menos efeitos adversos. Infelizmente no Brasil somente as pacientes que possuem planos de saúde recebem essas novas opções terapêuticas.

Já as pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) não têm acesso, em sua maioria, a esses medicamentos. Queremos essas terapias acessíveis a todas as pacientes com câncer de mama metastático.

Essa é a nossa causa. Ajude essas mulheres a ter a chance de viver mais. Assine a petição (detalhes abaixo) e faça parte desse movimento. 


PETIÇÃO

Ministério da Saúde: pela incorporação de novos medicamentos para câncer de mama metastático no Sistema Único de Saúde (SUS)

Aproximadamente 57 mil mulheres serão diagnosticadas com câncer de mama em 2015, segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA). Acrescenta-se a esse quadro o fato de que o tumor pode ser diagnosticado já em estágio avançado, o que acontece com mais de 50% das pacientes atendidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

1. Além disso, estima-se que 30% das pacientes diagnosticadas vão evoluir para o estágio metastático, quando o tumor se espalha pelo corpo.

2. Pela gravidade e urgência do problema, é fundamental que as pacientes, uma vez diante de uma doença metastática, recebam os tratamentos mais adequados para seu tipo de tumor. Mas isso não ocorre. 

Em muitos casos, os tratamentos oferecidos pelo SUS contemplam apenas a quimioterapia, sem levar em conta a especificidade do tumor de cada paciente. A medicina avançou, e hoje existem terapias personalizadas que atacam diretamente o mecanismo de sobrevivência da célula tumoral, tendo como resultado maior sobrevida da paciente e menos efeitos colaterais. Estamos falando de mais tempo de vida, mas atualmente apenas para aquelas que têm planos de saúde. 

Queremos que o País deixe de viver uma dicotomia, em que pacientes atendidas pelo sistema privado recebam o que a medicina tem de mais moderno, enquanto as que dependem do sistema público são tratadas apenas com medicamentos não específicos, tendo como consequência mais efeitos colaterais e, principalmente, menor sobrevida. 

A falta de tratamento, entre outros motivos, tem fomentado o aumento nos óbitos por câncer de mama. Entre 1990 e 2010, as mortes por essa doença cresceram 17% entre as brasileiras de 30 a 69 anos.

3. O câncer de mama é a principal causa de morte por câncer na população feminina brasileira

4. e o estágio metastático corresponde a 90% dos óbitos.

5. É necessário que todas as alternativas medicamentosas adequadas estejam disponíveis no SUS, para que os médicos possam prescrever o tratamento mais adequado para suas pacientes. Tendo em vista esse cenário, vamos pedir, todos juntos, ao Ministério da Saúde a incorporação de medicamentos mais modernos e adequados, que possibilitem às pacientes com câncer de mama metastático um tratamento personalizado para sua doença, garantindo assim mais tempo e mais qualidade de vida.


Por Mais Tempo: um novo olhar sobre o câncer de mama metastático 
Uma Campanha Femama, Instituto Oncoguia e Roche 
Patrocínio: Roche

Doação de sangue, um gesto de amor ao próximo

O sangue é um tecido vivo que circula no organismo humano levando oxigênio, nutrientes e outras substâncias para todas as células, retirando delas as impurezas. Um adulto tem em média 5 litros de sangue. Seu principal componente é o plasma, que representa 55% do volume total do sangue. Leucócitosplaquetas e hemácias formam o conjunto das chamadas "células sanguíneas", ocupando 45% de seu volume.

O gesto de amor chamado doação


Receber sangue através de uma transfusão pode significar a diferença entre viver e morrer; e como não existe sangue sintético produzido em laboratórios, quem precisa de transfusão tem de contar com a boa vontade de doadores, uma vez que nada substitui o sangue verdadeiro retirado das veias de outro ser humano. Todos sabemos que é importante doar sangue. Mas, quando chega a nossa vez, sempre encontramos uma desculpa – “...hoje está frio ou não estou disposto...”; “...nesses últimos dias tenho trabalhado muito e ando cansado...”; “...será que esse sangue não me vai fazer falta..”.  e vamos adiando a doação que poderia salvar a vidas.  Na maioria das vezes só atentamos para esta realidade quando ela está bem próxima de nós, quando há um parente ou um amigo precisando. E assim vamos deixando voluntariamente de ajudar o “desconhecido” que também precisa. E é bom frisar que o sangue doado não faz falta para o doador, pois numa pessoa saudável este sangue retirado é reposto, pelo próprio organismo.

Retribuições


Doar sangue é um gesto voluntário e a remuneração é proibida por lei. O doador tem direito ao Atestado de Doação que bonifica o seu dia de trabalho e receberá os resultados dos testes de detecção de sífilis, Chagas, HTLV I/II, Hepatite B e C e HIV, além da tipagem ABO ,Rh e teste de detecção de hemoglobinas anômalas.

Condições


  • Portar documento oficial de identidade com foto (RG, carteira de trabalho certificado de reservista ou carteira do conselho profissional)
  • Estar bem de saúde
  • Ter entre 16* e 67 anos
  • Pesar no mínimo 50 Kg 
  • Não estar em jejum. Evitar apenas alimentos gordurosos nas 3 horas que antecedem a doação

Impeditivos


Alguma situações que impedem provisoriamente a doação de sangue são:

  • Febre acima de 37°C
  • Gripe ou resfriado
  • Gravidez
  • Puerpério: impedimento de 90 dias após o parto normal e de 180 dias após a cesariana
  • Uso de alguns medicamentos
  • Anemia

Fonte: CHH

O risco dos fogos de artificio no final do ano

Presença certa nos festejos de fim de ano, os fogos de artifício são uma das principais causas de internação em hospitais neste época. Usado de forma incorreta, provocam queimaduras, cortes, amputações, problemas de audição e de visão. Esta foi a causa de cinco internações no Hospital de Pronto Socorro de Porto Alegre (HPS) no natal de 2009. No ano passado, foi o dobro disto.

A orientação dos bombeiros é que se fixe o foguete em uma base e tome distância do rojão assim que ele for acionado. "Esta é a postura correta. Jamais ficar segurando o foguete", ensima o capitão do Corpo de Bombeiros João Zaniol.

Fonte: G1 - RS
 

Doe Sangue, seu sangue é vida

A mobilização para o Dia Nacional da Doação de Sangue Feita por Voluntários continua, a divulgação na sexta-feira (25/11) foi um sucesso. Mas todo dia é dia para doar sangue, afinal nunca se sabe quando e onde vão precisar deste líquido precioso.


Agora o Doe Sangue Brasil é um movimento composto por voluntários, que fazem parte das redes sociais incentivadores da doação de sangue (Doe Sangue PB, Sangue Raro, Veia Social, Turma do Bem e Grupo Hércules), onde focados na ideia de alcançar pessoas de todo o Brasil e, consequentemente, aumentar o número de doadores de sangue, se uniram, e agora está sendo organizada uma mobilização de abrangência nacional que unirá voluntários de todo o Brasil, estes, estarão reunidos nos Hemocentros de várias cidades no mesmo dia (10 de dezembro de 2011), o qual foi denominado DIA "D", doando sangue, realizando cadastro de medula óssea e partilhando vidas.

Queremos a união de todos os segmentos da sociedade, onde buscaremos fazer uma grande divulgação nas redes sociais para convidar todos a participarem do movimento.

O que é o sangue?

O sangue humano é composto por plasma, hemácias, leucócitos e plaquetas. É um tecido vivo que circula pelo corpo, levando oxigênio e nutrientes a todos os órgãos. Ele é classificado em grupos e subgrupos: ABO (A, B, AB e O) e os Rh (positivo e negativo). Na população brasileira, os percentuais são de aproximadamente 45% de tipo O e 42% tipo A. O grupo B representa 10% e o AB com apenas 3%. Em termos de fator RH, os tipos negativos são os mais raros. 

Sangue Universal


Em caso de transfusão, o ideal é que o paciente receba sangue do mesmo tipo que o seu. Em urgências, quando muitas vezes não há tempo para tipificar o sangue, é que se usa o SANGUE UNIVERSAL "O -". Isso é uma dificuldade crônica para os hemocentros e bancos de sangue, já que apenas 9% da população brasileira têm esse tipo sanguíneo. Na Região Sul, por questões de formação racial, a situação é ainda mais crítica: apenas entre 4% e 5% das pessoas são "O -".


Endereço do Hemocentro do Rio Grande do Sul, para você que é de Porto Alegre : 

Av. Bento Gonçalves, 3722
Bairro Partenon - Porto Alegre - RS
CEP: 90650-001
Fone: 0XX.51.3336.6755
Dias e Horário de coleta: De segundas a sextas-feiras das 8:00 às 18:00


Para as demais cidades (e regiões) clique no link da DoeSangueBR e verifique a cidade mais perto de você.

Veja o vídeo institucional da campanha (abaixo)