Por que o protetor solar é importante na prevenção do câncer


O protetor solar é um dos produtos mais importantes para prevenir o câncer de pele. Isso porque os raios UV do sol são uma das principais causas de câncer de pele. O protetor solar bloqueia os raios UV e ajuda a proteger a pele desses danos.

Além disso, o protetor solar também ajuda a prevenir o envelhecimento da pele prematuro, manchas escuras e outros danos causados pelo sol. Portanto, é importante usar protetor solar todos os dias, mesmo em dias nublados ou quando você estiver em casa.

Como escolher o protetor solar certo para sua pele

Existem muitos tipos de protetor solar no mercado, e escolher o certo pode ser uma tarefa difícil. Aqui estão algumas dicas para ajudá-lo a escolher o protetor solar certo para sua pele:

  • Escolha um protetor solar com amplo espectro de proteção contra os raios UVB e UVA.
  • Procure um protetor solar com fator de proteção solar (FPS) alto, preferencialmente acima de 30.
  • Escolha um protetor solar resistente à água se você planeja se exercitar ou passar muito tempo na água.
  • Se você tem pele sensível ou propensa a alergias, opte por um protetor solar sem fragrância e sem ingredientes irritantes.
Estamos aqui para ajudá-lo a prevenir o câncer de pele. Informe-se e aprenda sobre a importância de proteger a sua pele. A prevenção é o melhor tratamento


Câncer de pele: conheça os tipos mais comuns e como preveni-los

câncer mais frequente no Brasil

O câncer de pele é um dos tipos mais comuns de câncer, e pode aparecer em qualquer parte do corpo. Existem diferentes tipos de câncer de pele, a doença é provocada pelo crescimento anormal e descontrolado das células que compõem a pele. Essas células se dispõem formando camadas e, de acordo com as que forem afetadas, são definidos os diferentes tipos de câncer.

Os mais comuns são os carcinomas basocelulares e os espinocelulares, responsáveis por 177 mil novos casos da doença por ano. Mais raro e letal que os carcinomas, o melanoma é o tipo mais agressivo de câncer da pele e registra 8,4 mil casos anualmente. .

Para prevenir o câncer de pele, é importante tomar medidas como usar protetor solar, evitar exposição excessiva ao sol, usar roupas protetoras e manter a pele hidratada. Além disso, é importante examinar regularmente a pele para detectar quaisquer sinais de problemas, como manchas escuras, feridas que não cicatrizam ou mudanças no tamanho ou forma de um sinal.

Câncer de pele


O câncer da pele responde por 33% de todos os diagnósticos desta doença no Brasil, sendo que o Instituto Nacional do Câncer (INCA) registra, a cada ano, cerca de 185 mil novos casos. O tipo mais comum, o câncer da pele não melanoma, tem letalidade baixa, porém seus números são muito altos.

Fonte: SBD

Cientistas inventam novo scanner capaz de detectar câncer de pele

Créditos: Shutterstock

Pesquisadores do Stevens Institute of Technology, nos
Estados Unidos, inventaram um novo dispositivo scanner capaz de detectar o câncer de pele. De acordo com o estudo, a ferramenta apresentou uma eficácia de 97% na detecção de tecido canceroso.

O novo dispositivo utiliza uma tecnologia de imagem de onda milimétricas de alta resolução, esse tipo de tecnologia é parecido com aquela utilizada nos sistemas de varredura utilizados para imagens de segurança de corpo inteiro em aeroportos.

O dispositivo já havia sido testado anteriormente, mas apenas em tecidos cancerosos de laboratórios. O novo estudo comprovou a capacidade do scanner reconhecer tecido saudável em seres humanos.

Durante os testes, o dispositivo disponibilizou resultados para a detecção de câncer de pele em até 20 segundos. Agora, os pesquisadores buscam uma maneira de miniaturizar a ferramenta e transformá-la em um produto portátil de baixo custo.

“Estamos criando um dispositivo de baixo custo que é tão pequeno e fácil de usar quanto um celular, para que possamos trazer diagnósticos avançados ao alcance de todos”, disse Negar Tavassolian, pesquisador do projeto. “Isso significa que os médicos podem integrar diagnósticos precisos em exames de rotina e em última análise, tratar mais pacientes.”

Foram analisados 71 pacientes com 136 lesões cutâneas suspeitas, após as avaliações por imagem, os tecidos passaram por biópsia. O aparelho apresentou 98% de eficácia na identificação de lesões benignas ou malignas, e 97% de sensibilidade.

Adicione mais fator de proteção ao seu verão



Com a campanha do Dezembro Laranja, a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) espera contribuir com a conscientização sobre os riscos do câncer de pele, a importância da fotoproteção e a necessidade de respeitar as orientações das autoridades sobre os cuidados com a covid-19.

Como neste verão, diante da queda nos indicadores de morbidade e de mortalidade relacionados à covid-19, as praias e os espaços abertos voltarão a ser ocupados com mais intensidade, a SBD lembra que a retomada da normalidade deve ser feita com respeito às recomendações das autoridades sanitárias. Além desse cuidado, afirmam, a população deve agregar à sua rotina as medidas de prevenção contra o câncer de pele.

“Adicione mais fator de proteção ao seu verão”: esta é mensagem central da campanha do Dezembro Laranja 2021. Esse mote estará presente em uma série de conteúdos desenvolvidos pela SBD especialmente para a ação. Serão peças para redes sociais, com dicas de cuidados; vídeos com orientações de médicos dermatologistas; e gravações feitas por personalidades estimulando os brasileiros à aderirem aos cuidados preconizados; entre outras abordagens que buscam a conscientização.

Adesão - Em 2021, entre as celebridades que participam voluntariamente da iniciativa estão os atores Tony Ramos e Carmo Dalla Vecchia, as cantoras Kelly Key e Karol Conká, a modelo Claúdia Liz, e os jornalistas Tom Borges (TV Record) e Eliane Cantanhede (TV Globo).

Além deles, dezenas de outras artistas, intelectuais e influenciadores também aderiram à iniciativa. Também declararam apoio ao Dezembro Laranja 2021 inúmeras instituições públicas e privadas. Todas essas entidades ajudaram a montar uma rede nacional de apoio à causa. Isso ocorreu de duas formas: com a iluminação de sedes e monumentos na cor laranja e com a replicação em seus canais de comunicação do material produzido pela SBD incentivando a população a incorporar à sua rotina alguns cuidados.

Fonte: SBD

Números do câncer de pele no Brasil preocupam

A campanha Dezembro Laranja é um alerta dos dermatologistas para a prevenção da doença

Fonte: SBD

Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), o câncer de pele é o tipo mais frequente no mundo e corresponde a 27% de todas as neoplasias malignas no Brasil. Isso porque, de acordo com levantamento da entidade divulgado no final de 2019, mais de 60% dos brasileiros não usam nenhum tipo de proteção solar no dia a dia. O último mês do ano, chamado de Dezembro Laranja, é dedicado à conscientização sobre a doença.

“A melhor forma de prevenção ao câncer de pele é evitar expor-se ao sol, especialmente das 10h às 16h, e fazer uso diário de protetor solar para pele e lábios”. Este é o alerta trazido pelo radio-oncologista, Rafael Salera. O médico ainda lembra que quando a exposição ao sol for necessária, como no caso de pessoas que trabalham ao ar livre, é importante também a escolha de vestuário adequado.

Tipos de câncer de pele


Salera explica que pode-se dividir o câncer de pele em dois grandes grupos: melanoma e não melanoma. “Os tumores não melanoma são constituídos principalmente pelo carcinoma basocelular (mais comum e menos agressivo) e o carcinoma epidermóide. Já o melanoma tem origem nas células produtoras de melanina (substância responsável pela pigmentação da pele). Esse último é o subtipo mais agressivo, com maior propensão a causar metástases”, esclarece o médico. 

A exposição intensa ao sol, capaz de causar queimadura cutânea, parece contribuir mais para o surgimento do melanoma que outros tumores de pele. “Por esse motivo, é frequente que esse câncer se desenvolva em áreas como costas e pernas, que são usualmente protegidas do sol no dia a dia, mas são regiões comumente acometidas por queimaduras graves em situações de exposição aguda e intensa à radiação solar”, explica.

“A exposição crônica à radiação UVA e UVB no dia a dia, que não é tão intensa a ponto de causar queimadura aguda, está associada aos tumores não melanoma, motivo pelo qual essas lesões são comuns em face, orelhas, dorso das mãos e antebraços”, aponta Salera.

Fatores de risco


Segundo o radio-oncologista, os principais fatores de risco para o desenvolvimento do câncer de pele são:

- Exposição aos raios ultravioletas provenientes do sol ou câmaras de bronzeamento artificial (proibidas no Brasil desde 2009);

- Pele clara;

- Cicatrizes de queimadura;

- Doenças hereditárias, como albinismo e xeroderma pigmentoso;

- Imunossupressão;

- História pessoal ou familiar de neoplasia de pele.

“Pesquisas científicas indicam que indivíduos com história de cinco ou mais queimaduras cutâneas graves causadas por raios solares na infância têm o dobro de chance de desenvolverem melanoma”, comenta Salera.

Chance de cura aumenta se descoberto no início


Dentre os principais sintomas do câncer de pele, os mais comuns são o surgimento de nódulos, manchas, feridas que não cicatrizam em mais de quatro semanas ou sangram com facilidade e lesões em forma de crosta ou de coloração escura.

“É fundamental citar que a suspeita do câncer de pele baseada apenas na aparência das lesões é um desafio para os próprios profissionais de saúde. Por esse motivo as pessoas devem ser encorajadas a conhecer o próprio corpo e buscarem atendimento médico especializado em caso de detecção de qualquer alteração cutânea nova”, alerta o médico. “As chances de cura, quando descoberto no início, são de 90%”, complementa.

“É extremamente importante que a população conheça as formas de prevenção e se atente para o diagnóstico precoce a fim de se evitar tratamentos agressivos e, por outro lado, aumentar as taxas de cura”, finaliza.

Psoríase e câncer: qual o link?

A psoríase é uma condição inflamatória crônica da pele, relativamente comum. É provavelmente causado por predisposição genética combinada com gatilhos, como infecções, trauma, estresse e medicamentos. A apresentação clássica é coceira, escamosa, placas rosa mais comumente encontradas nos cotovelos, joelhos e couro cabeludo.

Em uma recente revisão sistemática e metanálise de 58 estudos publicados na JAMA Dermatology , os pesquisadores descobriram uma associação entre a psoríase e um risco aumentado de desenvolver câncer.

O estudo JAMA Dermatology concentrou-se em dados de estudos anteriores analisados ​​entre 9 de abril de 2018 e 22 de fevereiro de 2019. Os pesquisadores descobriram que pessoas com psoríase tinham um risco aumentado de desenvolver câncer, incluindo cólon, rim, laringe, fígado, linfoma, não Linfoma de Hodgkin, câncer de esôfago, oral e pancreático. Eles também descobriram que pessoas com psoríase grave que desenvolveram câncer também tiveram um risco geral aumentado de morrer.

Como a psoríase pode aumentar o risco de câncer?


Embora este estudo não examine especificamente os motivos pelos quais as pessoas com psoríase podem ter mais chances de desenvolver câncer, podemos oferecer algumas explicações possíveis. A psoríase é uma condição inflamatória que envolve células imunes hiperativas no corpo. Sabemos que outras doenças inflamatórias crônicas, como a doença de Crohn, também estão associadas ao aumento do risco de desenvolver câncer.

Muitos pacientes com psoríase também apresentam síndrome metabólica , distúrbio do uso de tabaco e aumento do uso de álcool. Algumas dessas condições também foram associadas ao aumento do risco de câncer. Este estudo não detalha em que medida essas comorbidades podem influenciar o aumento do risco de câncer em pacientes com psoríase.

Pessoas com psoríase grave geralmente não obtêm alívio suficiente com terapias tópicas (aplicadas à pele), como corticosteróides tópicos e análogos da vitamina D. Eles podem ser iniciados com medicamentos direcionados a células e proteínas imunológicas específicas. 

Alguns desses medicamentos aumentam o risco de infecções. Estudos anteriores descobriram pouco ou nenhum risco aumentado de câncer em pacientes que recebem essas terapias. Outros tratamentos, como a fototerapia (fototerapia), são conhecidos por aumentar o risco de desenvolver câncer de pele.

O que você pode fazer para reduzir o risco de câncer se tiver psoríase?


A psoríase continua sendo uma das condições inflamatórias da pele mais comuns. Este estudo não sugere maneiras pelas quais as pessoas com psoríase podem reduzir o risco de desenvolver câncer. Mas existem várias modificações no estilo de vida que podem ajudar a diminuir o risco de câncer, além de beneficiar sua saúde geral.

Por exemplo, parar de fumar, beber menos álcool, comer uma dieta mais saudável e equilibrada e atividade física moderada podem não apenas reduzir o risco de desenvolver câncer, mas também o risco de doenças cardiovasculares. Você também deve trabalhar com seu médico de cuidados primários para manter-se atualizado com exames de câncer de rotina, como colonoscopias, mamografias e imagiologia pulmonar.

Mais estudos são necessários para determinar os mecanismos específicos subjacentes à ligação potencial entre a psoríase e o aumento do risco de câncer, bem como como fatores e medicamentos específicos para o estilo de vida podem desempenhar um papel.

Fonte: HHP

Eles não usam filtro solar: brasileiros estão deixando de se proteger do sol

Basta o tempo abrir no Rio para que Robson Lopes, de 42 anos, apareça na praia. Mas não é o som do mar que chega aos seus ouvido. “Todo mundo vem falar e me perturbar, porque não passo filtro solar ”, conta. O agente de viagens diz que não deixa de se proteger por esquecimento: “Apenas não gosto. E também não uso boné, nem fico na barraca. O que faço é chegar e sair cedo da praia”. Como ele, muita gente tem deixado de usar a proteção solar mesmo no alto verão — seja por subestimar os riscos, por buscar alternativas consideradas mais naturais, pela preocupação com a absorção de vitamina D ou, pior, por conta de fake news , como a de que bloqueadores provocariam câncer de pele. 

Uma pesquisa da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) constatou que apenas 23% dos brasileiros usam o protetor da maneira recomendada pelos médicos. E calcula-se que seis milhões não usam nada na exposição ao sol


Para a modelo Raica Oliveira , não usar filtro foi uma escolha: “Parei há mais de seis anos por causa da química e porque acho que a produção industrial também não ajuda o meio ambiente. Não creio que o sol em si faça mal à saúde, o problema é o excesso de exposição. Acredito que nossa pele tem uma proteção própria se bem hidratada”. 

Nos cuidados diários, a top usa óleo de coco e faz máscaras faciais de flores, chocolate e abóbora. “Nesses anos, lembro apenas de uma vez em que me queimei demais. Fiquei horas em um barco, num calor de 40 graus. Tive insolação, fiquei com febre e precisei de tratamento”, diz a modelo, de 35 anos, que mora em Ibiza, na Espanha, e não abre mão de uma praia.

A fonoaudióloga Caroline Lamin El Saman usa base no rosto “para se proteger das luzes do computador”, mas parou de utilizar filtros solares convencionais há mais de 10 anos. “Acho que as pessoas têm uma fobia de sol. Não sou adepta de protetores de farmácia porque têm toxinas demais. Tinha muitos problemas de pele, mas quando parei de usar produtos da indústria e me desintoxiquei, fui melhorando”, observa. 

Aos 42 anos, ela conta que se expõe ao sol por até 30 minutos sem nada e, se passar mais tempo, aplica pasta d’água. Também utiliza protetores artesanais e importados, que considera mais naturais. Além disso, acredita que o uso do filtro é prejudicial por bloquear a absorção de vitamina D.

O chefe do Serviço de Dermatologia do Instituto Nacional do Câncer ( INCA ), Dolival Lobão, discorda. Segundo ele, são necessários 15 minutos de exposição solar por semana em um país tropical como o Brasil para a absorção adequada da vitamina. Além disso, ele argumenta que apenas a exposição de braços e pernas sem bloqueador solar no dia a dia já é suficiente. De forma que é possível continuar protegendo o rosto. A deficiência da substância no corpo costuma ter mais relação com a alimentação do que com o sol

Sobre a presença de oxibenzona em filtros solares, composto considerado tóxico e que preocupa Raica e Caroline, Lobão afirma que ele não é mais usado nos protetores encontrados no mercado. “Os produtos dos laboratórios são certificados, passam por testes e seguem protocolos dentro das descobertas científicas mais recentes. Por isso mesmo, não apresentam mais oxibenzona”, explica o dermatologista, que é categórico ao afirmar: “Essa história de que o filtro faz mal é mito. Ele é um aliado na prevenção do câncer de pele”.

Lobão comenta, ainda, que muitos desconfiam do parabeno, essa, sim, uma substância comum nos filtros. “Não se trata de um composto perigoso, a não ser em situações particulares de alergia”. É o caso da dentista Natalia Lucena, de 29 anos, que acaba não usando protetor para evitar ficar empolada: “Uso pouco porque é difícil achar bloqueador sem parabeno e ele me dá reações na pele. Confio na proteção dos filtros e queria usar mais. Como não posso, me exponho menos ao sol e uso óculos escuros”, conta

Dolival Lobão explica que a proteção solar é o principal fator de prevenção do câncer de pele, o tipo de tumor mais frequente no Brasil. São mais de 170 mil novos casos esperados da doença, segundo o INCA. O câncer de pele tem dois tipos, o melanoma — mais raro e agressivo, que provoca 1.700 mortes anuais — e o não-melanoma, que dificilmente leva à morte, mas pode causar deformações e cicatrizes.

Neste mês, a campanha Dezembro Laranja chega à sexta edição e procura justamente chamar atenção para a doença. Para além do diagnóstico precoce, ela alerta para a prevenção e foca especialmente na exposição aos raios ultravioleta, causa de 90% dos tumores de pele, segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia. “Além da doença, o uso de filtros solares previne também o envelhecimento da pele”, diz a diretora da SBD, Cláudia Alcântara, destacando que a exposição ao sol pode causar ressecamento e manchas.

Há quem se preocupe com isso, mas se incomode com as fórmulas dos protetores convencionais. É o caso da estilista Patrícia Pizzolato, de 42 anos. Hoje em dia, ela usa filtros porque não tem mais tempo de preparar seus próprios óleos vegetais e essenciais, mas procura alternativas. “Li que há componentes nos protetores que fazem mal à saúde, por isso procurava fazer os meus próprios”, conta.

Cláudia não recomenda esse tipo de uso. “Protetores feitos em casa são perigosos por dois motivos: podem causar reações inesperadas na pele e não proteger adequadamente”, esclarece. Ela ressalta que informações falsas e distorcidas sobre o assunto são encontradas facilmente na internet : “Há muita especulação sobre os compostos do bloqueador, mas nenhuma pesquisa até hoje mudou nossa recomendação de uso”, deixa claro. Seja no dia a dia, seja na praia, o filtro ainda é um aliado essencial na prevenção do câncer de pele e de outros males causados pelo sol.

Modo de usar


Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), 70% da exposição solar acontece na rotina e apenas 30% nos momentos de lazer. Por isso, é importante uma proteção diária, especialmente no rosto. Deve-se aplicar o filtro 15 minutos antes de sair ao sol e fazer reaplicações de preferência a cada duas horas. O fator de proteção mínimo indicado é 30.

Quantidade certa


A eficácia do protetor pode ser comprometida se ele for aplicado em pouca quantidade. O indicado é o equivalente a uma colher de chá para cada área (uma para face e pescoço, uma para cada braço e cada perna, uma para o dorso e por aí vai). Outra forma de se certificar da porção é “passar o filtro duas vezes no corpo inteiro”, recomenda Cláudia Alcântara, diretora da SBD.

Fotoproteção


Além de usar filtro solar, os especialistas indicam outras ações para limitar a exposição, como o uso de barracas e guarda-sóis na praia, chapéus e camisetas fotoprotetoras, especialmente para crianças. Outros aliados são os óculos escuros, que não necessariamente previnem o câncer, mas são importantes para adiar o aparecimento da catarata.


Fonte: Globo Online

Melanoma: o que as mulheres precisam saber sobre esse câncer de pele

É fácil pensar que o câncer de pele não é sério. Afinal, a maioria dos cânceres de pele geralmente são tratáveis ​​quando detectados precocemente. Mas é importante entender as estatísticas. Cerca de 87.000 pessoas são diagnosticadas anualmente com melanoma, o tipo mais grave de câncer de pele, segundo a American Cancer Society. Enquanto os homens são quase duas vezes mais propensos a morrer deste câncer, existem alguns fatos importantes sobre o melanoma que toda mulher deve saber:

Mulheres com 49 anos ou menos têm maior probabilidade de desenvolver melanoma do que qualquer outro tipo de câncer, exceto câncer de mama ou de tireoide. Até os 49 anos, mais mulheres brancas desenvolvem melanoma do que homens brancos.

A dermatologista Mary Sheu, MD , diretora médica do Centro de Dermatologia e Cosméticos Johns Hopkins da Estação Green Spring, explica como identificar o melanoma e prevenir o câncer de pele.

Como identificar o melanoma


Os melanomas são tratáveis ​​quando detectados precocemente, por isso é importante examinar sua pele regularmente. Sheu recomenda o processo ABCDE para detectar mudanças suspeitas em moles:
  • Assimetria: Metade da mancha não combina com a outra.
  • Borda: A borda da mancha é irregular ou irregular.
  • Cores: A mancha tem mais de uma cor.
  • Diâmetro: A mancha é maior que uma borracha de lápis.
  • Evolução: A mancha está mudando, ficando maior ou sangrando.

Quem está em risco?


Pessoas com pele clara e olhos e cabelos mais claros tendem a ser particularmente vulneráveis ​​ao câncer de pele. Outros fatores de risco incluem história familiar de melanoma, quantidade de tempo gasto desprotegido ao sol, queimaduras solares na primeira infância, distúrbios imunossupressores, enfraquecimento do sistema imunológico e muitas sardas ou sinais de sarampo.

Tanto homens como mulheres estão em risco, diz Sheu. Mas há uma tendência preocupante. “Estamos vendo um aumento alarmante nas taxas de melanoma em mulheres jovens. Isto é em grande parte devido ao bronzeamento do sol e em salões de bronzeamento ”, diz Sheu. Bronzeamento - seja em praias ou salões - é um importante fator de risco para câncer de pele.

Riscos e causas do melanoma

Descubra o que causa o câncer de pele melanoma, incluindo fatores de estilo de vida e outras condições médicas, e veja o que você pode fazer para reduzir seu risco.

O câncer de pele melanoma é o quinto câncer mais comum no Reino Unido. As taxas de câncer de pele são mais de 4 vezes maiores do que no final da década de 70 na Grã-Bretanha.

Parte do aumento do melanoma pode ser porque os médicos são melhores em observar as pessoas em busca de sinais de melanoma e detectá-las em um estágio inicial. Mas também pode ter a ver com a mudança de quanto tempo passamos no sol, como mais pessoas tirando férias no exterior.

Seu risco de desenvolver câncer depende de muitos fatores, incluindo sua idade, genética e exposição a fatores de risco. 

Ter quaisquer fatores de risco não significa que você definitivamente irá desenvolver câncer.

Idade

O risco de melanoma aumenta com a idade. Por isso, é mais comum em pessoas mais velhas. Cerca de metade das pessoas diagnosticadas no Reino Unido com melanoma têm 65 anos ou mais. No entanto, os mais jovens também podem desenvolvê-lo e é agora o segundo tipo de câncer mais comum em adultos com menos de 50 anos.

Luz ultravioleta

A luz ultravioleta (radiação) é o principal fator ambiental que aumenta o risco de desenvolver melanoma.

A luz ultravioleta vem do sol ou das espreguiçadeiras. Mas algumas pessoas correm mais risco de contrair melanoma do que outras, como esta página explica.

Estudos mostram que pessoas com ceratoses solares na cabeça e pescoço têm um risco aumentado de melanoma na cabeça, pescoço ou membros. As queratoses solares são manchas de pele áspera e seca causadas pela exposição excessiva à luz solar.

Cor da pele e sardas


As pessoas de pele muito clara, especialmente com cabelos louros ou ruivos, correm mais risco de desenvolver melanoma. Então são pessoas com muitas sardas.

Pessoas com peles mais escuras ainda podem ter melanoma, mas elas têm uma proteção mais natural contra ele. É raro que os negros no Reino Unido tenham melanoma.

Se o melanoma ocorre em pessoas africanas ou asiáticas, elas são principalmente um tipo que ocorre nas solas dos pés ou nas palmas das mãos (melanoma lentiginoso acral). Este tipo de melanoma também pode crescer sob a unha.

Se você tem uma tendência a sofrer queimaduras solares, tem um risco maior que o de melanoma. As pessoas em maior risco são aquelas que não se bronzeiam, como pessoas com pele muito clara e aquelas que ficam vermelhas e depois descascam antes de bronzear-se.

Onde você nasceu

Pessoas de pele clara nascidas em um país quente, por exemplo, a Austrália, têm um risco aumentado de melanoma ao longo da vida. Seu risco é maior do que as pessoas que foram viver em um país quente quando eram adolescentes ou pessoas com coloração de pele semelhante que vivem em climas mais frios.

Pessoas de pele clara nascidas em um país quente podem ter exposição ao sol como um bebê e uma criança pequena quando a pele é mais delicada. Isso não significa que você definitivamente vai ter melanoma. Significa apenas que você deve estar ciente de cuidar da sua pele ao sol.

Exposição solar intermitente

No Reino Unido, a maioria das pessoas não está exposta ao sol durante todo o ano. Mas ao longo das duas últimas décadas, mais e mais pessoas estão indo para o exterior por 2 ou 3 semanas por ano para um feriado e para obter um bronzeado. O número de pessoas com melanoma aumentou consideravelmente no Reino Unido, uma vez que se tornou popular para se bronzear e ir para o exterior para as férias.

As pessoas que são expostas à luz solar forte de vez em quando, como as férias em um país quente, correm mais risco de melanoma do que as pessoas que são expostas com muita frequência à luz solar, como pessoas que trabalham ao ar livre. 

Pessoas com maior nível socioeconômico apresentam maior risco de melanoma. Isto é provavelmente porque eles podem se dar ao luxo de ter mais feriados estrangeiros. Mas pode haver outros fatores envolvidos. Também é importante ter cuidado durante os períodos de calor no Reino Unido.

Queimadura de sol

A pesquisa analisou a ligação entre queimaduras solares e melanoma. A queimadura solar aumenta definitivamente o risco de melanoma.

As pessoas que tiveram queimaduras solares têm duas vezes mais chances de desenvolver melanoma do que aquelas que não o fizeram. O risco é maior se você tiver queimado várias vezes em sua vida. Este aumento do risco é visto com queimaduras solares em todas as idades, não apenas na infância. 

Fonte: Cancer UK

Qual é a diferença entre um sarcoma e carcinoma?

Por que essas duas formas de câncer são diferentes, ouvir que você tem câncer é esmagador e estressante. Os termos médicos complexos que usamos para descrever o que está acontecendo podem adicionar confusão à mistura.

Duas formas diferentes de câncer


Isso ajuda a entender que carcinomas e sarcomas são dois tipos diferentes de câncer, diz Dale Shepard, MD, PhD .

"Carcinomas são o tipo mais comum de câncer e são os que a maioria das pessoas pensaria imediatamente", diz ele. "Em comparação, os sarcomas são raros e a maioria das pessoas não sabe o que é e não consegue se lembrar de alguém que já teve um."

Onde carcinomas desenvolvem

Carcinoma baso celular
Os carcinomas iniciam nas células epiteliais. Estas são as células que revestem as superfícies dentro e fora do seu corpo:

Adenocarcinomas começam em tecidos que secretam fluidos ou muco, por exemplo, no peito , cólon , pulmão e próstata .

Os carcinomas baso celulares se desenvolvem na base da camada externa da pele.

Os carcinomas de células escamosas se formam logo abaixo da superfície da camada externa da pele.

Os carcinomas de células transicionais começam nos tecidos que revestem a bexiga, os ureteres, os rins ou outros órgãos.

Onde os sarcomas se desenvolvem


Sarcomas começam em células mesenquimais. Estas são as células que fazem seus ossos e tecidos moles. Existem dois tipos principais e mais de 50 subtipos de sarcoma:

Os osteossarcomas começam no osso, cartilagem ou medula óssea.

Os sarcomas de tecido mole podem começar na gordura (lipossarcoma), músculo (rabdomiosarcoma ou leiomiossarcoma), nervos (tumores da bainha dos nervos periféricos), tecido fibroso (fibrossarcoma), vasos sanguíneos ou linfáticos (angiossarcoma) ou tecidos profundos da pele (sarcoma epitelióide). 

Lembre-se: nem todos os 'omas' são câncer

Nos cancros, incluindo o carcinoma e o sarcoma, as células dividem-se descontroladamente, invadem os tecidos próximos e podem eventualmente espalhar-se por locais distantes.

“É importante saber que as massas benignas também podem terminar em 'oma', que significa 'tumor', mas essas células se comportam - e são tratadas - de forma bem diferente”, diz o Dr. Shepard.

“Por exemplo, células em tumores benignos, como adenomas, fibromas e angiomas, não invadem tecidos próximos ou se espalham para outros locais.”

Assim, os tumores não têm as mesmas consequências negativas que um carcinoma ou sarcoma.

Dezembro Laranja alerta para o tipo de câncer mais comum entre os brasileiros,

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), 30% de todos os tumores malignos do Brasil correspondem ao câncer da pele. É o mais comum entre os brasileiros e representa também a maior demanda de atendimentos no IBCC (Instituto Brasileiro de Controle do Câncer) quando se refere ao tipo não melanoma. Apesar de a pele ser o maior órgão do corpo humano, são poucos aqueles que preocupam com a incidência dos raios de sol.

Para o biênio 2018/2019, a estimativa é de 165.580 mil novos casos de câncer da pele não melanoma. A estatística teve uma redução em 10 mil casos de um biênio para outro. E uma informação nova é a de que a doença acometerá mais homens (85.170 mil) do que mulheres (80.410 mil) ainda segundo o INCA.

Segundo o dr. Aldo Toschi, coordenador do departamento de dermatologia do IBCC, existem dois tipos de câncer de pele; os não-melanoma e os melanomas. Os não-melanoma representam 94% do total dos casos de câncer de pele e os dois tipos mais comuns são o basocelular (carcinoma de células basais) e o espinocelular (carcinoma de células escamosas). Estão ligados à exposição crônica ao sol em pessoas com mais de 50 anos e de pele e olhos claros. Quando tratados precocemente e dependendo de seu tipo histológico (característica própria do tumor que é definida após a biópsia), podem chegar a altos índices de cura.

Já o melanoma é menos frequente, de pior prognóstico e mais alto índice de mortalidade. Surge como uma pinta escura ou sobre uma pinta ou sinal pré existente que pode crescer, mudar de cor ou apresentar sangramento. Acometem pessoas de pele clara, que têm muitos sinais e história de familiares próximo acometidos por melanoma. 

De acordo com Dr Aldo Toschi, que é também conselheiro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, embora o diagnóstico de melanoma normalmente traga medo e apreensão aos pacientes, as chances de cura aumentaram consideravelmente, nos últimos 20 anos, pela detecção precoce da doença. O IBCC foi pioneiro nesse exame em que as pintas e sardas são analisadas através de um equipamento chamado dermatoscópio e do exame de mapeamento corporal total.

“Com isso temos conseguido detectar, precocemente e evitar a progressão desse tipo de câncer, que tem grande capacidade de gerar metástases”.

A proteção solar deve englobar atitudes que incluem; o uso do filtro solar mas também o uso de chapéus, bonés e roupas com filtro solar. As pessoas mais claras devem criar o hábito saudável de evitar a exposição nos horários de sol mais quente (10 às 15 hs) uma vez que as queimaduras solares desde a juventude são consideradas importantes para a mutação das células e gerar os cânceres da pele. Os pacientes considerados de maior risco de desenvolver melanoma ou pacientes de menos de 50 anos que tiveram carcinomas, devem fazer visitas anuais ao dermatologista.

Fonte: IBCC

Cinco sinais de alerta para câncer de pele

Quando as células normais da pele envelhecem ou são danificadas, morrem naturalmente. 

Melanoma
Quando as células perdem este mecanismo de controle e sofrem alterações no seu genoma (ADN), tornam-se células de câncer.

Relativamente à pele, o melanoma é composto por melanócitos malignos, e são tumores frequentemente castanhos ou pretos. O Melanoma é o tipo de cancro de pele mais perigoso, por apresentar maior capacidade de metastização, espalhando-se com facilidade pelas veias sanguíneas e linfáticas presentes na derme a outras partes do corpo. 

Os fatores que propiciam o aparecimento de tumor da pele incluem exposição excessiva ao sol, a cor da pele, sardas e a existência de um histórico familiar da doença.

Eis cinco sinais deste tipo de tumor para os quais deve permanecer em estado de alerta:


1. Caroço rosa ou esbranquiçado

O carcinoma basocelular aparece geralmente na forma de um pequeno caroço de coloração rosada ou branca, com uma aparência translúcida. Pode também ter um aspecto avermelhado.

O caroço torna-se maior com o passar do tempo, formando-se por vezes uma crosta e ocorrendo sangramento.

2. Caroço duro de tom rosa coberto por uma crosta dura

O carcinoma de células escamosas surge inicialmente como um pequeno caroço firme coberto igualmente por uma crosta bem sólida. Este caroço tem tendência em transformar-se numa úlcera.

3. Uma borbulha ou ferimento que não cura

Borbulhas e pequenos ferimentos são ocorrências comuns. Porém, se tem algum destes elementos na pele que teima em não sarar dentro de quatro semanas, vale então a pena consultar um médico.

4. Manchas vermelhas na pele

Estas manchas poderão também provocar comichão, tal poderá ocorrer devido a causas não cancerígenas mas mais vale prevenir e realizar os exames médicos necessários.

5. Um sinal novo ou mudança na aparência de um sinal antigo

O primeiro sintoma de um melanoma é frequentemente o aparecimento de um novo sinal ou a ocorrência de mudanças num que já existia previamente.

Os sinais ditos normais são geralmente redondos ou ovais, com uma aresta suave e não têm mais de seis milímetros de diâmetro.

Caraterísticas fora do comum às quais deve estar atento num sinal:
  •  Aumento de tamanho;
  •  Alteração da forma;
  •  Alteração da cor;
  •  Sangramento ou formação de crosta;
  •  Comichão ou dor.
Fonte: Lifestyle

Câncer de pele bronzeamento artificial é um grande risco

Uma espreguiçadeira ou cama de bronzeamento. A Agência Francesa para a Segurança e Saúde Alimentar, Ambiental e Ocupacional (ANSES) pediu às autoridades públicas para tomarem medidas que possam impedir a exposição da população à radiação UV artificial em face do risco comprovado de câncer. 

A agência de saúde francesa pediu  ao governo que siga o exemplo da Austrália e do Brasil proibindo espreguiçadeiras e salas de bronzeamento por causa do risco "comprovado" de câncer de pele causado pela exposição à luz UV artificial.

"Recomendamos proibir todas as atividades ligadas ao bronzeamento artificial, junto com as luzes ultravioleta vendidos para fins estéticos", disse à AFP Olivier Merckel, especialista da Agência de Alimentos, Saúde e Segurança Ocupacional e Ambiental (ANSES).

Dos 10.722 casos de melanoma maligno - a forma mais letal de câncer de pele - relatados entre adultos franceses com mais de 30 anos em 2015, 382 poderiam estar diretamente ligados ao uso de espreguiçadeiras e lâmpadas solares, a ANSES estimou recentemente. 

Especialistas em pele, a academia francesa de medicina e alguns políticos já se manifestaram a favor de uma proibição, mas até agora o governo francês restringiu as regulamentações.

A França já proíbe os menores de 18 anos de usarem salões de bronzeamento comercial e proibiu a publicidade para eles.

Uma proibição total é agora necessária, disse Merckel.

"Dados científicos estão crescendo, não há mais nenhuma dúvida. Temos provas sólidas. O risco de câncer está comprovado, temos números sobre o risco para os jovens, para todos, então agora estamos pedindo por ação do governo." autoridades ", acrescentou.

Pessoas com menos de 35 anos que recorrem pelo menos uma vez ao bronzeamento artificial aumentam em 59% a probabilidade de desenvolver melanoma cutâneo, de acordo com a ANSES.

A maioria dos melanomas começa como novos pontos

Para diagnosticar o câncer de pele cedo, fique atento a novos pontos em sua pele. Um estudo recente descobriu que, na maioria das vezes, o melanoma ocorre como um novo ponto em seu corpo - não como mudanças em uma lesão existente. 

O estudo, publicado on-line 29 de agosto de 2017 pelo Jornal da Academia Americana de Dermatologia, descobriu que apenas 29% dos melanomas vieram de uma lesão existente no corpo que mudou. Em 71% dos casos, o melanoma ocorreu em uma nova lesão que surgiu em um novo local na pele. Além disso, os autores do estudo observaram que os melanomas que ocorrem em molares existentes tendem a ser mais finos que os melanomas em novas lesões.


Além de procurar por novos e incomuns pontos em sua pele, lembre-se de seus ABCDs para detectar os sinais de melanoma:

A - aparência assimétrica

B - fronteiras irregulares

C - várias cores na lesão

D - um diâmetro maior que 6 milímetros.

Os melanomas são comumente encontrados na cabeça e pescoço, parte superior das costas, tronco e pernas. A detecção antecipada de alterações pode ajudá-lo a encontrá-lo quando é mais tratável.

Fonte: HHP

"Você brocha", diz nova imagem de advertência em embalagens de cigarros


Impotência sexual
Os alertas da Anvisa destacam que o tabagismo provoca diversos problemas, entre eles a impotência sexual.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou, na sexta-feira (15), a Resolução da Diretoria Colegiada 195/2017 com as novas imagens de advertência sanitária, que são obrigatórias nos rótulos dos cigarros e demais produtos derivados do tabaco comercializados no Brasil. Além de nove novas imagens de advertência padrão, que ocuparão toda a face posterior das embalagens, a resolução apresenta novos modelos de advertências frontal e lateral e um novo modelo gráfico para a mensagem de proibição de venda para menores de 18 anos.

As novas mensagens apresentam uma comunicação mais direta com os consumidores sobre os riscos que esses produtos causam à saúde e, também, utilizam um conjunto de cores que dão maior destaque e visibilidade para as mensagens. As novas advertências padrão têm os temas: câncer de boca, cegueira, envelhecimento, fumante passivo, impotência sexual, infarto, trombose e gangrena morte e parto prematuro.

Além disso, assim como a advertência frontal, passarão a ficar sobre um fundo amarelo mais chamativo, ao invés do fundo preto dos alertas anteriores. A advertência lateral continuará no fundo preto, mas terá um alerta de Perigo: Produto Tóxico, que correlacionará as substâncias tóxicas presentes no produto com itens do cotidiano das pessoas, bem como com as doenças causadas pelo seu uso. A mensagem de venda proibida para menores de 18 anos ficará em um fundo vermelho, para que haja também um maior destaque da mensagem. 
Fonte:  Anvisa

Por que o cabelo fica cinza?

porque ele fica assim?
Se você olhar para as fotos do presidente Obama tomadas antes de concorrer à presidência e, como ele deixou o cargo, você notará uma diferença distinta: onde costumava haver apenas cabelos castanhos escuros, agora há muito mais cinza do que marrom. Parece que o estresse de dirigir um país tornaria o cabelo de qualquer pessoa cinza. Mas o estresse é realmente o culpado? E por que o cabelo fica cinza, mesmo para aqueles que não têm empregos tão estressantes como o presidente dos Estados Unidos?
O estresse na verdade não torna o cabelo cinza. Na verdade, o cabelo realmente não "fica" cinza. Uma vez que um folículo capilar produz cabelo, a cor é ajustada. Se um único fio de cabelo começa a ficar castanho (ou vermelho ou preto ou loiro), nunca ficará cinza. Seus folículos capilares produzem menos cor à medida que envelhecem, então, quando os cabelos passam por seu ciclo natural de morrer e sendo regenerados, é mais provável que cresça como cinza após os 35 anos. A genética pode desempenhar um papel quando isso começa.
Enquanto estiver sob o estresse não pode tornar seu cabelo cinza, o estresse pode desencadear uma condição comum chamada efluenza telógena, o que faz com que o cabelo se espalha cerca de três vezes mais rápido do que o normal. O cabelo cresce de volta, então a condição não causa calvície. Mas se você é de meia-idade e seu cabelo está caindo e se regenerando mais rapidamente por causa do estresse, é possível que o cabelo que cresça seja cinza em vez de sua cor original.

Doenças que causam cabelos grisalhos

A grande maioria das pessoas com cabelos grisalhos tem graying relacionada à idade. No entanto, às vezes os cabelos grisalhos indicam uma doença, especialmente se ocorrer em uma idade particularmente jovem. Problemas de saúde que podem ser anunciados pelos cabelos grisalhos incluem:
  • Deficiência de vitamina B 12
  • neurofibromatose (também chamada de doença de Von Recklinghausen): este grupo de doenças hereditárias faz com que os tumores cresçam ao longo dos nervos e desenvolvimento anormal dos ossos e da pele.
  • esclerose tuberosa: condição incomum e hereditária que causa tumores benignos em múltiplos órgãos (incluindo cérebro, coração, rins, olhos, pulmões e pele).
  • doença da tiróide
  • vitiligo: esta condição faz com que os melanócitos (as células na base dos folículos capilares que produzem cor) sejam perdidos ou destruídos - talvez porque o sistema imune "falhas" e ataca o couro cabeludo em vez de uma infecção.
  • alopecia areata: um transtorno em que parcelas de cabelo podem ser perdidas repentinamente, especialmente os cabelos coloridos (não cinza). Isso pode levar a "envelhecer" durante a noite, pois os cabelos cinzentos ou brancos previamente presentes de repente tornam-se mais óbvios. Quando o crescimento do cabelo se resume, pode ser branco ou cinza, mas o cabelo colorido pode eventualmente retornar.
Algumas pesquisas também relacionam cinzas prematuras com doenças cardíacas e baixa massa óssea (chamada osteopenia, precursora da osteoporose). Não está claro como essas condições se relacionam com a cinza do cabelo. O tabagismo também pode causar envelhecimento prematuro.

A linha inferior

Quando e quão completamente seu cabelo fica cinza é influenciado principalmente pelos genes que você herda de seus pais. Embora o estresse possa desempenhar um papel no processo, seria mais útil olhar para as gerações passadas ao invés de seus atuais níveis de estresse para ajudá-lo a prever quando ou vai ficar cinza. Isso é verdade se você é o presidente dos Estados Unidos ou alguém com um trabalho menos estressante.
Fonte : HHP

Câncer de pele, o que é?

a prevenção é melhor alternativa
A doença é provocada pelo crescimento anormal e descontrolado das células que compõem a pele. 

Estas células se dispõem formando camadas e, de acordo com a camada afetada, definimos os diferentes tipos de câncer. Os mais comuns são os carcinomas basocelulares e os espinocelulares. Mais raro e letal que os carcinomas, o melanoma é o tipo mais agressivo de câncer da pele. 

A radiação ultravioleta é a principal responsável pelo desenvolvimento de tumores cutâneos, e a maioria dos casos está associada á exposição excessiva ao sol ou ao uso de câmaras de bronzeamento.

Apesar da incidência elevada, o câncer da pele não-melanoma tem baixa letalidade e pode ser curado com facilidade se detectado precocemente. Por isso, examine regularmente sua pele e procure imediatamente um dermatologista caso perceba pintas ou sinais suspeitos.

Fonte: SBD

Câncer e Arte

O tema Câncer não é um assunto que agrade a maioria e nem "arraste" multidões em programas de tv ou filmes no cinema. Mas nem por isto, deixamos de ter opções de boas séries e filmes.

Vou deixar como dica para os (as) leitores (as) uma série de tv e dois filmes, que tem o equilíbrio e a ousadia de focalizar temas tão delicados com sutilidade, sem cores berrantes, e prepare-se pegando sua caixa de lenços (especialmente para os filmes)


A série recomendada é The Big C , que foi produzido pelo canal norte-americano Showtime, e distribuido no Brasil pelo canal fechado HBO. 


A premissa da série começa pela história de Catherine "Cathy" Jamison, Cathy é uma professora do ensino médio diagnosticada com melanoma maligno (câncer de pele) nível IV (terminal). Para não afligir a família, não lhes conta o problema, apenas para sua vizinha Marlene. Se torna mais descontraída e impulsiva.

Assistir os episódios é como um "soco" no estomago, pela carga emocional que somos expostos pelo desespero demonstrado pela protagonista, em sua viagem "sem fim" toma atitudes e decisões que jamais fariam sentido em seu estado normal. 

Não é uma série para expectadores que tenha aversão por doença, e principalmente por pessoas não levam a saúde a sério, deixando exames preventivos apenas quando algo não está bem.

A interpretação da atriz Laura Leggett Linney fez com que ela vencesse o Prêmio Globo de Ouro  de Melhor Atriz em 2011.

As duas indicações de filmes tem tempos diferentes, um deles Dying Young é de 1991 e o Culpa é das Estrelas é deste ano (2014).

As duas temáticas envolvem câncer em estágio terminal (eu falei para pegar os lenços de papel).

O primeiro (traduzido no Brasil para Tudo por Amor) envolve a luta de um jovem rico, que faz quimioterapia para tratamento de leucemia,  e acaba por apaixonar-se pela sua cuidadora, personagem interpretado pela atriz Julia Roberts. 

O final não foi o que se esperava,  gerando muitas lágrimas e criticas pelos jornalistas especializados em cinema, o tema musical principal (Dying Young)  foi interpretado pelo músico  Kenny G.

O segundo, baseado no livro de mesmo nome,  narra o romance de dois adolescentes que se conhecem (e se apaixonam) em um Grupo de Apoio para Jovens com Câncer.

Hazel (Shailene Woodley), uma jovem de dezesseis anos que sobrevive graças a um medicamento revolucionário que detém a metástase em seus pulmões, e Augustus Waters (Ansel Elgort), de dezessete, ex-jogador de basquete que perdeu a perna para o osteossarcoma. 

Como Hazel, Gus é inteligente, tem ótimo senso de humor e gosta de brincar com os clichês do mundo do câncer, a principal arma dos dois para enfrentar a doença que lentamente drena a vida das pessoas.

E aqui encerro minha primeira edição do Câncer e Arte, com série e filmes relacionados a temática do câncer, espero que você tenha gostado.