Agonia e Angústia: O Que a Música Nos Ensina Sobre a Psicanálise?

Saúde e Espiritualidade

Você já sentiu aquela sensação de aperto no peito, um desconforto difícil de explicar, como se algo estivesse prestes a acontecer, mas sem saber exatamente o quê? Esse sentimento pode ser entendido como angústia, um conceito profundamente analisado pela psicanálise, especialmente por Sigmund Freud e Jacques Lacan.

A música "Agonia", interpretada por Oswaldo Montenegro, reflete poeticamente essa experiência emocional intensa. Mas como a angústia se manifesta em nossas vidas? E o que essa canção pode nos ensinar sobre o nosso próprio psiquismo?

Neste artigo, vamos explorar o significado da angústia na psicanálise e como a música pode ser um reflexo desse estado emocional.


O Que é Angústia na Psicanálise?

A angústia, segundo Freud e Lacan, não é apenas um sentimento de tristeza ou medo, mas um sinal psíquico importante.

  • Para Freud, a angústia pode surgir como uma resposta a uma ameaça real ou simbólica, funcionando como um sinal de alerta para o inconsciente.
  • Para Lacan, a angústia está diretamente ligada à falta e ao desejo. Diferente do medo, que tem um objeto definido, a angústia não engana—ela surge quando nos deparamos com algo que não podemos nomear ou controlar.

A Agonia da Música e a Angústia do Inconsciente

A música Agonia expressa um sentimento de espera, um estado de tensão emocional contínua, sem resolução.

Lacan ensina que a angústia surge quando o sujeito se depara com o vazio, a incerteza e a ausência de respostas definitivas. Esse estado psíquico é justamente o que a música transmite: um desconforto interno profundo, como se algo estivesse para acontecer, mas sem a clareza do que será.


Angústia e Espiritualidade: Como Encontrar Equilíbrio?

Na jornada espiritual, a angústia pode ser um convite à transformação. Ela nos obriga a olhar para dentro, a questionar nossas certezas e a buscar novos significados para a existência. Algumas práticas podem ajudar nesse processo:

✔️ Meditação e mindfulness: ajudam a acalmar a mente e reduzir a identificação com pensamentos angustiantes.
✔️ Autoconhecimento: compreender nossas emoções pode diminuir o impacto da angústia sobre nossas vidas.
✔️ Espiritualidade e conexão interior: práticas como Reiki, yoga e orações podem oferecer conforto e equilíbrio emocional.


Conclusão

A angústia não precisa ser encarada como um inimigo, mas como um sinal do inconsciente pedindo para ser compreendido. Assim como na música Agonia, podemos aprender a aceitar a incerteza, transformar a dor em crescimento e encontrar sentido no silêncio do vazio.

Se você já sentiu essa sensação e quer aprender mais sobre como lidar com a angústia, deixe seu comentário! Vamos juntos aprofundar esse tema tão presente na nossa jornada espiritual.

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Amor e Poder: A Batalha Silenciosa da Alma

Amor e Poder: Reflexões Jungianas no Mundo Atual

Saúde e Espiritualidade Holística

O renomado psiquiatra Carl Gustav Jung afirmou: "Onde o amor impera, não há desejo de poder; e onde o poder predomina, há falta de amor. Um é a sombra do outro." Esta frase ecoa fortemente na sociedade contemporânea, marcada pela busca incessante por controle e influência, muitas vezes à custa das relações humanas e do equilíbrio emocional.

O Dualismo Amor-Poder na Sociedade Atual

No contexto atual, a dicotomia entre amor e poder manifesta-se nas dinâmicas sociais, profissionais e até espirituais. Redes sociais exemplificam essa luta, onde o desejo por validação e influência frequentemente supera a busca por conexões genuínas. Como equilibrar essa balança?

Jung sugere que o amor e o poder representam forças arquetípicas em constante tensão dentro da psique humana. O amor está ligado à empatia e à união, enquanto o poder está associado ao ego e à separação.

Espiritualidade como Caminho de Integração

No âmbito da espiritualidade holística, a busca pelo equilíbrio entre essas forças é essencial. Práticas como a meditação, o Reiki e o trabalho com energias sutis ajudam a alinhar a vontade de poder com a expressão do amor.

Dicas para Cultivar o Amor Sobre o Poder
  • Autoconhecimento: Reconheça padrões internos de controle e medo.
  • Prática de Gratidão: Expanda o amor através da apreciação diária.
  • Conexão com a Natureza: Elementos naturais promovem harmonia interior.
Refletir sobre a mensagem de Jung nos desafia a reavaliar nossas escolhas, valorizando o amor como base para nossas ações. Em um mundo onde o poder muitas vezes silencia o mor, encontrar equilíbrio é um ato de coragem e transformação.

Ao aplicar esses conceitos, criamos um espaço onde o amor predomina, permitindo que relações humanas e espirituais floresçam, mesmo em meio às pressões modernas. Que possamos todos trilhar este caminho com sabedoria.

Cinco Principios Fundamentais do Reiki Celta

Cada slide apresenta um princípio fundamental do Reiki Celta, acompanhado de uma breve explicação e conteúdo relevantes para o público interessado em espiritualidade e bem-estar. O Reiki Celta é uma técnica holística para a conexão com a natureza e os elementos da tradição celta.


 

Descubra o Poder Transformador do Celtic Reiki

Saúde e Espiritualidade Holística

No mundo da espiritualidade e terapias holísticas, o Celtic Reiki desponta como uma poderosa ferramenta de cura e equilíbrio. Neste artigo, mergulharemos na história fascinante do Celtic Reiki e na jornada do seu criador, Martin Pentencost, um visionário que dedicou sua vida a essa prática transformadora.

O Que é Celtic Reiki?

O Celtic Reiki é uma modalidade terapêutica que combina os princípios do Reiki tradicional com a sabedoria ancestral dos povos celtas. Por meio da canalização de energia vital universal, essa prática visa promover o equilíbrio e a harmonia em todos os níveis do ser: físico, mental, emocional e espiritual. Com suas raízes profundas na natureza e nas tradições celtas, o Celtic Reiki oferece uma abordagem holística e integrativa para a cura. (veja o vídeo abaixo)



A Jornada de Martin Pentencost:


Martin Pentencost é reconhecido como o visionário por trás do Celtic Reiki. Com mais de 25 anos de experiência no campo da espiritualidade e terapias alternativas, Martin dedicou sua vida a desenvolver e aprimorar essa poderosa técnica de cura. Sua jornada começou em modestos começos, mas seu compromisso e paixão pela prática o levaram a uma jornada de descoberta e crescimento pessoal.

Origens Modestas e Crescimento Global:

O Celtic Reiki teve suas origens modestas, mas rapidamente ganhou reconhecimento e aceitação em todo o mundo. Graças ao trabalho incansável de Martin Pentencost e de outros praticantes dedicados, essa modalidade terapêutica agora é praticada e ensinada em diversos países, impactando positivamente a vida de milhares de pessoas.

Os Princípios do Celtic Reiki:

No Celtic Reiki, a conexão com a natureza desempenha um papel fundamental. Os praticantes aprendem a honrar e a respeitar os elementos naturais, como a terra, o ar, o fogo e a água, reconhecendo sua influência e poder na cura e no equilíbrio. Além disso, o Celtic Reiki incorpora símbolos e técnicas específicas inspiradas na rica tradição celta, proporcionando uma abordagem única e eficaz para a terapia energética.

Benefícios do Celtic Reiki:

Os benefícios do Celtic Reiki são vastos e abrangem todas as áreas da vida. Desde o alívio do estresse e da ansiedade até o fortalecimento do sistema imunológico e a promoção do bem-estar emocional, essa prática terapêutica oferece uma variedade de benefícios para o corpo, a mente e o espírito. Além disso, o Celtic Reiki pode ajudar no processo de autoconhecimento e no desenvolvimento espiritual, capacitando os praticantes a viverem vidas mais plenas e significativas.

Em resumo, o Celtic Reiki é muito mais do que uma simples técnica de cura - é uma jornada de transformação pessoal e espiritual. Através do trabalho visionário de Martin Pentencost e de outros praticantes dedicados, essa modalidade terapêutica continua a inspirar e a capacitar pessoas em todo o mundo a viverem vidas mais equilibradas, saudáveis e conscientes. Se você está em busca de cura, crescimento e conexão com sua essência mais profunda, o Celtic Reiki pode ser o caminho que você procura.


Desvendando os 10 Espelhos de Awen: Uma Jornada de Conexão Espiritual na Prática Druida

Blog Saúde e Espiritualidade Holística

Na busca por uma conexão mais profunda consigo mesmo, com os outros e com o universo ao nosso redor, muitos encontram na tradição druídica uma fonte de inspiração e orientação espiritual. Um dos conceitos centrais nesta jornada é o dos "10 Espelhos de Awen", que oferecem um guia prático para o desenvolvimento espiritual e pessoal. 

Neste artigo, exploraremos os principais destaques dos 10 Espelhos de Awen e como eles podem enriquecer nossa jornada de saúde e espiritualidade holística.

1. Conexão com a Terra: O primeiro espelho nos convida a nos reconectarmos com a natureza e a terra, lembrando-nos da importância de estarmos enraizados e em harmonia com o mundo natural. Esta conexão nos ajuda a nutrir nosso bem-estar físico e espiritual, promovendo um sentido de pertencimento e equilíbrio.

2. Conexão com o Céu: O segundo espelho nos leva a buscar conexão com o divino e com os céus, buscando orientação espiritual e inspiração cósmica. Esta prática nos ajuda a expandir nossa consciência e a encontrar significado em nossa jornada espiritual.

3. Conexão com a Comunidade: O terceiro espelho nos lembra da importância dos relacionamentos humanos e da construção de comunidades positivas e solidárias. Cultivar conexões autênticas nos nutre emocionalmente e nos apoia em nossa jornada de crescimento espiritual.

4. Conexão com o Passado: Honrar os antepassados e aprender com a sabedoria das gerações passadas é o foco do quarto espelho. Esta prática nos ajuda a integrar a história em nossa jornada pessoal, fortalecendo nossa identidade e compreensão do mundo.

5. Conexão com o Presente: O quinto espelho nos convida a praticar a presença consciente, valorizando o momento presente e vivendo com gratidão e aceitação. Esta prática nos ajuda a cultivar um estado de tranquilidade e contentamento em nossas vidas diárias.

Os 10 Espelhos de Awen oferecem um mapa valioso para aqueles que buscam uma jornada de saúde e espiritualidade holística na tradição druídica. Ao cultivar essas conexões - com a terra, o divino, a comunidade, o passado, o presente e muito mais - podemos enriquecer nossas vidas e encontrar um profundo sentido de propósito e realização. Que esses espelhos possam nos guiar em nossa jornada de autoconhecimento, crescimento espiritual e bem-estar holístico.

Se você está interessado em aprender mais sobre os 10 Espelhos de Awen e como aplicá-los em sua vida, entre em contato conosco. Estamos aqui para apoiá-lo em sua jornada de saúde e espiritualidade holística.


Segredos de Reiki: Uma Jornada pela Saúde e Espiritualidade Holística

Saúde e Espiritualidade Holística

Neste artigo, exploraremos as reflexões profundas e os insights transformadores apresentados na segunda parte da série "O Poder Harmonizador do Ki: Revelando uma Nova Era na Terapia Reiki." Linda e Cornelia conduzem uma conversa envolvente, revelando a sabedoria por trás dessa prática milenar e sua conexão com a saúde e espiritualidade holística.

1. Navegando pelos Desafios da Vida: A discussão inicia-se com reflexões sobre a abordagem aos desafios da vida. Destaca-se a importância de incorporar o conhecimento adquirido ao longo da jornada, criando um impulso positivo e uma maior compreensão sobre como enfrentar as adversidades.

2. Facetas de Ki: Uma Jornada de Consciência: O artigo destaca as diferentes facetas de Ki, desde sua natureza física até atingir Ishiki, representando a compreensão e cura de questões físicas. Essa jornada é apresentada como uma transição de crescente inteligência e consciência sobre os limites pessoais.

3. Magnetismo (Jey) e suas Dinâmicas: Exploramos o papel do magnetismo (Jey) nas dinâmicas dos relacionamentos e ritmos da vida. Jey é descrito como uma força complexa que pode criar harmonia ou discordância, oferecendo insights divinos ao interpretar dinâmicas.

4. Reiki: A Chave da Alma e Equilíbrio Universal: O conceito de Reiki é apresentado como uma força equilibradora que harmoniza as diversas facetas de Ki. Destacamos sua dualidade, focada nos mundos físico e não físico, representando a essência das coisas e agindo como a "chave da alma."

5. Criatividade e Momentos Divinos na Realidade Física: O artigo conclui com uma reflexão sobre a criatividade como a capacidade de capturar momentos divinos na experiência física. Raiki é descrito como a chave para criar experiências e ambientes físicos com faíscas divinas, redefinindo o mundo físico para refletir essas experiências transcendentais.

Ao desvendar os segredos do Reiki, percebemos que esta prática vai além de técnicas terapêuticas, sendo uma jornada de autoconhecimento e espiritualidade. Ao integrar esses princípios na vida cotidiana, podemos alcançar um equilíbrio holístico entre corpo, mente e espírito. Descubra o poder transformador do Ki e abra as portas para uma nova era de saúde e espiritualidade holística.

Reiki Celta: Uma Jornada Holística para a Saúde Mental Equilibrada

Saúde e Espiritualidade Holística

A busca por métodos holísticos que promovam o equilíbrio entre corpo e mente tem ganhado destaque na sociedade contemporânea. Nesse cenário, o Reiki Celta emerge como uma prática única, unindo a sabedoria ancestral celta com as técnicas de cura energética do Reiki.

Neste artigo, exploraremos os benefícios que o Reiki Celta oferece para a saúde mental, destacando seus efeitos positivos na busca por um bem-estar holístico.

  • Equilíbrio Energético e Estabilidade Mental: A base do Reiki Celta reside na busca pelo equilíbrio energético interno. Essa prática visa harmonizar as energias do corpo, proporcionando uma sensação de estabilidade mental. Ao canalizar a energia vital universal, o Reiki Celta oferece uma abordagem suave para restaurar o equilíbrio emocional e mental.
  • Relaxamento Profundo e Alívio do Estresse: Um dos aspectos mais notáveis do Reiki Celta é a capacidade de promover um estado profundo de relaxamento. A energia canalizada durante a prática contribui para aliviar o estresse e a tensão mental, proporcionando um refúgio tranquilo em meio às demandas diárias.
  • Liberação de Bloqueios Emocionais e Clareza Mental: A sabedoria celta incorporada no Reiki Celta revela-se eficaz na liberação de bloqueios emocionais. Essa liberação permite um fluxo mais livre de emoções e pensamentos, contribuindo diretamente para a clareza mental. Ao desbloquear essas energias estagnadas, o Reiki Celta abre espaço para uma mente mais nítida e focada.
  • Bem-Estar Resiliente e Conexão Integral: A prática regular do Reiki Celta fortalece a conexão entre corpo, mente e espírito. Esse fortalecimento promove um bem-estar resiliente, essencial para a manutenção de uma saúde mental duradoura. Ao integrar aspectos espirituais e energéticos, o Reiki Celta oferece uma abordagem holística para a saúde mental, indo além dos métodos convencionais.

Conclusão: Em um mundo onde a saúde mental torna-se uma prioridade, o Reiki Celta destaca-se como uma jornada holística em direção ao equilíbrio e à serenidade. Seja na busca por relaxamento, liberação emocional ou clareza mental, esta prática ancestral oferece uma experiência transformadora. Ao incorporar o Reiki Celta em sua rotina, é possível trilhar um caminho de bem-estar integral, promovendo uma saúde mental equilibrada e duradoura. Deixe-se envolver pela energia positiva do Reiki Celta e embarque nessa jornada única rumo à harmonia interior.


 

Diagnóstico de câncer aumenta em pessoas com menos de 50 anos, afirma estudo

Tipos de câncer mais fatais foram o de mama, traqueia, pulmão, intestino e estômago


O número de pessoas com menos de 50 anos diagnosticadas com câncer aumentou em todo o mundo nas últimas três décadas, segundo um amplo estudo publicado no dia seis de setembro, mas as causas ainda não foram completamente compreendidas.

Os casos de câncer entre pessoas com idades de 14 a 49 anos aumentaram quase 80%, de 1,82 milhão para 3,26 milhões, entre 1990 e 2019, afirma o estudo publicado na revista britânica BMJ Oncology.

Os especialistas afirmam que parte do aumento é explicado pelo crescimento da população, mas estudos anteriores também detectaram diagnósticos de câncer cada vez mais frequentes entre pessoas com menos de 50 anos.

A equipe internacional que realizou o novo estudo apontou a má alimentação, o tabagismo e as bebidas alcoólicas como principais fatores de risco subjacentes para esta faixa etária.

Mas a causa do crescimento do câncer precoce "ainda não está clara".

Pouco mais de um milhão de pessoas com menos de 50 anos morreram vítimas de câncer em 2019 (28% a mais que em 1990), segundo o estudo.

Os tipos de câncer mais fatais foram o de mama, traqueia, pulmão, intestino e estômago. O câncer de mama foi o mais diagnosticado nas últimas três décadas.

Mas os casos que registraram altas mais expressivas foram os de nasofaringe - a área onde a parte posterior do nariz encontra a parte superior da garganta - e de próstata.

Do outro lado, o câncer de fígado registrou queda de 2,9% em ritmo anual.

Os cientistas utilizaram dados do estudo 'Global Burden of Disease Study' de 2019, com análises das taxas de 29 tipos de câncer em 204 países.

O estudo mostra que, quanto mais desenvolvido o país, maior a taxa de câncer entre pessoas com menos de 50 anos. Isto poderia sugerir que os países mais ricos - com melhores sistemas de saúde - podem detectar o câncer antes.

Mas apenas alguns países realizam exames de detecção de alguns tipos de câncer em pessoa com menos de 50 anos, destacam os pesquisadores.

Além da alimentação ruim, do tabagismo e do consumo de álcool, os fatores genéticos, o sedentarismo e a obesidade também poderiam contribuir para a tendência, segundo estudo.

O número de casos de câncer em todo mundo entre pessoas com menos de 50 anos deve aumentar 31% até 2030, principalmente entre o grupo de 40 a 49 anos, segundo um modelo de cálculos dos pesquisadores.

Os cientistas, no entanto, reconhecem que os dados sobre o câncer variam consideravelmente de um país para o outro e que as nações em desenvolvimento potencialmente subnotificam os casos e mortes.


Transístor que mede glicose na saliva evita picada para diabéticos

A equipe já está trabalhando para ampliar a técnica para medir outros biomarcadores na saliva.


 Detector de glicose na saliva

Um sensor que mede os níveis de glicose na saliva traz a esperança de uma maneira mais simples, rápida e indolor para as pessoas monitorarem seu diabetes.

Pessoas com diabetes tradicionalmente monitoram a glicemia usando dispositivos que analisam uma gota de sangue picando um dedo várias vezes ao dia. Mais recentemente, sensores implantados podem fornecer monitoramento contínuo da glicose sem picadas desagradáveis, mas esses dispositivos podem ser menos precisos para níveis mais baixos de glicose e não são aprovados para crianças.

É muito mais conveniente monitorar a glicose pela saliva, que está correlacionada com os níveis de glicose no sangue. Ocorre que as concentrações de glicose são muito mais baixas na saliva do que no sangue, o que restringe essas medições a equipamentos laboratoriais sofisticados.

Abhinav Sharma e colegas da Universidade Rei Abdullah de Ciência e Tecnologia, na Arábia Saudita, superaram esse gargalo da sensibilidade criando um sensor de glicose miniaturizado usando um transístor de filme fino. Como o componente tem dimensões na casa dos nanômetros, ele mostrou-se altamente sensível a quantidades ínfimas de glicose.

Esses componentes pequenos, leves e de baixo consumo de energia são adequados para produção em massa, na forma de sensores descartáveis de baixo custo.

Transístor que mede glicose

O transístor contém finas camadas dos semicondutores óxido de índio e óxido de zinco, cobertas com a enzima glicose oxidase.

Quando uma amostra de saliva é colocada no sensor, a enzima oxida qualquer glicose presente para produzir D-gluconolactona e peróxido de hidrogênio. A oxidação do peróxido de hidrogênio produz então elétrons que entram nas camadas semicondutoras. Isso altera a corrente que flui através dos semicondutores, e a magnitude desse efeito indica a concentração de glicose na amostra de saliva.

O dispositivo mediu corretamente uma ampla faixa de concentrações de glicose em menos de um minuto. Mais importante, o sensor não foi enganado por outras moléculas da saliva, incluindo derivados de açúcar, como frutose e sacarose.

Embora a sensibilidade do dispositivo tenha diminuído com o tempo, ele ainda ofereceu bom desempenho após ser armazenado por duas semanas em temperatura ambiente.

A equipe está agora ampliando o uso da técnica, desenvolvendo uma matriz de sensores transistorizados que possam detectar simultaneamente vários metabólitos na saliva. "O desenvolvimento de conjuntos de sensores portáteis que possam ser integrados a um celular é uma possível direção futura para a pesquisa," disse o professor Thomas Anthopoulos, líder da equipe.

Bibliografia:

Artigo: Non-invasive, ultrasensitive detection of glucose in saliva using metal oxide transistors
Autores: Abhinav Sharma, Wejdan S. AlGhamdi, Hendrik Faber, Yen-Hung Lin, Chien-Hao Liu, En-Kai Hsu, Wei-Zhi Lin, Dipti Naphade, Suman Mandal, Martin Heeney, Thomas D. Anthopoulos
Revista: Biosensors and Bioelectronics
Vol.: 237, 115448
DOI: 10.1016/j.bios.2023.115448

Câncer de próstata: uma alternativa cirúrgica emergente

Como uma lumpectomia para câncer de mama, este tratamento, que é chamado de terapia focal, poupa tecidos saudáveis.

Câncer de Próstata

Pense na cirurgia de câncer de próstata e o que provavelmente vem à mente é uma prostatectomia radical, que é uma operação para remover toda a próstata junto com as vesículas seminais que produzem sêmen. No entanto, homens com câncer de próstata localizado – ou seja, câncer que ainda está confinado à próstata – têm outra opção cirúrgica.

Chamada de terapia focal, esse procedimento alternativo trata apenas a parte cancerígena da próstata e deixa o resto da glândula intacta. O objetivo é remover o tecido tumoral "clinicamente significativo", câncer que se espalharia ainda mais se não fosse tratado. Embora haja um pequeno risco de que algum câncer possa ser deixado para trás após o tratamento, a terapia focal também tem o benefício de minimizar os riscos de disfunção erétil e incontinência urinária, que são ambos efeitos colaterais potenciais da prostatectomia radical. E evidências crescentes mostram que pode ser uma estratégia eficaz.

No ano passado, os pesquisadores relataram que 1.379 homens tratados com terapia focal ou prostatectomia radical tiveram resultados semelhantes de câncer após cinco anos de acompanhamento. Os homens tinham em média 66 anos e os médicos os trataram com uma técnica chamada ultrassom focado de alta intensidade, ou HIFU. Essa abordagem destrói o câncer, submetendo-o a ondas de ultrassom de alta energia que aquecem os tumores a altas temperaturas.

Agora, os resultados da mesma equipe de pesquisa mostram que a terapia focal também é uma opção eficaz para homens mais velhos com câncer de próstata. Durante este estudo mais recente, os pesquisadores avaliaram os resultados de 649 homens com 70 anos ou mais que foram tratados em 11 locais no Reino Unido. Dois terços dos homens tinham câncer com um risco intermediário de propagação adicional, e o terço restante tinha tumores de próstata mais agressivos e de alto risco que são mais perigosos.

Todos os homens foram tratados com HIFU ou um tipo diferente de terapia focal, a crioterapia, que destrói o câncer congelando-o. O objetivo primário do estudo foi avaliar a "sobrevida livre de falhas", pela qual os homens tratados evitam uma morte por câncer de próstata ou o agravamento da doença levando a novas intervenções.
O que os dados revelam

Após um período de seguimento de até cinco anos, 96% dos homens ainda estavam vivos, e a taxa de sobrevida global livre de falhas foi de 82%. Não foram relatadas diferenças nos desfechos entre homens tratados com HIFU e crioterapia. Os homens com câncer de alto risco tiveram piores desfechos: sua taxa de sobrevida livre de falhas foi de 75%, em comparação com 86% entre os homens com doença de risco intermediário.

Mas 88% dos homens de alto risco e 90% dos homens de risco intermediário também evitaram a terapia hormonal, um tratamento que, por causa de seus efeitos colaterais, a maioria dos homens não quer. Os autores concluíram que a terapia focal pode ser um tratamento aceitável que controla o câncer de próstata em homens mais velhos, assim como a prostatectomia radical.

É importante notar que as complicações da terapia focal são possíveis. Por exemplo, uma pequena porcentagem de homens no novo estudo desenvolveu infecções do trato urinário, e alguns também acabaram com retenção urinária, uma condição tratável que ocorre quando a bexiga não consegue esvaziar completamente. Os autores não avaliaram resultados funcionais após a cirurgia, como disfunção erétil ou incontinência urinária. Mas evidências crescentes de outros estudos mostram que a incontinência urinária de longo prazo após terapia focal é muito rara.

Os resultados são encorajadores, mas os especialistas de Harvard enfatizam que mais evidências com terapia focal ainda são necessárias. "Apesar dos resultados promissores, como os relatados neste e em outros estudos, os resultados de longo prazo (por exemplo, 10 a 15 anos ou mais) após a terapia focal ainda devem ser avaliados para determinar completamente como essa opção de tratamento se compara à prostatectomia radical ou à radioterapia", diz o Dr. Boris Gershman,urologista do Beth Israel Deaconess Medical Center e professor assistente da Harvard Medical School com foco no câncer de próstata e bexiga. "Estudos adicionais também podem nos ajudar a refinar os tipos de câncer de próstata para os quais a terapia focal é mais apropriada e quais tipos devem receber terapias que tratam toda a próstata."

Fonte : HHP



Planta brasileira produz canabidiol, mas sem substância psicoativa da cannabis

Imagem: Alex Popovkin/CC-BY-2.0

Uma planta brasileira nativa que consegue produzir canabidiol (CBD) nas flores e frutas sem nenhum traço de tetrahidrocanabinol (THC) foi descoberta por cientistas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O THC, presente na Cannabis sativa, é uma substância psicoativa mais conhecida pela sua presença na droga maconha, o que leva à proibição do plantio de cannabis no Brasil.

A nova planta, chamada Trema micrantha blume, possui apenas a substância utilizada no tratamento de condições como a epilepsia, o CBD, o que deve ajudar no uso medicinal sem maiores restrições. No país, ela é conhecida pelos nomes de pau pólvora, periquiteiro, candiúva, candiúba, taleira, motamba, gurindiba, curindiba, seriúva ou mesmo o nome de seu gênero, trema.

Ao site O Globo, o coordenador da pesquisa, Rodrigo Soares Moura Neto, comenta que a T. m. blume poderia esquivar das barreiras legais atualmente impostas à cannabis medicinal — atualmente, o CBD só pode ser prescrevido para o tratamento de epilepsia em crianças e adolescentes, segundo resolução do Conselho Federal de Medicina publicada no ano passado.

Há, ainda, discussões no Congresso Nacional acerca da liberação do cultivo de cannabis para uso medicinal industrialmente, como é feito no Canadá, Estados Unidos e Portugal.

Canabidiol no Brasil e a nova planta


Quanto à comercialização do canabidiol, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) restringe a fórmula a 0,2% de THC, no máximo, evitando efeitos psicoativos. No caso da planta brasileira, esse risco não existe, já que o THC não está presente em concentração alguma. Isso libera o seu plantio sem qualquer restrição — ela, na verdade, já está presente em todo o país, apenas não no cultivo com o objetivo de obter canabidiol. A T. m. blume poderia ser uma maneira mais fácil e barata de obter o CBD.

Agora, os métodos mais eficazes de análise e extração do canabidiol da planta estão sendo estudados por botânicos, biólogos, geneticistas e químicos, e dentro de 6 meses devem ser iniciados testes in vitro. Quando isso for feito, saberemos se o CBD da planta consegue gerar a mesma atividade, no corpo humano, que o canabidiol extraído de C. sativa gera.

A pesquisa conta com fundos obtidos por meio do edital de Ciências Agrárias da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Rio de Janeiro (Faperj), que tem ligação com a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do governo estadual. São R$ 500 mil em recursos sendo utilizados para o estudo da planta.

Para que serve o CBD?


Como já comentamos, a Anvisa autorizou o uso terapêutico de cannabis medicinal em maio de 2015, por meio da RDC 17/2015. Segundo a resolução, qualquer médico ou mesmo profissional de odontologia pode prescrever o canabidiol — embora a recomendação oficial seja apenas para casos de epilepsia.

Quando recomendado pelo profissional, o paciente pode comprar o CDB diretamente em estabelecimentos nacionais (segundo regimento pela RDC 327/2019) ou através de importação legalizada (regimento pela RDC 660/2022).

Pesquisas já mostraram benefícios do CBD no alívio de condições como anorexia, ansiedade, autismo, câncer, náuseas e vômitos induzidos por quimioterapia, dor crônica, depressão, distonia, insuficiênia cardíaca, epilepsia, síndromes intestinais, fibromialgia, enxaquecas, dores neuropáticas, dependência de opioides, cuidados paliativos, doenças neurodegenerativas, polimialgia reumática e muitas outras. Alternativamente, alguns atletas usam o produto para alívio das dores advindas do seu treinamento.

Fonte: O Globo

Estudo revela interações entre câncer e células imunológicas


Foram analisadas milhares de amostras em 32 tipos de câncer

Imagem: Christoph Burgstedt/Adobe Stock

Pesquisadores do Francis Crick Institute e do King’s College London revelaram as complexas interações entre o câncer e as células imunológicas que cercam um tumor, com o potencial de informar como os pacientes responderão à imunoterapia.

No estudo, publicado na revista Genome Medicine, os pesquisadores analisaram milhares de amostras em 32 tipos de câncer para examinar a maneira como a doença interage dinamicamente com o microambiente imunológico do tumor (TIME), permitindo que a enfermidade floresça.

O câncer evolui dentro do TIME, esculpido pelas células cancerígenas e, por sua vez, esculpe o genoma do câncer.

Essas interações dinâmicas têm impacto significativo sobre como o câncer se desenvolve e responde a tratamentos, como a imunoterapia.

Obter maior compreensão da interação câncer-sistema imunológico é, portanto, crucial para entender a biologia do câncer.

Etapas da pesquisa
  • Os pesquisadores se concentraram em classe de genes chamados de condutores de câncer, porque, quando alterados, eles ajudam a conduzir a doença;
  • Eles identificaram 477 desses condutores que interagem com vários recursos do TIME, sugerindo que eles impulsionam a formação do câncer interrompendo os processos biológicos dentro da célula, bem como interferindo no sistema imunológico;
  • O estudo também delineou a maneira como duas classes distintas de condutores de câncer, supressores de tumor e oncogenes, operam dentro do TIME;
  • Os supressores tumorais são genes que, quando inativados, auxiliam no desenvolvimento do câncer, enquanto os oncogenes precisam ser ativados para promover o câncer.

Descobertas
  • O estudo revelou que as alterações nos supressores de tumor são prevalentes em tumores com alta infiltração imune (quando as células imunes entram no tumor), provavelmente ajudando o tumor a escapar do sistema imunológico.
  • Os oncogenes são predominantes em tumores com baixa infiltração imune, sugerindo um efeito oposto no TIME.
  • Como os tumores com altos níveis de infiltração imunológica respondem bem à imunoterapia, esta pesquisa mostra que a carga de fatores alterados do câncer pode ser usada como biomarcador preditivo da resposta à imunoterapia.
Nosso estudo revela como as alterações genéticas impulsionam a evolução do câncer, interferindo não apenas nos processos dentro das células cancerígenas, mas, também, no sistema imunológico. Podemos explorar esse conhecimento para prever quem responderá à imunoterapia contra o câncer e interferir diretamente com esses genes para aumentar a resposta imune.Francesca Ciccarelli, professora, principal líder do grupo do Laboratório de Biologia de Sistemas de Câncer no Crick e autora sênior do estudo

Os pesquisadores também reconstruíram toda a cascata de eventos que ligam as alterações genéticas de fatores específicos do câncer às modificações do TIME a jusante.

Eles se concentraram no câncer de cabeça e pescoço, tipo de tumor que não responde bem à imunoterapia. Desenvolveram abordagem computacional baseada na biologia de sistemas, que lhes permitiu explicar os mecanismos pelos quais os condutores genéticos do câncer de cabeça e pescoço modificam o sistema imunológico.

Nossa análise descobriu ligações entre as causas do câncer e as alterações imunológicas nos cânceres de cabeça e pescoço. O mecanismo que impulsiona a alta infiltração imunológica em subconjunto de cânceres de cabeça e pescoço pode ser direcionado para o tratamento de imunoterapia. Hrvoje Misetic, cientista visitante do Crick e primeiro autor do estudo

Com informações de Medical Xpress

Aspirina e saúde óssea: há conexão?

Os resultados de um novo estudo que analisou quedas e fraturas entre usuários de aspirina são decepcionantes.

Câncer e Saúde

Por décadas, a aspirina foi chamada de droga maravilha. É fácil perceber porquê; É um analgésico. Pode baixar a febre. Pode reduzir o risco de acidente vascular cerebral e ataque cardíaco em pessoas com alto risco de problemas cardiovasculares, e reduz o risco de alguns tipos de câncer. É barato, fácil de produzir e amplamente disponível sem receita médica.

Nos últimos anos, pesquisas também associaram o uso de aspirina a uma melhor saúde óssea e a um menor risco de fraturas ósseas após quedas (o que pode ter consequências devastadoras, especialmente entre adultos mais velhos). Agora, um novo estudo analisa mais de perto o potencial benefício para os ossos.

Por que a aspirina seria boa para os ossos, afinal?


Pode parecer surpreendente que a aspirina tenha algum efeito sobre a saúde óssea, ou sobre o risco de fraturas. Mas a aspirina pode incentivar o desenvolvimento e a sobrevivência das células da medula óssea envolvidas na formação óssea. Também pode inibir as células que quebram o osso. Além disso, ao prevenir doenças cardiovasculares e derrames, a aspirina pode reduzir a fragilidade e melhorar a saúde geral. Isso poderia levar a menos quedas e fraturas ósseas.

Uma revisão de vários estudos descobriu que o uso de aspirina reduziu o risco de fratura em 17%. Mas os estudos incluídos nessa revisão foram observacionais, o que significa que só puderam mostrar uma ligação entre o uso de aspirina e menor risco de fratura. Tais estudos não podem provar que o uso de aspirina foi a verdadeira razão para menos fraturas.

Melhores estudos são necessários para comprovar ou refutar essa possibilidade. Felizmente, um acaba de ser publicado – e coloca em dúvida se a aspirina tem algum impacto na saúde óssea.

Obtendo uma melhor compreensão da aspirina e da saúde óssea

Publicado no JAMA, o novo estudo é o primeiro ensaio randomizado e controlado a explorar uma possível conexão entre o uso de aspirina e o risco de fratura. Esse tipo de estudo é mais poderoso do que um estudo observacional e pode ajudar a provar se o uso de aspirina tem efeito sobre o risco de fratura.

Quase 17.000 adultos mais velhos foram aleatoriamente designados para tomar uma dose baixa de aspirina (100 mg) ou um placebo idêntico diariamente. Eles foram então monitorados para fraturas ou quedas graves durante um período de quase cinco anos. Queda grave foi definida como aquela que levou a uma visita ao pronto-socorro ou admissão hospitalar. A média de idade dos participantes do estudo foi de 74 anos; Mais da metade (55%) eram mulheres e a maioria era branca.

Os pesquisadores encontraram: 
  • Quedas graves e fraturas foram comuns, experimentadas por 8,6% dos que tomaram aspirina e 9,5% dos que tomaram placebo.
  • Não houve diferença no risco de fratura entre os grupos aspirina e placebo.
  • Usuários de aspirina tiveram uma taxa significativamente maior de quedas graves. Isso pode ser devido ao efeito de afinamento do sangue da aspirina: uma lesão que normalmente causaria apenas pequenos hematomas ou sangramento pode exigir atenção médica se uma pessoa estiver tomando aspirina.
Ao contrário dos estudos observacionais anteriores, esses achados não apoiam o uso de aspirina em baixas doses para melhorar a saúde óssea ou reduzir fraturas relacionadas a quedas.

O que mais é importante saber sobre a aspirina?

Embora possa parecer que a aspirina é um tratamento seguro, há desvantagens para os adultos considerarem, incluindo uma taxa mais alta de quedas graves, como observado nesta nova pesquisa. Além disso:
  • A aspirina e outros anti-inflamatórios não esteroidais são uma das principais causas de úlceras estomacais e sangramento gastrointestinal.
  • As reações à aspirina podem ser graves; Estes incluem reações alérgicas e agravamento de condições respiratórias, como sinusite ou asma.
  • O efeito de afinamento do sangue da aspirina pode causar sangramento grave em uma pessoa com certos distúrbios sanguíneos (como hemofilia), ou em alguém que já tomou outro anticoagulante.
  • A terapia com aspirina para prevenir doenças cardiovasculares tem sido popular há décadas. No entanto, pesquisas e diretrizes recentes agora sugerem que as pessoas não devem tomar aspirina rotineiramente, a menos que tenham tido um ataque cardíaco ou derrame, ou tenham outros riscos importantes para problemas cardiovasculares.

Ponto-chave

Apesar da reputação da aspirina como uma droga maravilha, esta última pesquisa é um lembrete de que a aspirina não é boa para todos ou todas as condições - até mesmo drogas maravilha têm suas limitações. E esta nova pesquisa é apenas o exemplo mais recente de como resultados impressionantes de estudos observacionais podem não ser confiáveis e podem não se sustentar na esteira de estudos mais poderosos.

Tenha isso em mente na próxima vez que ler notícias sobre um tratamento médico, seja um medicamento recém-descoberto ou um medicamento antigo e sem receita que já esteja em seu armário de medicam

Fonte: HHP

Câncer como um problema de saúde mental e espiritual

Doença como Linguagem da Alma" é um livro escrito pelo médico alemão Rudiger Dahlke. O livro discute a ideia de que as doenças mentais e físicas são formas que o corpo usa para se comunicar com a alma , e que a compreensão desses sinais pode ajudar as pessoas a curar suas doenças e atingir um estado de saúde mais completo. 

Doença como Linguagem da Alma

Rudiger Dahlke e autor best-seller, postula que a doença é uma linguagem da alma. Ele acredita que serve como um chamado à ação – uma maneira de nosso eu interior nos alertar sobre questões subjacentes e desequilíbrios em nossas vidas. Como ele escreve: "A doença tem sua própria lógica; ela se comunica através de metáforas" e, portanto, devemos estar atentos não apenas aos sintomas físicos, mas também a como eles correspondem aos estados psicológicos. 

Embora desafiador, abordar a doença a partir dessa perspectiva produz maior compreensão e leva a soluções mais holísticas, em vez de apenas tratar as manifestações externas. Ao adotar a visão de Dahlke sobre a saúde, pode-se descobrir que, ao abordar emoções, necessidades e desejos pessoais, pode-se progredir para se tornar livre de sintomas. O câncer é uma doença que pode ser física e emocionalmente devastadora, para causar estragos na vida de um indivíduo. 

Apesar dos avanços no tratamento e na pesquisa, continua a ser uma das principais causas de morte em todo o mundo. 

Como alguém que testemunhou pessoalmente os efeitos do câncer, entendo o quão devastadora essa condição pode ser. Vi em primeira mão os custos que o câncer cobra aos indivíduos e às suas famílias - desde os encargos financeiros devidos às contas médicas e aos salários perdidos, até à dor incomensurável por se despedir dos entes queridos demasiado cedo.

A montanha-russa emocional de medo, esperança, tristeza e incerteza associada ao enfrentamento de um diagnóstico de câncer muitas vezes deixa os afetados se sentindo impotentes e isolados. Na pior das hipóteses, o câncer rouba das pessoas um tempo precioso que elas poderiam ter gasto vivendo vidas gratificantes, perseguindo suas paixões e fazendo memórias duradouras com seus entes queridos. Também afeta inúmeros outros indiretamente - membros da família, amigos, profissionais de saúde, colegas e até mesmo completos estranhos que são movidos pela história de uma pessoa.

Acredito que devemos nos unir como uma comunidade para nos unirmos contra o câncer. Temos de defender melhores tratamentos, um maior acesso aos cuidados de saúde e uma maior consciencialização sobre a importância da detecção precoce. Embora essa batalha possa parecer intransponível às vezes, é somente através de nossa força e determinação coletivas que podemos fazer progressos reais na derrota do câncer de uma vez por todas.

Embora desafiador, abordar a doença a partir dessa perspectiva produz maior compreensão e leva a soluções mais holísticas, em vez de apenas tratar as manifestações externas. Ao adotar a visão de Dahlke sobre a saúde, pode-se descobrir que, ao abordar emoções, necessidades e desejos pessoais, pode-se progredir para se tornar livre de sintomas.

Bibliografia recomendada: Doença como Linguagem da Alma, Rudiger Dahlke, Editora Cultrix.


O tipo de cancer coloretal que afetou a cantora Preta Gil


A cantora Preta Gil foi diagnosticada com câncer colorretal, uma doença crônica que pode ter complicações graves e custo alto para o tratamento. Fatores de risco associados e tipo de câncer incluem fatores genéticos hereditários, exposição à radiação, obesidade, hábitos alimentares inadequados e falta de exercício regular. A boa notícia é que a melhoria dos cuidados médicos tem permitido identificar esta forma precocemente de câncer coloretal, levando a um resultado favorável segundo as recomendações corretas forem seguidas.

Vamos agora falar abaixo sobre os tipos e também tratamentos disponíveis no Brasil para este tipo de câncer

Existem dois tipos principais de câncer colorretal: câncer colorretal adenocarcinoma e câncer colorretal e escamocelular.

Câncer e Saúde

O câncer colorretal adenocarcinoma é o tipo mais comum de câncer colorretal e é causado pela formação de tumores malignos na camada interna do cólon e do reto. Ele pode se espalhar para outras partes do corpo, como os linfonodos e os órgãos vizinhos.

O câncer colorretal escamocelular é um tipo menos comum de câncer colorretal e é caracterizado pela formação de tumores malignos na camada externa do cólon e do reto. Ele tende a se espalhar para outras partes do corpo, como os linfonodos e os órgãos vizinhos, em um estágio menos avançado do que o câncer colorretal adenocarcinoma.

Há outros tipos de câncer de cólon menos comuns, como o carcinoma neuroendócrino, o câncer linfoide e câncer do tipo sarcoma

Em geral, quanto mais cedo o câncer for detectado, maiores serão as chances de sucesso no tratamento. Por isso é importante fazer exames de rotina de detecção, principalmente após os 50 anos.

Os tratamentos disponíveis hoje no Brasil

Os tratamentos para câncer colorretal variam dependendo do estádio da doença, da localização do tumor e do estado geral de saúde do paciente. Alguns dos tratamentos mais comuns incluem:

  • Cirurgia: a cirurgia é a forma mais comum de tratamento para câncer colorretal. O objetivo é remover o tumor e as áreas de tecido circundantes afetadas. Dependendo da localização e extensão do tumor, pode ser necessário retirar uma parte do cólon ou do reto.
  • Quimioterapia: A quimioterapia é um tratamento que utiliza medicamentos para matar as células cancerígenas. Isso é feito por via intravenosa ou por via oral, e pode ser usado antes ou depois da cirurgia para ajudar a reduzir o tamanho do tumor.
  • Radioterapia: A radioterapia utiliza raios de alta energia para destruir as células cancerígenas. Pode ser usado antes ou depois da cirurgia para ajudar a reduzir o tamanho do tumor.
  • Imunoterapia: é um tipo de tratamento que ajuda o sistema imunológico do corpo a combater o câncer. Existem vários tipos diferentes de imunoterapia disponíveis, e elas geralmente são administradas por via intravenosa.
  • Terapia alvo : Utilização de medicamentos que atacam especificamente proteínas que estão presentes nas células cancerígenas e não nas saudáveis.
É importante notar que o tratamento ideal varia de paciente para paciente, e é sempre recomendado seguir as orientações do seu médico e equipe de tratamento.


Vírus destrói câncer e pode revolucionar tratamento de tumores avançados


Um novo tipo de tratamento contra o câncer que usa um vírus comum para infectar e destruir células nocivas está se mostrando bastante promissor nos primeiros testes em humanos, dizem cientistas do Reino Unido.

O câncer de um paciente desapareceu, enquanto outros viram seus tumores encolherem.

A droga é uma forma enfraquecida do vírus da herpes — herpes simplex — que foi modificado para matar tumores.

Estudos maiores e mais prolongados são necessários, mas especialistas dizem que a injeção pode, por fim, oferecer uma tábua de salvação para mais pacientes com câncer avançado.

Krzysztof Wojkowski, um construtor de 39 anos do oeste de Londres, é um dos pacientes que participaram da fase 1 do teste de segurança em andamento, administrado pelo Instituto de Pesquisa do Câncer do Royal Marsden NHS Foundation Trust.

Ele foi diagnosticado em 2017 com câncer nas glândulas salivares, perto da boca. Apesar da cirurgia e de outros tratamentos na época, seu câncer continuou a crescer.

"Me disseram que não havia mais opções para mim, e que eu estava recebendo cuidados de fim de vida. Foi devastador, então foi incrível ter a chance de participar do estudo".
Um curto curso da terapia baseada no vírus — que é uma versão especialmente modificada do vírus da herpes que normalmente causa herpes labial — parece ter eliminado o tumor.

"Tomei injeções a cada duas semanas durante cinco semanas que erradicaram completamente meu câncer. Estou livre do câncer há dois anos."

As injeções, aplicadas diretamente no tumor, atacam o câncer de duas maneiras — invadindo as células cancerosas e fazendo-as romper, e ativando o sistema imunológico.

Cerca de 40 pacientes tentaram o tratamento como parte do estudo. Alguns tomaram apenas a injeção de vírus, chamada RP2. Outros tomaram ainda outro medicamento contra o câncer — chamado nivolumab.

Os resultados, apresentados em uma conferência médica em Paris, na França, mostram que:Três em cada nove pacientes que tomaram apenas RP2, incluindo Krzysztof, viram seus tumores encolherem;
Sete em cada 30 que receberam tratamento combinado também pareceram se beneficiar;
Os efeitos colaterais, como cansaço, foram leves em geral.

O principal pesquisador do estudo, Kevin Harrington, disse à BBC que as respostas ao tratamento observadas foram "verdadeiramente impressionantes" em uma variedade de cânceres avançados, incluindo câncer de esôfago e um tipo raro de câncer de olho.

"É raro ver taxas de resposta tão boas no estágio inicial de ensaios clínicos, pois seu objetivo principal é testar a segurança do tratamento, e envolve pacientes com câncer muito avançado para os quais os tratamentos atuais pararam de funcionar", afirmou.

"Estou ansioso para ver se vamos continuar a ver benefícios à medida que tratamos um número maior de pacientes".

Não é a primeira vez que cientistas usam um vírus para combater o câncer. O NHS, sistema de saúde público do Reino Unido, aprovou um tratamento baseado no vírus do resfriado, chamado T-Vec, para câncer de pele avançado há alguns anos.

Harrington chama o RP2 de uma versão turbinada do T-Vec.

"Teve outras modificações no vírus para que, ao entrar nas células cancerígenas, efetivamente assine sua sentença de morte".

Marianne Baker, da organização Cancer Research UK, disse que as descobertas encorajadoras podem mudar o curso do tratamento do câncer.

"Os cientistas descobriram que os vírus podem ajudar a tratar o câncer há 100 anos, mas tem sido um desafio aproveitá-los com segurança e eficácia."

"Esta nova terapia viral se mostrou promissora em um teste inicial de pequena escala — agora precisamos de mais estudos para descobrir como funciona."

"A pesquisa sugere que combinar vários tratamentos é uma estratégia poderosa, e terapias de vírus como esta podem se tornar parte do nosso kit de ferramentas para vencer o câncer".

Fonte: G1

Células do câncer são neutralizadas por privação de oxigênio

Células neutralizadas


Devido às condições de uma célula cancerosa, as moléculas - desenhadas aqui em verde claro - podem se unir para formar longos "cabelos", que então interrompem a conversão de oxigênio em energia, que a célula precisa para crescer. Resultado: a célula cancerosa morre.

O tratamento do câncer é um processo de longo prazo porque células cancerígenas vivas geralmente evoluem para formas agressivas, espalham-se pelo corpo e se tornam intratáveis.

Essas células têm uma altíssima capacidade de adaptação, sendo capazes de desenvolver mecanismos para evitar os efeitos do tratamento. Isso exige quimioterapias cada vez mais fortes, com inúmeros efeitos colaterais graves, sem garantia de que o câncer será totalmente exterminado.

Agora, cientistas tiveram uma ideia para uma nova abordagem de tratamento: Eles querem literalmente sufocar as células cancerígenas.

"Queremos evitar essa adaptação invadindo o principal pilar da vida celular, como as células respiram - o que significa absorver oxigênio - e, assim, produzir energia química para o crescimento," disse o professor David Ng, líder da equipe no Instituto Max Planck para Pesquisas de Polímeros (Alemanha).

Impedindo a respiração normal


A equipe produziu uma droga sintética que viaja para dentro das células, onde reage conforme as condições encontradas para desencadear um processo químico. Esse processo faz com que as moléculas da droga se unam e formem minúsculos "cabelos", que são mil vezes mais finos que o cabelo humano.

"Esses pelos são fluorescentes, então você pode vê-los diretamente com um microscópio enquanto eles se formam," contou o pesquisador Zhixuan Zhou.

Ao monitorar o consumo de oxigênio em diferentes tipos de células, os pesquisadores descobriram que os pelos impedem todas elas de converter oxigênio em ATP, a molécula responsável pela entrega de energia nas células. O processo funcionou mesmo para as células derivadas de câncer metastático intratável.

Como resultado, as células morrem rapidamente - em quatro horas. Os cientistas esperam usar este mecanismo para desenvolver um novo método para tratar o câncer, incluindo cânceres até agora intratáveis.

A equipe também acredita que essa mesma abordagem poderá ser ajustada para controlar outros processos celulares, para tratar outras doenças.

O que é câncer de cabeça e como isso afeta seu cérebro


A maioria dos cânceres de cabeça e pescoço se inicia nas células escamosas que revestem as superfícies úmidas da região, como dentro da boca, do nariz e da garganta. Conheça aqui um dos subtipos desses cânceres, fatores de risco, sintomas e tratamentos.

Os tipos de câncer de laringe e hipofaringe são:

  • Carcinoma de células escamosas

Quase todos os cânceres de laringe ou hipofaringe se desenvolvem a partir das células escamosas do epitélio, ou seja, a camada interna de revestimento dessas duas estruturas. Esse tipo de câncer é denominado carcinoma ou câncer de células escamosas.

Carcinoma in situ. É a forma mais precoce de câncer. No carcinoma in situ, as células cancerígenas são vistas apenas nas células que revestem a laringe ou hipofaringe. Eles não invadem as mais profundas, nem se disseminam para outros órgãos. A maioria dos casos desse tipo de câncer pode ser curada, mas se não for tratada, pode evoluir para um câncer invasivo de células escamosas invasivo, podendo se disseminar para outros órgãos.

Outros tipos de câncer


Outros tipos raros de câncer, também, podem se iniciar na laringe ou hipofaringe:Câncer de glândula salivar menor. Algumas áreas da laringe e hipofaringe têm pequenas glândulas conhecidas como glândulas salivares menores sob sua camada de revestimento. Essas glândulas produzem muco e saliva para lubrificar e umedecer a área. O câncer raramente se desenvolve a partir das células dessas glândulas.
Sarcomas. Cânceres como condrossarcomas ou sarcomas sinoviais podem se desenvolver a partir do tecido conjuntivo da laringe ou hipofaringe, mas são extremamente raros.

Outros tipos raros de câncer de laringe incluem linfomas, tumores neuroendócrinos e plasmocitomas.

Tratamento do câncer de boca e orofaringe


Após o diagnóstico e estadiamento do câncer, o médico discutirá com o paciente as opções de tratamento. É importante ter tempo e poder avaliar todas as possibilidades terapêuticas. A decisão por determinado tipo de tratamento leva em conta o estado de saúde geral do paciente, o tipo de tumor, o estadiamento, as chances de cura da doença, e do eventual impacto do tratamento sobre importantes funções como fala, mastigação e deglutição.

As principais opções de tratamento para o câncer de boca e orofaringe são cirurgia, radioterapia, quimioterapia, terapia alvo, imunoterapia e tratamento paliativo, que podem ser realizados isoladamente ou em combinação, dependendo do estágio e da localização do tumor. Em geral, a cirurgia é o primeiro tratamento para o câncer de boca e pode ser seguido por radioterapia ou quimioterapia, que podem ser administradas de forma isolada ou combinadas. Os cânceres de orofaringe são geralmente tratados com uma combinação de quimioterapia e radioterapia.

Com base no estadiamento e localização do tumor, uma equipe multidisciplinar pode ser necessária, incluindo oncologista, otorrinolaringologista, cirurgião de cabeça e pescoço e radio-oncologista. Mas, muitos outros profissionais de saúde podem estar envolvidos no seu atendimento, como enfermeiros, nutricionistas, assistentes sociais, fonoaudiólogos, psicólogos, dentistas, fisioterapeutas e outros profissionais de saúde.

Tomando decisões sobre o tratamento. É importante que todas as opções de tratamento sejam discutidas com o médico, bem como seus possíveis efeitos colaterais, para ajudar a tomar a decisão que melhor se adapte a suas necessidades. Alguns itens devem ser considerados, como idade e expectativa de vida, outras condições de saúde, estadiamento da doença, se a cirurgia pode (ou não) retirar todo o tumor, e, probabilidade de cura da doença. Se possível, procure uma segunda opinião. Isso pode lhe trazer mais informações e ajudá-lo a se sentir mais confiante sobre o tratamento que escolher.

Pensando em participar de um estudo clínico. Em alguns casos, pode ser a única maneira para ter acesso a novos tratamentos. Ainda assim, estudos clínicos podem não ser adequados para todos. Se você quiser saber mais sobre aqueles que podem ser apropriados para você, converse com seu médico.

Considerando métodos complementares e alternativos. Os métodos complementares se referem a tratamentos usados ​​junto com seu atendimento médico regular. Já os tratamentos alternativos são usados ​​em vez do tratamento médico. Alguns exemplos são vitaminas, ervas e dietas especiais, ou acupuntura ou massagem. Embora alguns destes métodos possam ser úteis para aliviar os sintomas ou ajudar você a se sentir melhor, muitos não foram comprovados cientificamente e não são recomendados. Converse com seu médico antes de iniciar qualquer terapia alternativa.

Escolhendo interromper o tratamento. Para algumas pessoas, quando os tratamentos não estão mais controlando o câncer, pode ser hora de pesar os benefícios e riscos de continuar a tentar novos tratamentos. Se você continuar (ou não) o tratamento, ainda há coisas que você pode fazer para ajudar a manter ou melhorar a sua qualidade de vida. Algumas pessoas, especialmente se a doença está avançada, podem não querer serem tratadas. Existem muitas razões pelas quais você pode decidir interromper o tratamento, mas o mais importante é conversar com seus médicos antes de tomar essa decisão. Lembre-se de que mesmo se você optar por não tratar o câncer, você ainda pode receber cuidados de suporte para ajudar com a dor ou outros sintomas.

Texto originalmente publicado no site da American Cancer Society, em 23/03/2021, livremente traduzido e adaptado pela Equipe do Instituto Oncoguia.